Todos os dias dou uma vista de olhos pela imprensa diária incluindo
blogues. Claro está que vou aos da minha preferência dada a avalanche de
informação diária que a Internet nos presenteia. De muitos colho sabedoria. Costuma-se
dizer que de notícias lidas coisas sabidas. É verdade! Outras há, que são uma
autêntica desinformação. Mas, como consumidor sei fazer uma selecção e opto
pelas da minha preferência. Conheço textos, histórias e lições de vida que nos
dão uma preparação para não sermos uns incautos. Há quem não se importe de o ser. Mas ao sê-lo está a dar ao “predador” bases para o seu aniquilamento. Depois não venham armar-se em "vítimas".
O predador usa o seu charme para captar a vítima. Isto no reino animal irracional. No racional usam, além do charme, o vocabulário e as chamadas falinhas mansas. Prometem o mundo e o que há-de vir para levar os seus intentos avante. Não sei o que os move. Por que passado algum tempo descobre-se a "careca". Há carecas de somenos importância mas outras há que, entrava o bom funcionamento de qualquer firma, sociedade ou país. Foi o que aconteceu ao nosso.
O predador usa o seu charme para captar a vítima. Isto no reino animal irracional. No racional usam, além do charme, o vocabulário e as chamadas falinhas mansas. Prometem o mundo e o que há-de vir para levar os seus intentos avante. Não sei o que os move. Por que passado algum tempo descobre-se a "careca". Há carecas de somenos importância mas outras há que, entrava o bom funcionamento de qualquer firma, sociedade ou país. Foi o que aconteceu ao nosso.
Acreditou num imaturo que se aproveitou da imagem criada por uma
comunicação social desleal e cheia de interesses. Assim uma grande parte da população
portuguesa resolveu dar-lhe uma maioria relativa. Não foi por não ser avisada.
Mas os portugueses gostam de passar cheques em branco. Depois acontece o que abaixo
descrevo:
O GOLPE DO ANO!
“Acompanhado de uma belíssima mulher, o sujeito entrou na joalharia e
mandou que ela escolhesse a jóia que quisesse, sem se preocupar com o preço.
Examina daqui, experimenta uma, depois outra, ela, finalmente decide-se
por um colar de ouro com diamantes e rubis. Preço: 458 mil euros.
Ele manda embrulhar, saca um talão de cheques e começa a preencher.
Assina, destaca e ao estendê-lo, percebe a fisionomia constrangida e
preocupada do vendedor enquanto examina o cheque.
O cliente, então, num gesto de gentleman, toma a iniciativa:
-Vejo que está a pensar que o cheque pode não ter cobertura, não é?
É natural, eu também desconfiaria? Afinal, uma quantia tão grande...
Tudo bem, façamos o seguinte: hoje é sexta-feira e o banco já fechou,
você fica com o cheque e com a jóia, na segunda-feira vai ao banco, levanta o
dinheiro e manda entregar a jóia lá em casa desta senhora, ok?
Cheio de mesuras e agradecimentos pela compreensão, o vendedor
encaminha o casal até a saída, desejando-lhes um bom fim-de-semana.
Na segunda-feira, o vendedor liga ao cliente para dizer-lhe que,
infelizmente, deveria ter havido algum equívoco do banco pois o cheque não
tinha cobertura.
Ouviu, então, uma voz meio sonolenta:
Não há problema! Pode rasgar o cheque que eu já comi a gaja...”
PS – Depois de vermos o que Passos Coelho fez a este País só nos falta
ouvir a frase: já os comi.

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