domingo, 21 de agosto de 2016

S. C. Freamunde entrou mal na época de futebol 2016/17:

Este começo está a implantar na massa associativa uma descrença. Quando devia imperar a sabedoria popular: à terceira vez é que de vez. Não! O efeito, dizem muitos, é o contrário: é à terceira vez que descemos. Num ano em que descem seis equipas - é o que noticiam na classificação geral certos jornais. Mais que no ano transacto. Os clubes é que pagam os erros da Liga e da Federação.

Por isso é que os Freamundenses andam apreensivos. O seu amor ao clube leva-os a ter as maiores preocupações. E… com este começo do campeonato ainda maior elas são. Depois é ouvi-los dizer mal de tudo.

Ordenados em atraso. Equipa mal estruturada. Treinador pouco ambicioso. SAD que veio para se desenrascar nos negócios. Combato-os dizendo que criticar pela negativa é fácil. Até lhes tenho feito ver se não fosse a introdução da SAD o S. C. Freamunde andava a disputar os regionais. Custa-me escrever isto. Mas tento ser realista.

O começar mal pode-nos trazer mais tarde benefícios. As duas épocas anteriores também foram quase iguais e viu-se nos lugares em que nos classificamos.

Por isso um pouco de confiança não nos fica mal. Para a “quinta coluna” que em todas equipas as há vamos mostrar como o S. C. Freamunde vai tornar o difícil em fácil.

Deixar de criticar com críticas destrutivas. Todas as equipas são receptivas às críticas mas que tenham fundamento. Quem ali anda é que sabe “com quantos paus se faz uma canoa”.
Deixar de andar sempre a dizer que o S. C. Freamunde deve bastantes meses de ordenados. Se assim fosse era a meia dúzia de jogadores. Porque a maioria pode estar é com um mês de atraso. Não mais.

Também é natural que a SAD esteja à espera de verbas prometidas pela Liga de Futebol. A quotização de nós sócios não dão para nada. Eu por mim falo. O que pago não me dá o direito, julgo eu, para criticar quem anda ali a tentar fazer o seu melhor.

Podem-me dizer para eu pagar mais. Mas todos nós sabemos as dificuldades pelo que passamos.

Depois não se apanham abelhas com vinagre! É com mel. Se todos nós formos mais comedidos acho que a equipa vai melhorar.

Pelo que exponho entendo que sim. O que o S. C. Freamunde precisa é de um bom resultado.             

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Irmarfer (Irmãos Ferreira):

É uma empresa do ramo no fabrico de tendas e palcos para eventos musicais e desportivos. São solicitados por rodo o País e por vários países da Europa e Mundo. Em todos os eventos em que esteve presente o mais importante foi nos Jogos Olímpicos 2016 no Rio de Janeiro. 
É uma empresa sediada em Freamunde, Portugal, no Pólo Industrial Nº. 6. 
Freamunde envaidece-se por ter no seu "território" tão importante empresa. 
E... podemos dizer com orgulho: é com certeza uma empresa Freamundense. Se não... ainda nos roubam a patente. 

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Juntos somos mais fortes ( podia ser uma telenovela...)

