Há mais de vinte e quatro horas que Teixeira dos Santos, ex-Ministro
das Finanças, do melhor governo após o vinte de Abril, para mim é claro, mas
odiado por toda oposição da altura, prestou esclarecimentos na Comissão de
Inquérito das Parcerias Públicas Privadas (PPP), e fez revelações que quer
governo, jornalistas, comunicação social, ou politólogos não o desmentiram.
Costuma-se dizer que quem cala consente. Houve um deputado do PSD, um
Virgílio qualquer coisa, que tentou chamar desonesto a Teixeira dos Santos, por
outras palavras, mas Teixeira dos Santos perguntou a Virgílio qualquer coisa,
se a experiência parlamentar dele era igual a quando assumiu funções
parlamentares. Viu-se um Virgílio qualquer coisa desorientado e ruborizado por
tal pergunta.
É que quando se pede comparações as pessoas tendem a engasgarem-se. De
qualquer maneira vou estar de atalaia nas notícias a ver se alguém desmente
Teixeira dos Santos.
Não custa falar nas costas das pessoas. Quando as confrontam não se querem ver ao espelho.
Muitos portugueses julgam que o espelho foi só inventado para recompormos a nossa silhueta: uma penteadela no cabelo, um corte de barba, um pouco mais de batton no lábios ou pó de arroz na face. Puro engano. Foi para vermos a nossa triste figura.
Não custa falar nas costas das pessoas. Quando as confrontam não se querem ver ao espelho.
Muitos portugueses julgam que o espelho foi só inventado para recompormos a nossa silhueta: uma penteadela no cabelo, um corte de barba, um pouco mais de batton no lábios ou pó de arroz na face. Puro engano. Foi para vermos a nossa triste figura.

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