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sexta-feira, 15 de maio de 2026

Hoje, Portugal assistiu a algo maior do que qualquer manifestação: a dignidade silenciosa dos nossos polícias:

O Chega e André Ventura esperavam uma multidão à porta da Assembleia da República.
Esperavam câmaras, esperavam barulho, esperavam palco.
Mas o que encontraram foi… ninguém.
E esse silêncio falou mais alto do que mil discursos.
Mostrou que os homens e mulheres que vestem a farda,aqueles que arriscam a vida por nós — não são instrumentos políticos, não são massa de manobra, não são “tropa de choque” de ninguém.
São profissionais íntegros, servidores do Estado, gente que honra Portugal.
Num momento tão delicado para a própria polícia, tentar arrastá‑la para um confronto político foi irresponsável.
Para quê?
Para criar pressão?
Para transformar a polícia num símbolo partidário?
Para insinuar que quem comete crimes dentro da instituição deve ser ilibado?
Se era esse o objetivo, então hoje os polícias deram a resposta mais bonita possível:
não alinharam.
Hoje, sem gritos, sem cartazes, sem marchas, mostraram ao país que a sua lealdade é à lei, não a agendas pessoais.
Mostraram que a farda não é bandeira partidária.
Mostraram que Portugal é maior do que qualquer tentativa de divisão.
A polícia portuguesa merece respeito, carreira digna, melhores condições mas merece também não ser usada.
E hoje provou que sabe distinguir quem a defende de quem apenas a instrumentaliza.
Portugal agradece.
Os portugueses viram.
E os polícias mostraram que a sua força não está no barulho…
está na honra.
🇵🇹
Portugal acima de agendas. A polícia acima de manipulações. A democracia acima de tudo.
Bem hajam
Paulo Pinheiro
🇵🇹

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