domingo, 31 de dezembro de 2017

Adeus 2017:

Mas ficas na memória da maioria dos portugueses. Não digo totalidade porque há muitos que tudo fizeram para seres um ano igual aos que te antecederam excluindo o de 2016. Igual aos de 2011 até ao de 2015. Vamos a ver o de 2018.
Pela vontade e mestria do Governo julgo que vais superar o de 2017. Mas para isso é preciso haver sintonia entre Governo, Presidência da República e Assembleia da República. Mas vou assistir ao mesmo rambe rambe do Presidente da República, do PSD e CDS. Vão fazer tudo para obstar o teu sucesso. Ou seja. Vão querer que o pior de 2017 seja igual ao melhor de 2018.

Que haja mais calamidades públicas: Incêndios, Legionela, gripes e que as finanças públicas vão para o nível de 2011. Que o desemprego vá para 11,5%. Só assim Presidente da República, PSD e CDS é que sabem conviver. São como as minhocas: medram na merda.
Mas estou em crer que os partidos que suportam o Governo não vão querer isso. Embora desconfie do Bloco de Esquerda.
Que não continuemos a ter um Presidente da República fala-barato. A operação à hérnia umbilical devia ter sido à língua: acrescentar-lhe a “trave” na língua. Assim talvez não o convidassem mais para “mestre-de-cerimónias”.
Antigamente convidam-se os mestre-de-cerimónias para fazerem discursos. Era o que sabiam fazer. De tanto aparecer e discursarem comoviam os convivas. Toda a gente gostava. Só que não se usava os abraços, beijos e selfies. Eram palmas e palavras. Só que palavras levavam-nas o vento. Hoje ainda continua a ser assim: só palavras.
É que as acções estão destinadas ao Governo. Por isso são o poder executivo. E não o tal mestre-de-cerimónias.
Por isso prevejo e desejo que o melhor de 2017 seja o pior de 2018.
Bom inicio de 2018.

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