Era uma vez um país que partiu à descoberta do mundo, se cobriu de ouro e de glória, mas rapidamente desbaratou todo o seu património.
Foi invadido por uns vizinhos manhosos que durante 60 anos o trataram como uma província menor.
Um dia, alguns homens desse país decidiram por fim à humilhação e expulsar os invasores. Outros,  colaboracionistas, escondiam-se em armários.
Três séculos e meio depois, esse país foi admitido na corte dos ricos, mas sempre olhado como o parente pobre que todos os nobres da Europa olhavam com desdém.
O país aceitou voltar a perder a sua independência, em troca do dinheiro que diariamente lhe enviavam da capital da Europa e com o qual se embelezava e modernizava, ao mesmo tempo que destruía a sua riqueza produtiva.
Os povos de outros países começaram a olhar para esse país com lascívia e, todos os dias, aterravam nos seus aeroportos milhares de pessoas que queriam apreciar a sua beleza de perto.
Tudo parecia correr bem até ao dia em que uns amigos do PR desse país fizeram um grande desfalque num banco e o povo foi obrigado a pagar a dívida. Como já se tinha  endividado para comprar automóveis, telemóveis muitos outros bens de consumo supérfluos e para gozar férias nas Caraíbas, o povo desse país já não tinha dinheiro e, de baraço ao pescoço, entregou-se aos agiotas.
 A partir daí, o orgulho nacional foi posto em causa  pela Corte dos ricos que decidiram partilhar entre si o espólio sobrante.
Primeiro obrigaram o povo  a passar fome e a pagar juros exorbitantes para ter acesso à comida.
O povo aguentou estoicamente, sem um protesto.
Depois ameaçaram castigá-lo porque, alegadamente, estava a viver acima das suas possibilidades.
O povo ficou indiferente.
Finalmente obrigaram-no a vender todos os seus haveres, para que o povo ficasse eternamente dependente da vontade dos nobres.
Com a anuência de uns quantos traidores, descendentes dos que entregaram o país a Espanha em 1580, todos os recursos do país foram vendidos aos agiotas, que continuaram a cobrar juros cada vez mais altos.
Até que um dia, esses traidores foram corridos por uma parte do povo que se revoltou. Mas o país continuou dependente dos agiotas que, irados com a expulsão dos seus amigos que governavam o protetorado em seu nome, ameaçaram com sanções os libertadores do povo.
Foi então que um grupo de 23 portugueses, comandados pelo general Santos, decidiram vingar a humilhação do país. Como muitos outros de outras gerações, rumaram a França para participar num torneio entre países europeus, onde o país vencedor costuma conseguir lavar a sua honra
As primeiras intervenções correram mal e os seus concidadãos mostraram  insatisfação e descrença. Lentamente, porém, as coisas foram melhorando e os adversários começaram a olhar para este país com algum medo e desconfiança.  Na tentativa de desmoralizar o pequeno exército, chamaram-lhe nojento.
A esse insulto o povo reagiu mal e pediu aos soldados  que mostrassem à Europa que era possível ser o melhor de todos.
No último encontro do torneio, o exército desse país ia defrontar o exército anfitrião e, mais uma vez, as coisas começaram a correr mal. Aquele por muitos considerado o melhor soldado do mundo  lesionou-se à primeira investida do inimigo e o ânimo do povo esmoreceu.  Os rapazes, porém, estavam dispostos a vingar a honra do país humilhado. Foram aguentando as investidas do inimigo como puderam e, a determinada altura, quando as forças pareciam quase exauridas e prestes a ser golpeados pelo inimigo, o comandante Santos decidiu lançar para o campo de batalha aquele que muitos consideravam o pior soldado do nosso exército.  Os apupos não tardaram a ouvir-se mas, num golpe de génio, o pior soldado do mundo desferiu o golpe fatal no inimigo, obrigando-o a destroçar em debandada.
Foi então que o povo transformou o pior soldado do mundo em herói nacional.
Faz hoje exactamente um mês.
Isto podia ser uma telenovela de terceira categoria, mas é apenas um post parolo  que serve para mostrar como o povo é volúvel e  reage com mais firmeza quando ferem o seu orgulho desportivo, do que a sua identidade nacional, ou o escravizam em nome de uma entidade que ninguém conhece a que chamam mercado. 
Juntos e despertos seríamos mais fortes... mas optámos por ser fracos e subservientes.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Aos ex-festeiros:

Ou seja à página no facebook dos ex-festeiros, ofereço este vídeo sobre o Quim Loreira, personagem única das festas Sebastianas. Naquele tempo, há cerca de quarenta anos, as noitadas não tinham a dimensão como as de hoje.
Assim, tínhamos o Quim Loreira, que subia ao Coreto da Música e, dali declamava de improviso vários versos e canções para prazentear os noctívagos que não se importavam de estar horas e horas a ouvi-lo.
Era analfabeto mas com um sábio sentido de humor para gáudio do público que esperava por esse momento - como disse - como quem espera de pão para a boca como é usual dizer-se.

