É o último a ser feriado. Dizem que é por um período de cinco anos mas
não me convenço porque quem o diz, hoje diz uma coisa amanhã o seu contrário.
Como sempre os portugueses aproveitam este dia para visitar os seus familiares
que ali se encontram. Todos nós temos ali alguém que pelo menos os recordamos
neste dia. Tenho ali os meus pais há um bom par de anos e um cunhado, mais
recentemente, na mesma moradia. Por uns, meus pais, nutria amor, pelo outro,
meu cunhado, consideração.
Esta nossa última moradia tem de tudo: crianças, jovens, adultos e idosos,
independentemente do sexo. Todos para ali vamos. Para morrer é preciso estar
vivo, como diz um meu amigo. O que muita gente julga é que não vai ter essa desdita.
Mas enganam-se. A desdita deles vai ser pior que a maioria do ser humano. Há um
provérbio que refere que recebemos conforme damos.
E, existe neste momento em
Portugal quem pouco se importe com isso. O que lhes interessa é satisfazer os
compromissos que têm com as lojas maçónicas. Já dizia Jesus Cristo quando
andava pela terra: não podes servir dois amos ao mesmo tempo.
Depois no outro mundo quando reclamarem melhor estadia, vão ouvir: -
Não te disse que era mais fácil passar um camelo pelo buraco de uma agulha que
um rico no Reino do Céu! Por isso estou cabalmente convencido que os que ali
tenho não tiveram esse constrangimento.
Sempre procuraram na vida terrena serem o mais justo possível.

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