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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

E… depois do 15 de Setembro (1):


Este dia abalou com o sistema político. Os cronistas, comentadores políticos, politólogos e jornalistas pró-governo bem tentam disfarçar o rombo. As suas posições e opiniões que há muito vem tomando de que este governo está no caminho certo foram contrariadas por uma grande parte de portugueses - há quem diga dez mil em Lisboa e cinco mil no Porto. Marcelo Rebelo de Sousa não se quer convencer desta realidade e passou o ónus da questão para Paulo Portas.
Os problemas dos portugueses estão em que esta maioria começou torta e como diz o ditado: quem nasce torto tarde ou nunca se endireita. Derrubaram um governo e quiseram dar a ideia que era por patriotismo mas a única intenção era resolverem as suas vidas. Não querem ver a realidade do País.
Julgavam que as manifestações aonde se deslocavam eram só de pessoas dos sindicatos. Não se apercebiam dos comentários nas redes sociais. O povo português está farto das mentiras de quem nos governa. Um primeiro-ministro que tem no seu governo Miguel Relvas e depois de todas as trapalhadas o mantém no governo só pode ser igual a ele.
Os jornais, com especial destaque para o Correio da Manhã, no dia de ontem não dava nenhum relevo à manifestação. Para eles o descontentamento do povo é de somenos importância. O que lhes interessa é salvar a pele do dono. Deram mais importância a um pseudo-jantar de Sócrates com antigos membros do governo. É a maneira que aquele diário tem de fazer informação.
O povo quando vê que o roubo é demais e sempre aos mesmos revolta-se. Foi o que aconteceu no dia quinze. Foi uma manifestação de revoltados. Os organizadores devem ter em conta que o cheque em branco que lhes é dado é para ser usado em momentos como este. Que tenham a noção que não vai faltar quem os queira nos seus partidos seja de direita ou esquerda. Entendo que só devem actuar como movimento cívico.
Sabemos o que aconteceu ao defunto PRD e Fernando Nobre. Isabel Jonet, do Banco Alimentar Contra a Fome, também se está a candidatar para a prateleira dos indesejáveis. Quando se atinge um patamar torna-se difícil olhar para baixo. Vejam o que aconteceu à preguiça: quase que morria à sede e estava coberta de água até ao pescoço.
  

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