domingo, 19 de fevereiro de 2012

O povo há muito que está descontente:



José Saramago faleceu a 18.06.2010 e já nessa data tecia várias considerações à democracia, no entender dele ela sofre de autenticidade. Se hoje fosse vivo e como o governo de Passos Coelho trata os portugueses o que ele não diria! Os acomodados do regime podiam pensar nas palavras de homens como Saramago e Manolis Glezos. 

Não era de armas, as que possuía era: a escrita e as sua voz. Estes fedelhos que nos governam quando chegarem à idade – se chegarem – deles são recordados como os malfeitores que só governaram em seu proveito e dos amigalhaços. O povo vai pedir-lhes explicações.

Há dias Cavaco Silva teve medo de se confrontar com umas centenas de miúdos. Hoje Passos Coelho, com segurança reforçada, enfrentou-os porque os seus assessores não se precaveram do que lhe estava reservado. Se soubesse tinha argumentado uma qualquer desculpa para não comparecer. 
Prevejo que vão rolar cabeças como aconteceu com os jornalistas que foram saneados da RDP e TVI que filmou a conversa dos ministros das finanças de Portugal e Alemanha. O que mais me dava prazer era um deles ser o Rui Batista. No governo de José Sócrates todos os domingos, era o escolhido, para comentar as notícias dos jornais na RTPN e descascava forte e feio com as medidas tomadas pelo então governo. Hoje parece mais um segurança. O que faz lutar por um tacho. Manada de mamões e aldrabões.            

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