Há coisas que me deixam satisfeito. Em muitos textos que aqui publiquei
sempre admirei o dever patriótico de governantes, seus exércitos e subordinados,
que não tiveram pejo em pôr em risco a sua vida em defesa do seu povo. Ponho
como exemplo: Egas Moniz, Deu-la-deu Martins, Martin Moniz, Maria da Fonte,
Batalha de Aljubarrota, Restauração de mil seiscentos e quarenta e tantos
outros que não enumero mais por se tratar enfadonho.
Estes exemplos deixam os admiradores da história portuguesa e patriotas, como eu, reconhecidos por tal bravura e dever da palavra. Quem era que hoje punha uma corda no seu pescoço e família e se deslocava a Toledo, reino de Leão-Castela, e punha a vida ao dispor de Afonso VII? De certeza e como diz o ditado, "punha o pescoço de fora"! A não ser um infalível defensor da palavra assumida como Egas Moniz que dá pelo nome de Victor Gaspar. Senão atentem no exemplo que deu aos seus assessores.
Estes exemplos deixam os admiradores da história portuguesa e patriotas, como eu, reconhecidos por tal bravura e dever da palavra. Quem era que hoje punha uma corda no seu pescoço e família e se deslocava a Toledo, reino de Leão-Castela, e punha a vida ao dispor de Afonso VII? De certeza e como diz o ditado, "punha o pescoço de fora"! A não ser um infalível defensor da palavra assumida como Egas Moniz que dá pelo nome de Victor Gaspar. Senão atentem no exemplo que deu aos seus assessores.


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