Há muito que venho escrevendo que Cavaco Silva deve explicações aos
portugueses sobre a sua conduta. Os politólogos, certos jornais e canais de
televisão, que tanto esmifraram a vida de Sócrates sobre a sua vida privada
chegando ao ponto de o considerar homossexual, como se fosse o único português
a ter essa tendência, se é que a tem, ou como se isso fosse crime, assim como a
vida da sua família até à última geração.
Meteram-se no caso Freeport, Cova da Beira, na sua licenciatura e um
mundo de coisas e calam-se com notícias sobre Cavaco Silva e seus amigos. É
uma vergonha os portugueses consentir que no seu leme haja pessoas desta índole:
Cavaco Silva, Passos Coelho e restantes membros do governo.
"Fernando Fantasia e Emídio Catum, são dois nomes recorrentes na
lista do Expresso. Não sabendo quem são poderá consultar a internet: aqui,
aqui, aqui, aqui e acolá."
Nunca a democracia desceu tão baixo. Se um dia se fizer justiça que estas
pessoas não passem impunes. Estes senhores nunca puseram nenhuma acção judicial
sobre várias notícias que os jornais noticiaram. Houve um que bastou dizer que
para ser como ele se tinha de nascer duas vezes para o ilibar perante os órgãos
de justiça e a comunicação social deixar de averiguar a veracidade.
Tivemos governantes capazes de tudo incluindo a Monarquia. Uns que
diziam que eram tolos e outros governavam em nome deles. Outro que dizia que
tudo lhe acontecia. Além de se ter de refugiar no Brasil, dizia-se corno e para
cúmulo do azar, ainda sofria das hemorróidas. Tudo isto num País meramente
católico.
Agora temos um presidente da república que só se interessa pelas suas
conveniências. O seu bem-estar, a sua reforma e da sua Maria, os negócios do
genro e da sua filha, a casa da quinta da Coelha que ninguém compreende a sua
aquisição, se foi uma troca ou uma benesse para pagar favores. Tudo isto se faz
há luz do dia.


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