Consegui esta gravação através do Alexandre "Saia" e seguramente já tem mais de quarenta anos. Foi gravada em frente ao café Teles num dia que não condizia com as noitadas da Sebastianas.
Gosto de trazer à baila estes temas porque fazem parte das pessoas de Freamunde e do melhor da sua cultura.
Quim Loreira já morreu há mais de trinta anos mas foi fisicamente porque a qualquer momento é lembrado como uma figura típica que nos apraz recordar.
Assim Freamunde hoje fosse bafejado com muitos Quim Loreira.

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Somos uma terra hospitaleira:

Há dias escrevi um texto em que referia que aqui em Freamunde tinha-mos o efeito talismã. Consistia no fontanário do Agrêlo porque qualquer forasteiro que bebesse daquela água nunca mais queria deixar de viver em Freamunde. Tivemos milhares de exemplos. Acontece que há anos a água do fontanário secou.

Julgavam os Freamundenses que a partir daí os forasteiros nunca mais queriam aqui viver. Mas não. Mesmo assim continuam com o seu poiso. Não sei o que esta terra tem. Da água do Agrêlo já não é.

Actualmente aparece de tudo. E tudo por aqui fica. De há uns tempos a esta parte apareceram por aqui uns Romenos e aqui fazem a sua segunda terra. Não querem outra vida ou as entidades competentes não lha dão. Não trabalham não tem meios de sustento e mesmo assim compraram viaturas portuguesas.

No Inverno ocupam o Coreto da Música situado no Centro da "Cidade" para se valerem do frio e da chuva. Agora no Verão e com as temperaturas a rondar os trinta e sete graus o seu poiso é no antigo campo da Feira no lugar com o mesmo nome.

Ali existem uns frondosos Plátanos que abastece de sombra quem por ali pára e ainda serve para parque de estacionamento. Coisa melhor não podia aparecer para os Romenos fazer dali o seu dia a dia.

Antigamente os nómadas tinham um certo tempo para acampar em qualquer terra. Julgo que o máximo de setenta e duas horas. Estes, há vários dias que ali se encontram sem que ninguém intervenha. Ou seja as forças vivas do concelho.

Não sou racista mas entendo que esta forma de vida não favorece os Romenos nem quem por ali viva ou faz do campo da Feira local de ócio. Nem uns nem outros se sentem à vontade.
É o fazer fogueira para prepararem as refeições. É o deitar mantas e farrapos no chão para fazer de cama. Não sei onde fazem a sua higiene.

Naquele lugar existe um quiosque que está ao abandono e que serve para guarida de ratos e demais bichos. Agora apareceram os Romenos para lhes fazer companhia.
Sei que por este Mundo fora haverá portugueses na mesma situação. Estou em crer que as entidades daqueles Países fazem qualquer coisa por eles.
Assim como a Segurança Social do concelho de Paços de Ferreira já devia ter intercedido por esta situação. Estamos no século XXI mas parece que estamos na pré-história.
Já pus este problema à Presidente da Junta de Freguesia mas disse-me que já expôs esta situação à Guarda Nacional Republicana de Freamunde mas dizem que não podem actuar.
Julgo que se esta situação se desse em frente ao Paços do Concelho de Paços de Ferreira este assunto há muito que estava resolvido. Mas como se usa dizer: enquanto o pau vai e vem folga as costas. Aproveito este texto para solicitar aos responsáveis da Câmara Municipal para intervir nesta situação.
Assim como dar proveito ao quiosque ou levá-lo para outro lugar onde seja mais rentável. Uma coisa é certa. Nem os Romenos nem o quiosque dão valor acrescentado a Freamunde.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Arranjo do Largo de S. António até ao lugar de Xistos:

