Nunca julguei vir a ler notícias destas. Depois de ter passado por esta
triste realidade nos anos de mil novecentos e cinquenta e seis até mil
novecentos e sessenta, em que tive de frequentar a cantina escolar por motivos
de necessidade; depois da revolução do vinte e cinco de Abril de mil
novecentos e setenta e quatro, se me dissessem que íamos passar pela mesma
situação apelidava de tolo quem mo dissesse.
Hoje ao dar uma vista de olhos pela imprensa nacional chego a essa triste realidade e convenço-me que quem realmente é tolo sou eu.
Não percebo como há um primeiro-ministro que durma descansado ao ver esta triste realidade. Mentiu e continua a mentir a realidade portuguesa. Diz que os sacrifícios são úteis para mais tarde crescermos. Não vê que está a matar aos poucos as nossas crianças.
Palavra de honra se não penso que Passos Coelho é sádico. Tem prazer em fazer sofrer o povo e não quer admiti-lo. Os sádicos convivem bem com este tipo de situação: o prazer do sofrimento.
Hoje ao dar uma vista de olhos pela imprensa nacional chego a essa triste realidade e convenço-me que quem realmente é tolo sou eu.
Não percebo como há um primeiro-ministro que durma descansado ao ver esta triste realidade. Mentiu e continua a mentir a realidade portuguesa. Diz que os sacrifícios são úteis para mais tarde crescermos. Não vê que está a matar aos poucos as nossas crianças.
Palavra de honra se não penso que Passos Coelho é sádico. Tem prazer em fazer sofrer o povo e não quer admiti-lo. Os sádicos convivem bem com este tipo de situação: o prazer do sofrimento.

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