Os soldados mercenários polacos mortos em combate na Ucrânia.
Não podemos aceitar que se mande o dinheiro para a Ucrânia às pazadas, quando temos uma severa situação de calamidade nacional.
É tempo de dizer, basta, ao apoio à guerra na Ucrânia.
Os EUA e a NATO, com o grupo dos "Dispostos" (Alemanha, França Inglaterra com Itália a medo e a Polónia a fugir), não têm o direito de envolver na guerra sem fim à vista, todos os povos europeus quando os beneficiários são apenas eles. Portugal continua a sustentar uma guerra sem qualquer benefício para o povo português, antes pelo contrário, pagamos o gás de garrafa a mais do dobro da Espanha.
A Rússia não abrirá mão da proteção do povo russófono do Donbass, nem da integridade dos seus territórios. A Rússia afirmará a sua soberania até à última arma nuclear.
Para quem não acompanha este problema desde 2014 ou até antes, após o fim da URSS, poderá causar alguma surpresa, mas, a realidade é que se trata do completo assalto à Rússia para a transformar em vários países vassalos dos interesses dos EUA e NATO.
Façamos uma reflexão sobre o que aconteceu na Venezuela, sobre as ameaças dos EUA a; Cuba, México, Nicarágua, Colômbia, e, mais velada, sobre o Brasil e Panamá.
Atentemos às manobras militares sobre o Irão e Palestina, e ao total despudor dos EUA sobre a Groenlândia e também na mira o Canadá e Taiwan.
Os "Dispostos", Inglaterra, Alemanha, França e mais alguns que seguirão por arrastamento obrigatório, continuam a apostar e levar em frente a ideia de poder derrotar a Rússia e partilhar os destroços com que sonham, duma Rússia dominada e transformada em região de saque e submissão como foi e é a África e América do Sul.
A procura da supremacia militar que em quatro anos de guerra não foi possível, também não será nos próximos quatro.
Ainda que as apostas de Trump estejam a ser bem sucedidas na América do Sul, não serão na Eurasia e na Ásia.
A proximidade das guerras dos países coloniais imperialistas no século passado especialmente na Ásia; Índia, Coreia, Paquistão, Vietname, Laos, acrescentando toda a África, fornecendo milhões de escravos para substituir os índios dizimados pelos sanguinários colonos europeus, no seu melhor retrato, os EUA e seus vassalos da NATO.
Todas essas atrocidades sanguinárias de subjugação animalesca de que há memória nas famílias afetadas, não permitirão a Estados soberanos a sua continuação impune.
A sobrevivência da Rússia, China, Irão, Índia, Indonésia, Coreia do Norte, Brasil, Canadá, e agora alguns países da própria Europa do norte, e ainda, uma gama de países africanos sedentos de afirmar a sua dignidade e acabar com a escravidão secular, passará essa sobrevivência por não deixar cair esta fase de possibilidade de grandes mudanças na arquitetura mundial em transição.
Nunca estivemos tão perto duma catástrofe nuclear como agora.
A Rússia, não pode permitir mais avanços ao cerco da NATO.
O Báltico está nas mãos da NATO, o mar negro praticamente, por isso não resta à Rússia erguer a cabeça dum povo milenar e não permitir que lhe façam o mesmo que fizeram na Jogoslávia ou agora na Venezuela.
Observemos quão astuto tem sido Trump no apoio a Zelenski, parecendo um apoio desinteressado, mas, completamente coordenado, que tem levado às tentativas de assassinato de Putin e outros homens, por enquanto só homens, generais e outros estrategas militares em vários casos com sucesso convincente.
O desgaste militar da Rússia tem sido levado a cabo, lento, muito lento, mas, com significativo crescimento, que permite aos EUA e NATO continuarem confiantes na sua persistência no injectar ânimo ao seu melhor colaborador Zelenski.
A Rússia estará hoje com um reforço de retaguarda colossal com capacidade de resposta a toda a Europa, sem deixar qualquer país envolvido diretamente na guerra contra a Rússia, fora da mira das armas nunca vistas em acção, mas, de uma devastação apocalíptica, capaz de fazer o efeito imediato de fazer parar a guerra, ou então, a total destruição da humanidade.
Aos avanços do desenvolvimento humanista e económico, verificados no último quarto de século, com o empenho da África do Sul, China Índia, Rússia e Brasil, ninguém tem o direito de obstruir esse caminho que se sente num avanço civilizacional nunca observado, num verdadeiro salto humanitário, para acabar com a fome, doença e miséria que alastra no planeta, imposto por potências que se julgam donos do mundo, desde a queda do muro de Berlim. Nem filosoficamente isso será lógico.
A par de contradições e interesses, serão possíveis acordos de paz que salve a humanidade de ser erradicada do nosso planeta.
Por uma terra sem amos!
Liberdade e democracia! Pela Constituição da República Portuguesa!

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