Foi das obras efectuadas que mais controvérsia deu em Freamunde. Começou pelo abate de algumas árvores, uns não queriam, outros eram a favor que deviam ser abatidas todas e plantadas umas de menor porte, assim evitava-se o crescimento das suas raízes as quais com o decorrer dos anos dá cabo do pavimento. Mas lá venceram os favoráveis à sua continuação. Também a Câmara Municipal de Paços de Ferreira e Junta de Freguesia de Freamunde tiveram receio de tomar a medida contrária.
Depois começaram as críticas à estrada que liga o largo de S. António a Xistos. Ficou só com um sentido. Deu-se prioridade aos passeios mais largos em detrimento da estrada com dois sentidos. Diga-se em abono da verdade que para satisfazer os dois sentidos quando uma viatura vinha em sentido contrário a outra tinha que encostar à berma da estrada ou esperar num lugar mais amplo para a outra passar. Ou seja não podia passar uma pela outra. 
Também choveram críticas ao largo de S. António ficar interdito ao estacionamento de viaturas. Porque o que se pretendia era única e simplesmente acabar com os estacionamentos. Era ali um pandemónio. E aos fins-de-semana não se fala.Mas os Freamundenses sabem a confusão que se gerava sobre o trânsito à beira dos CTT e Caixa Geral de Depósitos. Assim quem hoje por ali circula sabe os benefícios que ganhou. Tanto o trânsito automóvel como o pedonal. Pena não se dar continuação ao lanço de estrada até à Rotunda da Piscina. Não sei que diligências tomou ou está a tomar a Câmara Municipal. Os Freamundenses esperam uma resolução atempada.
As obras demoraram uma eternidade. Dizem bastantes Freamundenses. É verdade que sim. Mas sabe-se que quem faz obras sabe como elas começam mas nunca como acabam. Surge um monte de problemas. São os esgotos e os tubos de água ao domicílio, velhos e danificados. São os cabos de electricidade que têm de ser repostos subterraneamente e as dificuldades em conciliar com os interessados tempo para repor estas anomalias.
Também a opcçaõ da Câmara Municipal em que quem executava estes trabalhos eram os próprios funcionários camarários. E entendeu bem. O dar estes trabalhos a empreiteiros não havia uma sequência como o trabalho que devia de se efectuar. Tanto lhes fazia que passasse de imediato os cabos ou tubos o que interessava era acabar a obra porque o contrato estava efectivado. Depois outros buracos se deviam abrir. Era trabalho que se ia angariar.
O que é certo, é que as obras devagarinho lá se iam concluindo e traziam uma poupança aos cofres da Câmara Municipal quer em material e mão-de-obra. E as vozes contrárias já davam o braço a torcer. Concordavam com a estrada num só sentido. Nos passeios mais largos e até na falta de estacionamento.
Exponho este vídeo a lembrar aos presentes e aos vindouros as modificações da sua terra. Agora espero a continuação das obras na requalificação do Centro Urbano de Freamunde. Foi uma promessa eleitoral por isso esperamos que ela se cumpra antes das eleições autárquicas de dois mil e dezassete. Já vi os três projectos e qualquer um deles é um valor acrescentado a Freamunde.
 Que não aconteça o mesmo que aconteceu com a obra feita no tempo do Professor Arménio que passados vinte anos alagou-se o Lago que estava na Praça 1º de Maio.


Espero para ver.     

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Freamunde, Sebastianas 2016. Marcha Alegórica:

A Marcha Alegórica das Festas Sebastianas em Freamunde é sempre um dos expoentes máximos, embora os outros eventos, que constam do seu cartaz não desfraldam em nada, como disse, o seu cartaz. Só que este ano para elas serem mais alegres, todos os anos os seus foliões dão mais cor e alegria, mas a final do Euro 2016, quando se disputa assim como o Campeonato do Mundo de Futebol, tem o seu término no Domingo das Festas Sebastianas.

Foi um espectáculo a passagem da Marcha no Lugar de S. Sebastião - lá estou eu a não
saber o nome da Rua, modernices a que não estou habituado - mas, para contribuir com uma melhor visibilidade solicito às Comissões futuras, caso seja aquele o trajecto, o que eu concordo, ponha em lugar de cantoneiras arcos com bastante luz.

Mas, como ia dizendo foi uma loucura prestada pela grande massa humana que a juventude empregou - de Freamunde e fora de Freamunde - na passagem da Marcha Alegórica.

Cantou-se ao Freamunde ó Festas Sebastianas, cantiga que já tem umas boas dezenas de anos, o Hino Nacional em homenagem aos Campeões Europeus e Freamunde até morrer. Foi lindo! Mesmo lindo.

Para o ano se me encontrar entre os vivos espero ver a mesma cor, alegria e muita boa disposição.

Freamunde é assim.