sábado, 23 de dezembro de 2017

Sei que vou criar polémica:

Mas mesmo assim arrisco. Ontem assisti a um programa degradante transmitido pelo TVI24. José Alberto Carvalho prestou-se a um serviço que faz lembrar a inquisição. A TVI investigou o caso da IURD e sobre ele vem fazendo reportagens. Há pessoas que dão a cara e outras não dão. As que não, dizem que é para proteger os seus familiares. As que dão dizem que tem medo de sair à noite com medo de represálias. Ora se tem medo não davam a cara.
Outros convidados, entre eles, Miguel Júdice, diz cobras e lagartos do Estado. Não se lembra ele que o Estado somos todos nós. Aqui deve haver um ressabiamento. Enquanto o seu escritório de advogados fazia serviço para o Governo ou Estado nunca se insurgiu contra esse mesmo Estado ou Governo.
Depois a TVI leva ali declarantes que têm culpa no cartório. Se não vejamos. Foram obreiros e pastores. Então não andaram a enganar muitos incautos e torná-los fanáticos! A cobrar-lhes o dizimo! As mães podem ter razão mas deve existir algo que elas não revelam.
Conheci muitas pessoas em que as mães pouco ligavam aos filhos e não veio ninguém “roubá-los”. Se calhar até elas agradeciam.
Sou filho de um pai de mãe solteira que abandonou o meu pai e nunca ninguém o veio tirar à avó dele, portanto minha visavó. Criou-o conforme pôde tendo o meu pai constituído família e sendo um pai exemplar.
Não é assim como a TVI a querer ser o juiz e o júri. José Alberto Carvalho teve um procedimento para com duas senhoras uma da Santa Casa da Misericórdia e outra dos Serviços Sociais deplorável. As perguntas eram mais compridas que as repostas. Estava sempre a interrompê-las. Estava mais nervoso que as entrevistadas. Chegando ao ponto de uma delas dizer: não se enerve.
Quando não era ele era Alexandre Borges ou Miguel Júdice. As duas senhoras tiveram uma paciência que eu no lugar delas abandonava o programa. Quando se é convidado quem faz o convite deve primar pelo respeito de quem convida. O que não aconteceu ontem. Foram desrespeitadas tanto pelos três que já referi e pelas pessoas que ali foram testemunhar. Chegando ao ponto de uma dizer: que se admirava se ela era mãe. De certeza que sim. Mas certamente protegeu os seus filhos com esmero.Concluindo.
Vou deixar a Justiça averiguar as realidades e depois volto ao assunto.

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