Não valorizamos o que produzimos. Depois de tanta controvérsia é
preciso vir um País com tecnologia avançada adquirir produto português. Foi o
que aconteceu com a polícia inglesa. Quem lê julga que foram os pastéis de Belém, - invenção do Álvaro - não tirando a qualidade aos pastéis, mas sim à forma
como promoveu a sua exportação. Este senhor em tudo que mexe só desvaloriza.
Mas vamos a factos. O computador Magalhães que tanta celeuma deu, aparece agora, como produto preferencial da polícia inglesa para as suas viaturas.
Muitos roem as unhas pelo facto de invenções patrocinados pelo governo Sócrates
ter êxito. Somos um País que preferimos o inêxito a dar a mão à palmatória.
Desde tempos imemoriais, aos de hoje, carregamos com os velhos do Restelo.
Se não tivéssemos ido na cantiga de um imaturo hoje não estávamos nesta situação. Somos um País de crédulos.
Agora suportamos a desgraça do homem que se formou aos trinta e sete anos e antes de ser Secretário Geral do PSD e Primeiro Ministro veio de uma empresa tratadora de lixo.
Desde aí está a tratar os Portugueses como lixo: funcionários públicos, reformados e aposentados.
Se não tivéssemos ido na cantiga de um imaturo hoje não estávamos nesta situação. Somos um País de crédulos.
Agora suportamos a desgraça do homem que se formou aos trinta e sete anos e antes de ser Secretário Geral do PSD e Primeiro Ministro veio de uma empresa tratadora de lixo.
Desde aí está a tratar os Portugueses como lixo: funcionários públicos, reformados e aposentados.
Quem não dá esperança às suas tropas não pode angariar vitórias. E depois
vem o provérbio: “um fraco rei faz fraca a forte gente".


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