segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Há muito que não assistia:

A uma passagem de ano como a de dois mil e dezassete/dezoito. Foi estrondosa! Por todas as cidades portuguesas, incluindo as ilhas, Madeira e Açores. E porque seria esta alegria?
Certamente à boa saúde da economia e à confiança no Governo. Quando assim é o povo vem para a rua dar largas à boa disposição. E… boa disposição é sinónima de alegria.

Alegria essa que se viu estampada nos rostos de todos os convivas: velhos e novos, meninos e meninas, rapazes e raparigas, mulheres e homens, todas as classes sociais.
Até parece que S. Pedro fez um pacto com os festivaleiros. Ontem da parte da manhã a mãe Natureza prendou-nos com chuva e vento pondo os organizadores, Câmaras Municipais, e quem tinha negócio a matutar.
Mas por obra e graça não sei de quem. Saber… até sei. Se para os maus momentos a culpa é do Governo, para os bons devem ser endereçados a esse mesmo Governo!
Fomos agraciados com uma tarde e noite esplêndida. Não é que finda a noite e depois do acabar das comemorações S. Pedro veio repor novamente o Inverno que é o mesmo que dizer chuva. Se ansiávamos por ela por causa da seca devemos estar contentes pelo cair da mesma.
Se isto não foi pacto não sei o que são pactos.

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