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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

Qual é a pessoa qual é ela que anda sempre a surfar qualquer onda sem ter inteligência e habilidade para perceber a qualidade da onda? Qual é a pessoa qual é ela que não acerta uma mas que erra com a cagança que costuma estar reservada aos que acertam sempre? Qual é a pessoa qual é ela que tem a maior cara de pau, dizendo uma coisa e o seu contrário sempre com a petulância dos seres superiores? Qual é a pessoa qual é ela que, mediante a dimensão dos seus juízos errados e dos seus raciocínios avariados, em vez de se demitir e nunca mais nos aparecer à frente, aparece sempre como se não fosse nada? Quem é a pessoa qual é ela que não apenas tem cabecinha de alfinete como, pelos vistos, a tem vazia?

Penso que mais do que adivinhas, estas são perguntas retóricas. Branco é, galinha o põe. 

Mas, a quem tenha dúvidas, aconselho a rever o Eixo do Mal desta quinta-feira e o compare com o da semana passada. 

E, para quem não aguente (o que se percebe porque, na realidade, não se aguenta!), aconselho vivamente a leitura atenta do Completely SICk. Lê-se e não se acredita. 

Só mesmo a Clara Ferreira Alves para falhar tanto, falhar tão grosseiramente, falhar tão ridiculamente.

Transcrevo uma parte do que o Valupi transcreveu:

«António Costa escreveu o manual "Como não fazer campanha eleitoral - Erros a não cometer". Conseguiu cometê-los todos. Ele pode estar a milímetros de acabar ingloriamente a sua carreira política. Não há cargos europeus para quem perde eleições neste cenário.»

«António Costa partiu com aquela soberba que lhe é peculiar e acabou a fazer uma espécie de discurso de caixeiro-viajante à porta a vender escovas e sabões.»

«António Costa foi errático e isto dá uma aparência de desonestidade intelectual. E isso é muito grave.»

«Ele não é capaz de negociar consigo mesmo. Lá naquela bazófia, ele está visivelmente nervoso e sua de pânico porque sabe que pode estar a muito pouco de perder, e de perder tudo. E de rematar uma longuíssima carreira da pior maneira. Rui Rio está contente, evidentemente.»

Clara Ferreira Alves – 27 de Janeiro de 2022

Clara Ferreira Alves, a maior perdedora nas eleições legislativas 2022: mostrou à saciedade que não acerta uma, que não é intelectualmente honesta, que não é perspicaz, que não sabe ler a sociedade, que é uma catatua papagueante, que é uma cabeça vazia, que não tem vergonha na cara

Agora, já com António Costa vencedor, o PS com uma maioria absoluta, é vê-la, sem vergonha, armada em esperta, a louvar o Costa, a explicar porque é que o Costa ganhou, a cair sarcasticamente e a pés juntos em cima do Rui Rio. 

É isto o que a SIC tem para nos servir? Acha a SIC que somos parvos? Acha que temos paciência para isto?

Não percebo, mas não percebo mesmo, porque é que a SIC continua a contratá-la. Claro que o Luís Pedro Nunes também não dá uma para a caixa, um misto de candidato a parodiante histriónico e de aluno cábula. Também não se percebe em que qualidade é contratado. Dos outros dois, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes, agora não digo nada, já dou de barato. No meio de tanta mediocridade, a gente já dá o desconto aos que conseguem ter uma conversa mais estruturada. Podem, com alguma frequência, dar alguns pontapés na lógica, na gramática, na história, na verdade dos factos, etc, mas, pelo menos não são tão desmiolados, descarados, despudorados, impreparados, desrespeitadores da inteligência de quem os ouve, etc, como os outros dois.

Entre Luís Pedro Nunes e Clara Ferreira Alves, esta ainda é pior. Poderia parecer difícil mas não: Clara Ferreira Alves é mesmo do piorzinho que por aí há. Parece que o Balsemão gosta de ter por lá coisas assim, gentinha sempre pronta para fazer o frete. E, quanto mais acéfala é, mais prestimosa essa gente se mostra. Escrúpulos não têm, vergonha também não. Por isso é vê-los. 

Quanto a CFA ser pior que o LPN: é que Luís Pedro Nunes se apresenta como um comediante, está ali só mesmo para largar umas larachas. Ela não, ela apresenta-se como se soubesse o que diz. Pior, apresenta-se como se só ela é que soubesse o que diz. E uma arrogância sem razão de ser é simplesmente manifestação de falta de inteligência.

Depois da barracada do que disse às vésperas das eleições, se eu fosse ela, obviamente demitia-me. Mas não. Já está noutra. Quem a ouça parece que sempre disse o contrário do que disse. Quem não faz ideia do que diz nem sabe do que fala, quem se exprime cavalgando ondas sem sequer perceber se são ondas a sério ou ondas fake e, pelos vistos, sem sequer saber o que é uma onda, está ali, na televisão, a fazer o quê? A vender banha da cobra? Mas... a vender a quem? Há compradores para banha da cobra?

Não há pachorra. Não há mesmo.

Do blogue um jeito manso

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