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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

A palavra acima de tudo:


Há coisas que me deixam satisfeito. Em muitos textos que aqui publiquei sempre admirei o dever patriótico de governantes, seus exércitos e subordinados, que não tiveram pejo em pôr em risco a sua vida em defesa do seu povo. Ponho como exemplo: Egas Moniz, Deu-la-deu Martins, Martin Moniz, Maria da Fonte, Batalha de Aljubarrota, Restauração de mil seiscentos e quarenta e tantos outros que não enumero mais por se tratar enfadonho.
Estes exemplos deixam os admiradores da história portuguesa e patriotas, como eu, reconhecidos por tal bravura e dever da palavra. Quem era que hoje punha uma corda no seu pescoço e família e se deslocava a Toledo, reino de Leão-Castela, e punha a vida ao dispor de Afonso VII? De certeza e como diz o ditado, "punha o pescoço de fora"! A não ser um infalível defensor da palavra assumida como Egas Moniz que dá pelo nome de Victor Gaspar. Senão atentem no exemplo que deu aos seus assessores.   

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