Mente uma vez, mente sempre, mesmo que fale verdade, todos dizem que
mente. Este adágio popular serve que nem carapuça a Passos Coelho. O mais crível
– para ele – é que julga que fala mesmo verdade e não engana ninguém. Como se
define um mentiroso: é uma pessoa que engana; que foge à verdade; enganador,
ilusório, mendaz; falso. Que tem o hábito de mentir. Todos estes adjectivos são
encontrados em Passos Coelho.
Da maneira que fala dá a entender que o faz julgando que é verdadeiro. É ao que se chama de aldrabão compulsivo.
Faz-me lembrar a esposa de um automobilista que viajava numa auto-estrada e lhe telefonou dizendo que tinha ouvido numa rádio que ia uma viatura em contra-mão. Resposta dele: ó mulher não é só um! Estou a passar por eles e vão todos.
É caso para se dizer: Passos Coelho não é mentiroso. Nós é que não o compreendemos.
Há um que diz que para parecermos como ele têm que se nascer duas vezes. Para sermos aldrabões como Passos Coelho não sei de quantas vezes precisamos.
Faz-me lembrar a esposa de um automobilista que viajava numa auto-estrada e lhe telefonou dizendo que tinha ouvido numa rádio que ia uma viatura em contra-mão. Resposta dele: ó mulher não é só um! Estou a passar por eles e vão todos.
É caso para se dizer: Passos Coelho não é mentiroso. Nós é que não o compreendemos.
Há um que diz que para parecermos como ele têm que se nascer duas vezes. Para sermos aldrabões como Passos Coelho não sei de quantas vezes precisamos.

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