É como uma Sociedade Anónima (S.A.). Há uma eleição para
determinar quem os dirige. Essa eleição é entre os seus accionistas por tempo
determinado. Depois de eleita a direcção entre eles há novamente uma eleição
para designar um Chief Executive Officer (CEO) – Principal Executivo. Se estes
tiverem um bom desempenho e concorrerem numa próxima eleição de certeza que vão
ser novamente eleitos. Se o seu contrário são destituídos. Se de mês a mês não
apresentarem objectivos e resultados o seu CEO tira-lhe a confiança.
Num país é igual. É eleito um partido para formar governo. É eleito um
presidente da república que tem as funções de vistoriar o desempenho desse
governo. Se este não apresenta resultados e objectivos a missão do presidente
da república é destituí-los. Se não o faz é conivente com esses maus
resultados.
O nosso CEO, Cavaco Silva, gosta de passar ao lado dos vários pingos de
chuva. Mas os portugueses têm boa memória da sua longa passagem pelo governo
como primeiro-ministro e presidente da república. Um dia vai ser conhecido nos
anais da história como o “senhor Silva” o pior politico na era da democracia.
Quanto ao governo de Passos Coelho foi implantado na base da mentira e
prepotência. É composto por pessoas incompetentes e que só tem um fito: a venda
a retalho de Portugal. Na monarquia os reis eram cognominados. Se fosse normal
cognominar os primeiros-ministros Passos Coelho era o rei dos aldrabões.

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