Sempre me interessei pela história de Portugal. Na escola primária, não
fui além dela, a não ser aos trinta e nove anos de idade, resolvi fazer a sexta
classe por interesse profissional. Gostava de todas as disciplinas. Mas a de história
delirava com as conquistas de D. Afonso Henriques, com a dignidade de Egas
Moniz, que foi a Toledo de corda ao pescoço, juntamente com sua família, pôr nas
mãos de Afonso VII as suas vidas pelo não cumprimento da palavra de D. Afonso Henriques.
Do cerco a Monção, em que Deuladeu Martins depois de gastos todos os víveres, atirou pelas muralhas do Castelo, os restos, querendo demonstrar que estavam bem providos desses mantimentos fazendo com que os Espanhóis levantassem o cerco.
Da Padeira de Aljubarrota que com a pá de meter ao forno o pão aviou uns quantos Espanhóis.
De Maria da Fonte que discordando do governo cartista presidido António Bernardo da Costa Cabral que originou numa rebelião que deflagrou no Minho em Abril de 1846, iniciada por um grupo de mulheres lideradas por Maria da Fonte, assim chamada por ser oriunda de Fonte Arcada.
A
causa para a rebelião foram as leis da saúde de Novembro de 1845 que, entre
outras disposições, proibiam os enterramentos nas igrejas como sempre se fizera
até aí, confinando-os aos cemitérios.
Dos descobrimentos em que demos ao Mundo outros conhecimentos e outra doutrina e que demonstramos que havia mundo para além do Cabo da Boa Esperança nos alegados domínios do Adamastor.
Combatemos Reinos e Reinados sempre com uma valentia tanto nas vitórias como nas derrotas.
Em mil seiscentos e quarenta a um Dezembro tornar-mo-nos independentes do jugo da dinastia Filipina que nos impusera durante sessenta anos. Atiramos pela janela quem não quis sair pela porta com honra.
Derrubou-se a cinco de Outubro uma Monarquia obsoleta, corrupta, em que o povo não passava de uns burros de feira.
A partir daí celebraram-se estas duas datas, um de Dezembro e cinco de Outubro, como de cartas de alforria se tratasse.
A tudo isto vibraram os nossos antepassados com sacrifício da própria vida. Passados estes anos quem nos representa tem medo do povo que se sente enganado e oprimido e o que quer ouvir e ver é uma Maria da Fonte, uma Padeira de Aljubarrota ou uma Deuladeu Martins.
Em vez disso vemos em quem confiamos o destino deste País a fugir. Um para fora do País outro para um recinto fechado para não ser confrontados por quem confiou neles.
Estou em crer que de tanto fugir vão ser expulsos para sempre deste País ou vai-lhes acontecer ser atirados pela janela.
Do cerco a Monção, em que Deuladeu Martins depois de gastos todos os víveres, atirou pelas muralhas do Castelo, os restos, querendo demonstrar que estavam bem providos desses mantimentos fazendo com que os Espanhóis levantassem o cerco.
Da Padeira de Aljubarrota que com a pá de meter ao forno o pão aviou uns quantos Espanhóis.
De Maria da Fonte que discordando do governo cartista presidido António Bernardo da Costa Cabral que originou numa rebelião que deflagrou no Minho em Abril de 1846, iniciada por um grupo de mulheres lideradas por Maria da Fonte, assim chamada por ser oriunda de Fonte Arcada.
Dos descobrimentos em que demos ao Mundo outros conhecimentos e outra doutrina e que demonstramos que havia mundo para além do Cabo da Boa Esperança nos alegados domínios do Adamastor.
Combatemos Reinos e Reinados sempre com uma valentia tanto nas vitórias como nas derrotas.
Em mil seiscentos e quarenta a um Dezembro tornar-mo-nos independentes do jugo da dinastia Filipina que nos impusera durante sessenta anos. Atiramos pela janela quem não quis sair pela porta com honra.
Derrubou-se a cinco de Outubro uma Monarquia obsoleta, corrupta, em que o povo não passava de uns burros de feira.
A partir daí celebraram-se estas duas datas, um de Dezembro e cinco de Outubro, como de cartas de alforria se tratasse.
A tudo isto vibraram os nossos antepassados com sacrifício da própria vida. Passados estes anos quem nos representa tem medo do povo que se sente enganado e oprimido e o que quer ouvir e ver é uma Maria da Fonte, uma Padeira de Aljubarrota ou uma Deuladeu Martins.
Em vez disso vemos em quem confiamos o destino deste País a fugir. Um para fora do País outro para um recinto fechado para não ser confrontados por quem confiou neles.
Estou em crer que de tanto fugir vão ser expulsos para sempre deste País ou vai-lhes acontecer ser atirados pela janela.

Sem comentários:
Enviar um comentário