Dá gosto e prazer relembrá-las ou
falar delas enquanto vivas. É o que acontece com esta que trago à “baila”.
Falar dela é um pouco difícil. Essa dificuldade não é por se tratar de um ser carrancudo. Pelo contrário. É um bonacheirão. E amigo de praticar partidas.
Volta e meia chega a um grupo de amigos e com o maior desplante diz para o grupo referindo-se a um: nunca vi pessoa tão feia. Já te viste ao espelho? Estas palavras são ditas na brincadeira e com carinho para a pessoa a que se refere.
Falar dela é um pouco difícil. Essa dificuldade não é por se tratar de um ser carrancudo. Pelo contrário. É um bonacheirão. E amigo de praticar partidas.
Volta e meia chega a um grupo de amigos e com o maior desplante diz para o grupo referindo-se a um: nunca vi pessoa tão feia. Já te viste ao espelho? Estas palavras são ditas na brincadeira e com carinho para a pessoa a que se refere.
Por falar em brincadeira lembro
uma que não sei da sua veracidade. Ouvi contar:
Um dia juntamente com um amigo foram dar um passeio e há hora do almoço estavam numa terra que só tinha um restaurante. Dirigiram-se a ele e viram um aglomerado de pessoas e uma rapariga e um rapaz vestidos de noivos. Então o que é que resolveram fazer: incorporar-se no aglomerado. Diz o amigo – não conhecemos ninguém, eles não nos conhecem e vai dar bronca. – Deixa comigo e não te preocupes. Entretanto tiveram conhecimento que os noivos não eram da mesma terra. Então virou-se para o amigo e disse: - A família da noiva julga que somos convidados por parte do noivo. A do noivo julga que somos convidados da noiva e o que nós queremos é almoçar seja por parte da noiva ou noivo. A boda decorreu normalmente e no fim a personagem a quem me refiro até botou discurso. Acabando com este dito: - “o que Deus uniu não o separe o homem”. Foi bastante aplaudido.
Um dia juntamente com um amigo foram dar um passeio e há hora do almoço estavam numa terra que só tinha um restaurante. Dirigiram-se a ele e viram um aglomerado de pessoas e uma rapariga e um rapaz vestidos de noivos. Então o que é que resolveram fazer: incorporar-se no aglomerado. Diz o amigo – não conhecemos ninguém, eles não nos conhecem e vai dar bronca. – Deixa comigo e não te preocupes. Entretanto tiveram conhecimento que os noivos não eram da mesma terra. Então virou-se para o amigo e disse: - A família da noiva julga que somos convidados por parte do noivo. A do noivo julga que somos convidados da noiva e o que nós queremos é almoçar seja por parte da noiva ou noivo. A boda decorreu normalmente e no fim a personagem a quem me refiro até botou discurso. Acabando com este dito: - “o que Deus uniu não o separe o homem”. Foi bastante aplaudido.
É dono de uma voz e dição
extraordinárias. Por isso o ser convidado para discursos ou declamar versos.
Tem uma veia artística que é de fazer inveja a qualquer actor profissional. Não
é por acaso que foi e é um dos melhores actores do Grupo Teatral Freamundense.
E já lá vão mais de sessenta anos ao serviço do teatro e da cultura. Desde
actor a ensaiador.
Fez parte de quase todas as Direcções das Associações Freamundenses. Do teatro ao futebol passando pela Associação de Caça e Pesca sendo um bom pescador. Caçador não sei se o é.
Havia milhentas de estórias a contar.
A pessoas destas devemos prestar homenagem em vida. É por isso que presto aqui a minha homenagem a Nelson Lopes uma das personagens maiores de Freamunde.
Fez parte de quase todas as Direcções das Associações Freamundenses. Do teatro ao futebol passando pela Associação de Caça e Pesca sendo um bom pescador. Caçador não sei se o é.
Havia milhentas de estórias a contar.
A pessoas destas devemos prestar homenagem em vida. É por isso que presto aqui a minha homenagem a Nelson Lopes uma das personagens maiores de Freamunde.
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