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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Era uma festa socialista:


Hoje vem ao de cima êxitos da governação socialista. Há jornais e outros meios de comunicação social que lhes custa admitir e tudo fazem para os esconder. Exemplo! Correio da Manhã. Este jornal tem uma fobia a tudo o que é socialista. Outros há que passados dias ou meses lá vem informar o relevo que órgãos internacionais revelam sobre Portugal. O governo de hoje não tem ou apresenta nenhum êxito digno de registo. É preciso ser a Troika a elogiar mas esta quando o faz é para defender interesses seus.
A não ser estes quem os elogia? São as organizações sindicais? Não. Mas aqui dizem que os sindicatos estão sempre contra os governos. É verdade. Mas nunca se viu igual na era da democracia.
São as entidades patronais? Também não. Nunca se viu uma entidade da sua área fazer tanta oposição. Até há quem diga que estas instituições viraram à esquerda.
São as várias associações de juízes que estão do seu lado? Não. Até ameaçam o governo de várias normas inconstitucionais.
É a ordem dos advogados. Também não. Se há pessoa que mais se insurge contra este governo é o seu bastonário.
É a igreja? A não ser o patriarca de Lisboa numa comunicação em Fátima. Mas, depressa se arrependeu e já veio com críticas ao governo.
Depois de todo o mal que este governo fez ao País e depois do aviso de José Sócrates para tudo o que está a acontecer é que alguns jornalistas lhes vêm dar razão. É tarde. Mas mais vale tarde que nunca.
Mário Soares que no passado dia sete de Dezembro fez oitenta e oito anos de idade é para mim o português mais lúcido. Faz ver a estes políticos saídos dos pacotes Tide quais as medidas que o País precisa.

Mas para Passos Coelhos, Victor Gaspar e quejandos é melhor contar-lhes a seguinte história:
Contam os nossos avós que um certo agricultor, passando a fronteira de Espanha, se terá queixado ao seu amigo espanhol de que as colheitas iam de mal a pior e que já nem davam para alimentar os animais de carga.
Este de imediato lhe propôs um negócio: vender-lhe uma raça de burro que, com o tempo, habituar-se-ia a não comer, contribuindo para a diminuição das despesas. Regressado a Portugal, depressa começou com o plano de emagrecimento, que começava por alimentar o animal, dia sim, dia não, até que chegasse ao ponto de o animal não comer.
Algumas semanas depois, mostrava todo orgulhoso o burro aos seus vizinhos dizendo: - Vejam só, a última vez que comeu foi há quatro dias. Mais umas semanas e posso garantir-vos que se habitua e deixa de precisar de comer. Os dias passaram e a dieta intensificava-se e o agricultor passeava. De repente, a aldeia deixou de ver o agricultor e o burro.
Estranhando a ausência prolongada, um vizinho bateu à porta do agricultor e perguntou. - Está tudo bem consigo, vizinho? E o burro está tudo bem com ele? O agricultor, em lágrimas, responde-lhe. - Ai vizinho, que desgraça, não quer você acreditar que o raio do burro morreu? Logo agora que já se tinha habituado a não comer".
Foi para isto que José Sócrates advertiu os portugueses. Não quiseram acreditar agora padecemos todos.      

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