segunda-feira, 5 de outubro de 2015

O povo decidiu esta´ decidido:

 Mas prevejo que quem esta´ mais em apuros e´ a Coligação. Foi uma vitória mas uma vitória sofrível. O PS perdeu as eleições mas conseguiu mais deputados que em dois mil e onze. Não foram muitos mas foram doze. A coligação ganhou mas perdeu vinte e cinco deputados em relação a dois mil e doze.
O PS ganhou cerca de cento e trinta mil votantes. Enquanto a Coligação perdeu setecentos e cinquenta mil. Por isso na minha modesta opinião não e´ motivo de regozijo como a Coligação quer dar a entender.
E, a prova disso, e´ ver a locução de António Costa e a de Paulo Portas e Passos Coelho. Quem não soubesse o resultado das eleições ate´ ficava convencido que quem ganhou foi o PS. Foi uma comunicação de fair play.
Ao contrário a locução de Paulo Portas e Passos Coelho dava a impressão de ser num velório. Nem se dignaram a responder aos jornalistas. Por isso não vejo a tal vitória que eles reclamam.
Paulo Portas dirigiu farpas a António Costa. Mas esqueceu-se de se referir ao resultado do CDS na Madeira. Sempre que me lembre teve um ou mais deputados. O seu líder antes da locução pediu a sua – dele, José Manuel Rodrigues – exoneração e Paulo Portas nada disse sobre isso.
Agora na minha modesta opinião ainda bem que o PS não tenha ganho as eleições com uma maioria simples. Se o tivesse feito e aceitasse a governação íamos ter a cópia de dois mil e onze. Assim o ónus da governação passa para a Coligação. E a ver vamos se não vamos ter o PEC um, dois e três.
Não vamos ver mais na Assembleia da República a sobranceria do PSD e CDS. Vão cair na realidade. Por isso o PS que tenha juízo.
Os Seguristas, Álvaro Beleza e Ana Gomes, já afiaram as facas com que querem espetar em António Costa. Não se lembram que no PS não há melhor conciliador que António Costa. E, vai ser quer queiram ou não, que tem condições para dialogar com a esquerda radical. Se assim não for a direita agradece.
Já ontem todos esperavam pelo pedido de demissão de António Costa. Mas não o fez. E… na sala em que estava reunida a direita foi um descalabro. Vamos ver o que vai acontecer.        

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