Uma mãe e uma filha recém-casada vão ao médico. A filha muito a custo
lá começa a dizer o que é que as lá levou: - Sabe Sr. Dr. é que eu queria que
nos aconselhasse... Já nos conhece há algum tempo... é o meu marido ... Ele ...
Ele ... - Que é que tem o seu marido? Ele está doente? - Não Sr. Dr. ele está
bem... Ele é que agora... Ele... Não sei, ele... - Diga, diga! Ele não cumpre
os deveres de marido, é isso ? - Não é bem isso... é que... Tenho vergonha.
Mãezinha, diz tu. - Sabe Sr. Dr., é o marido dela...Tem umas manias...Ele...Ele
quer ir-lhe ao rabo. Pronto. O médico muito espantado: - A mim? Mas ele nem me
conhece de lado nenhum!
Umas de maior importância que outras. Outrora assim acontecia. É por isso que gosto de as relatar para os mais novos saberem o que fizeram os seus antepassados. Conseguiram fazer de uma coutada, uma aldeia, depois uma vila e, hoje uma cidade, que em tempos primórdios se chamou Fredemundus. «(Frieden, Paz) (Munde, Protecção).» Mais tarde Freamunde. "Acarinhem-na. Ela vem dos pedregulhos e das lutas tribais, cansada do percurso e dos homens. Ela vem do tempo para vencer o Tempo."
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