Hoje através da comunicação social soube da sua morte. Há um ano e três quando se deslocou a Freamunde para ser condecorado como
Sócio Honorário da A. C. R. Pedaços de Nós constava-se que tinha problemas de saúde. Notava-se a sua fragilidade mas nunca se pensava que fosse por tão
pouco tempo. Sabe-se que a vida não é eterna.
Também quando se morre é usual perdoar todos os seus males e enaltecer as poucas virtudes que se têm. Não era o caso de Manuel António Pina. Via-se que irradiava bondade.
Fiz umas gravações da pequena festa que A. C. R. Pedaços de Nós lhe fez e fui-lhe pedir autorização para fazer uso da sua imagem num vídeo que tencionava fazer, como faço com a maioria de quem filmo e, foi-me dito com uma simpatia admirável que estava autorizado e nem era preciso a pedir.
Também quando se morre é usual perdoar todos os seus males e enaltecer as poucas virtudes que se têm. Não era o caso de Manuel António Pina. Via-se que irradiava bondade.
Fiz umas gravações da pequena festa que A. C. R. Pedaços de Nós lhe fez e fui-lhe pedir autorização para fazer uso da sua imagem num vídeo que tencionava fazer, como faço com a maioria de quem filmo e, foi-me dito com uma simpatia admirável que estava autorizado e nem era preciso a pedir.
Comecei a admirá-lo pelos textos, "Por outras Palavras", que escrevia na última página do
Jornal de Notícias. Nunca percebi porque era na última página.
O que é certo é que todos dias lá ia ao JN para ler o artigo. Aliás, faço-o com dois jornalistas que para mim são o melhor que há no jornalismo português: Manuel António Pina no JN e Ferreira Fernandes no DN.
Há tempos que não via os artigos de Manuel António Pina e alguma coisa me dizia que algo se estava a passar. Sei que os seus escritos incomodavam muita gente e pensava que alguém conotado com o governo o queria calar nunca pensando que era um ser superior que o ia calar para sempre.
O Blogue Coisas que Podem Acontecer, na minha pessoa, envia à viúva, restante família e amigos mais próximos os sinceros pêsames.
Pessoas assim não morrem. Desaparecem.
O que é certo é que todos dias lá ia ao JN para ler o artigo. Aliás, faço-o com dois jornalistas que para mim são o melhor que há no jornalismo português: Manuel António Pina no JN e Ferreira Fernandes no DN.
Há tempos que não via os artigos de Manuel António Pina e alguma coisa me dizia que algo se estava a passar. Sei que os seus escritos incomodavam muita gente e pensava que alguém conotado com o governo o queria calar nunca pensando que era um ser superior que o ia calar para sempre.
O Blogue Coisas que Podem Acontecer, na minha pessoa, envia à viúva, restante família e amigos mais próximos os sinceros pêsames.
Pessoas assim não morrem. Desaparecem.

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