Todos sabemos o efeito que têm no espírito dos naturais ou habitantes
de cada localidade. Gostam de mostrar a quem os visita o melhor que existe na
sua terra. Nesses dias os principais centros são engalanados o que dá uma forma
diferente do habitual.
Depois, todos só vêem virtudes e as festas da sua terra são as melhores das redondezas, quando não as proclamam como as melhores do mundo. Em todas as terras existe a fábula da coruja e da águia. Vem este intróito a propósito das festas que se realizam nos arredores de Freamunde.
Freamunde celebra todos os anos – há muitos que o vem fazendo ininterruptamente - no segundo fim-de-semana do mês de Julho, as festas em honra ao Mártir S. Sebastião. Fazemo-lo com o sentido cristão e profano como qualquer comunidade. São trezentos e sessenta e cinco dias de intenso trabalho para a Comissão eleita. Freamunde é uma urbe e sabe que só com ela pode contar.
A maioria das festas aqui em redor, realizam-se depois das Sebastianas, - nome dado, ao que antigamente se denominava por festas da vila - aqui copiam o que de bom é exibido: concertos de música e de bandas filarmónicas, procissão, marchas alegóricas, sessões de fogo piromusical e de girândolas, vacas de fogo e outros eventos que quase sempre acontece. Em todos estes eventos temos fama de exímios.
É no arranjo da igreja, dos andores, no tapete de flores com uma extensão de mais de dois quilómetros; nos figurantes em que as suas vestes são dignas de se ver, que quem acarreta os andores vão vestidos a preceito; as mulheres não vão com roupa sem manga, é-lhes oferecida uma blusa a cada uma, assim como aos homens uma camisa o que habitualmente é de cor branca; depois é pertença de cada um, além da tradicional opa. Tenho assistido pessoalmente e através da televisão a algumas procissões e vejo mulheres e homens trajados com umas t-shirts sem mangas o que dá um aspecto horrível a quem assiste a esses desfiles.
O cortejo alegórico onde tudo é esmerado. De há uns anos para cá tem de se basear a um tema da actualidade. Os carros alegóricos, ao contrário do que vinha sucedendo, são elaborados só por Freamundenses o que leva a que muitos tenham o seu início no mês de Janeiro.
Depois, todos só vêem virtudes e as festas da sua terra são as melhores das redondezas, quando não as proclamam como as melhores do mundo. Em todas as terras existe a fábula da coruja e da águia. Vem este intróito a propósito das festas que se realizam nos arredores de Freamunde.
Freamunde celebra todos os anos – há muitos que o vem fazendo ininterruptamente - no segundo fim-de-semana do mês de Julho, as festas em honra ao Mártir S. Sebastião. Fazemo-lo com o sentido cristão e profano como qualquer comunidade.
A maioria das festas aqui em redor, realizam-se depois das Sebastianas, - nome dado, ao que antigamente se denominava por festas da vila - aqui copiam o que de bom é exibido: concertos de música e de bandas filarmónicas, procissão, marchas alegóricas, sessões de fogo piromusical e de girândolas, vacas de fogo e outros eventos que quase sempre acontece. Em todos estes eventos temos fama de exímios.
Acontece que por vezes somos confrontados por alguns habitantes de localidades vizinhas intitulando que as que se realizam na sua terra são superiores às Sebastianas. Não pedimos meças. O que gostamos é de valorizar o que é de valorizar. A nível cristão, julgo que não há melhor. Igual pode haver. Só quem visita Freamunde nestes dias se pode inteirar desta minha afirmação.É no arranjo da igreja, dos andores, no tapete de flores com uma extensão de mais de dois quilómetros; nos figurantes em que as suas vestes são dignas de se ver, que quem acarreta os andores vão vestidos a preceito; as mulheres não vão com roupa sem manga, é-lhes oferecida uma blusa a cada uma, assim como aos homens uma camisa o que habitualmente é de cor branca; depois é pertença de cada um, além da tradicional opa. Tenho assistido pessoalmente e através da televisão a algumas procissões e vejo mulheres e homens trajados com umas t-shirts sem mangas o que dá um aspecto horrível a quem assiste a esses desfiles.
O cortejo alegórico onde tudo é esmerado. De há uns anos para cá tem de se basear a um tema da actualidade. Os carros alegóricos, ao contrário do que vinha sucedendo, são elaborados só por Freamundenses o que leva a que muitos tenham o seu início no mês de Janeiro.

Gostei muito desta publicação, já fui a Freamunde ver as marchas e são muito bonitas.
ResponderEliminarQuanto à parte religiosa, acho que todas são dignas, não fosse o Senhor presente em todas.
Mas acho que não deve dizer que as terras copiam freamunde. Marchas, procissões, concertos e vacas de fogo se calhar já se faziam noutras localidades antes de se começar a fazer em freamunde.
Segundo os estatutos, a Procissão mais antiga do Vale do Sousa é a Procissão do Corpo de Deus em Penafiel, que além de ser uma das maiores do País, tem ainda estatuto de única no País, e realiza-se desde 1540. :)
Mas não comparo Penafiel com Freamunde, nem freamunde com penafiel. São procissões muito distintas. Mesmo assim cada uma deve continuar a defender as suas tradições, pois são parte da nossa identidade :)
um abraço