A comunicação social portuguesa quer escrita, vista ou falada está pela rua da amargura. Não sei onde esta rua está situada mas… tudo indica que ela existe. Isso indica!
Todos os dias somos massacrados com notícias díspares. Uma grande parte dos portugueses deixou de comprar jornais. Uns para poupar mais uns euros ao fim do mês, outros porque não estão para ler disparates. Estou no grupo dos primeiros. Tomo conhecimento das notícias dos jornais através da Internet e como disse poupo uns euros.
Tudo para eles serve para noticiar. Em tempos antes de sair as notícias havia direito ao contraditório. Assim é que era notícia. A parte que era mencionada tinha direito à sua versão se entendesse que sim. Não como agora. Tudo que lhes dizem as fontes anónimas sai em primeiro mão e o lesado que prove que não é assim. Mesmo depois de provado o impacto é menor porque revelam esse desmentido em parangona menor e num lugar de menor importância do jornal. Estou em crer que não vai faltar muito para estes pedidos de desmentidos comecem a ser divulgados nos anúncios de sexo, como a maioria dos jornais portugueses são useiros e vezeiros neste tipo de publicidade. É que os directores dos jornais julgam que todos são como eles.
Noticiam de tudo e de tudo sabem! São como os treinadores de bancada que acertam sempre depois do jogo acabado. Não admira que depois sofram dissabores pelas “notícias” dadas. Aliás o intuito deles é que seja só notícia. Porque a veracidade para os jornalistas é coisa de somenos importância. O que interessa é vender o papel. Antigamente os jornais depois de lidos serviam para algo, hoje nem para isso. As castanhas têm outros adereços para serem embrulhadas e com o evento do papel higiénico os jornais perderam concorrência.
A maioria dos jornalistas deviam ser adaptados nos WC púbicos ou nas áreas de serviço. De certeza que a selecção era fácil de fazer.

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