A política conforme decorre está a causar um descrédito à maioria dos
portugueses. Como gosto de abordar estes problemas e, compará-los com outros, aproveito
para chamar a tema de discussão a venda da virgindade de Catarina Migliorini, a
jovem brasileira que a leiloou por seiscentos mil euros e está feliz e
tranquila com a opção. Quem não gosta de ganhar seiscentos mil euros? Toda a
gente! Agora os métodos que se usam é que tornam o cerne da questão.
Dizia um amigo meu há anos que todos nós temos um preço. Discordava
dele. Hoje ao ler certas notícias; caso da virgindade; casa dos segredos; disciplina
partidária; em que os deputados vendem as suas convicções por um prato de
lentilhas, vou acreditando. O que é de bradar aos céus!
O que de mais digno existe numa pessoa é vendido a troco do vil metal. Arvoram-se nas pessoas mais sérias que existe à face da terra. Dizem que não se vendem! Mas não são donos da sua consciência. Se isto não é vender-se vou ali e volto já.
Tanto assim é que fogem de quem lhes deu o voto para ali estar a representá-los. Se a sua consciência estivesse limpa não evitavam o povo, pelo contrário, juntavam-se a ele para colher dividendos.
Catarina Migliorini (na fotografia, com cabelo bastante comprido, para meu gosto) também diz que não é prostituta por que foi a sua primeira vez.
O que de mais digno existe numa pessoa é vendido a troco do vil metal. Arvoram-se nas pessoas mais sérias que existe à face da terra. Dizem que não se vendem! Mas não são donos da sua consciência. Se isto não é vender-se vou ali e volto já.
Tanto assim é que fogem de quem lhes deu o voto para ali estar a representá-los. Se a sua consciência estivesse limpa não evitavam o povo, pelo contrário, juntavam-se a ele para colher dividendos.
Catarina Migliorini (na fotografia, com cabelo bastante comprido, para meu gosto) também diz que não é prostituta por que foi a sua primeira vez.
Esta história faz-me lembrar o Joãozinho que quando a professora
lhe perguntou a profissão da sua mãe lhe respondeu: – A minha mãe é substituta.
Pergunta a professora? - O que é que ser substituta porque não conheço
nenhuma profissão com esse nome. Sabe senhora professora, respondeu o
Joãozinho. – A minha tia, irmã da minha mãe, , é prostituta, uns dias do mês não
pode exercer a sua profissão devido a problemas fisiológicos e nesses dias a
minha mãe vai substitui-la. Sendo assim respondeu a professora. – A tua mãe é
prostituta. Não, não é senhora professora, retorquiu o Joãozinho. - A minha mãe
é substituta porque só faz isso durante cinco dias.
E, não é que tem razão, julgo eu! Se uma não se considera por ser a
primeira vez porque há-de considerar o Joãozinho que sua mãe é prostituta se
ela só vai substituir a sua tia, irmã de sua mãe, durante uns míseros cinco dias.



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