A admissão da
queixa de José Sócrates pelo Tribunal Europeu dos Direitos do Homem põe termo à
miserável propaganda dos sicofantas locais a pretenderem que tal queixa nunca
seria aceite por pretensa inviabilidade.
A admissibilidade
declarada da queixa e o início da sua tramitação, com a notificação ao Estado
para se pronunciar, deveria deixar esta gente de sobreaviso. Mas só a desgraça
das respectivas carreiras acordará tais funcionários do seu perverso torpor.
A propósito, a
perseguição gizada quanto aos defensores de José Sócrates, que se sentiram
forçados a renunciar, teve já um primeiro desfecho com o arquivamento liminar
da queixa do bastonário Massano contra José Preto.
(É a primeira vez
na história da Ordem dos Advogados que um bastonário ousa colaborar na
perseguição a advogados defensores, contra a liberdade de constituição de
mandato forense, contra a liberdade de exercício e contra a proibição legal de
impedimento do patrocínio forense).
E mais coisas ocorrerão proximamente, das quais é prematuro falar.
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