segunda-feira, 13 de maio de 2013

Os meus filhos foram e são o que desejaram:

Ao contrário dos de Inês Teotónio Pereira que são socialistas no dizer dela. Geralmente rematamos para longe quando algo não nos interessa. Regra geral os filhos gostam de imitar os pais. Agora eles não têm culpa da mãe tem. Por que os filhos com atitudes socialistas, como os de Inês Teotónio Pereira, podem ser gastadores mas não esbulham como os do CDS/PP e PSD. Entre gastar e esbulhar sou adepto do gastar. Agora escrever um texto que mais parece uma redacção de um aluno da terceira classe.
No meu tempo, e já lá vai para cima de cinco dezenas de anos, esperava-se mais de quem representa os portugueses na Assembleia da República.
Entendo que ali devem estar pessoas mais cultas, não digo com mais estudos porque hoje qualquer um é doutor. E… como sou favorável ao adágio popular: - “um burro carregado de livros não é doutor” -, entendo que Inês Teotónio Pereira com a sua redacção é prova provada que realmente um burro, neste caso no feminino, é isso mesmo. E que falta faz a muitas pessoas a melhor universidade do País que é a da vida. Quando nos metemos a fazer redacções sobre qualquer tema devemos ter em mente ao que nos estamos a referir para depois não se ler o parágrafo transcrito a seguir.
“A verdade é que sempre sai mais em conta confessar a incompetência como mãe e educadora nas páginas de um jornal do que no psicólogo.”
Inês Teotónio Pereira não me surpreende. Pelo contrário, só pela negativa e dá razão às intervenções que profere na Assembleia da República, quer nas sessões plenárias quer nas comissões de inquérito. Sem nexo e sumo para espremer.
E, por isso lembro a resposta de Winston Churchill, Primeiro-ministro do Reino Unido, a uma deputada no Parlamento: 
- "Aconteceu num dos discursos de Churchill em que estava uma deputada oposicionista, Lady Astor, que pediu um aparte.
Todos sabiam que Churchill não gostava que interrompessem os seus discursos.
Mas concedeu a palavra à deputada.
E ela disse, alto e bom som:
- Sr. Ministro, se V. Exa. fosse meu marido, colocava veneno no seu chá!
Churchill, lentamente, tirou os óculos, seu olhar astuto percorreu toda a plateia e, naquele silêncio em que todos aguardavam, respondeu:
- Nancy, se eu fosse seu marido, tomaria esse chá com todo o prazer!" 
Também me faz lembrar uma pessoa que existia na minha terra que não revelo o nome por respeito aos seus familiares. – Estava sentada numa banca a apanhar o sol estival à porta da sua mercearia e os clientes quando iam comprar qualquer artigo perguntava qual e depois dizia: não se importa de ir à mercearia aí ao lado que este sol está-me a saber tão bem!
Quando ouço Inês Teotónio Pereira vem-me à memória essa tal personagem. Por isso recordo outro adágio popular que se usa com frequência aqui na minha terra e que lhe serve como uma luva: - “nem lá vai nem faz minga”. 

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