Esta é (supostamente) uma história verídica passada na zona de Lisboa.
Há pouco tempo, um homem percebeu que havia pessoas dentro da sua garagem, em Lisboa, a roubar.
Ligou para o 112, atende a polícia, mas disseram que não havia ninguém por perto para ajudar, que mandariam alguém assim que possível. Desligou.
Uns minutos depois, ligou novamente e disse: "Olá, eu liguei há bocado porque estavam pessoas a assaltar a minha garagem. Já não é preciso virem depressa, porque eu matei-os...".
Passado pouco tempo, estavam meia dúzia de carros da polícia na área, uma ambulância e uma unidade do INEM. Os ladrões foram apanhados em flagrante.
Um dos polícias disse: "Pensei que tivesse dito que os tinha morto!", ao que o senhor respondeu:
"Pensei que tinha dito que não havia ninguém disponível."
Há pouco tempo, um homem percebeu que havia pessoas dentro da sua garagem, em Lisboa, a roubar.
Ligou para o 112, atende a polícia, mas disseram que não havia ninguém por perto para ajudar, que mandariam alguém assim que possível. Desligou.
Uns minutos depois, ligou novamente e disse: "Olá, eu liguei há bocado porque estavam pessoas a assaltar a minha garagem. Já não é preciso virem depressa, porque eu matei-os...".
Passado pouco tempo, estavam meia dúzia de carros da polícia na área, uma ambulância e uma unidade do INEM. Os ladrões foram apanhados em flagrante.
Um dos polícias disse: "Pensei que tivesse dito que os tinha morto!", ao que o senhor respondeu:
"Pensei que tinha dito que não havia ninguém disponível."
É assim, quando precisarem já sabem.
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Estava o Joãozinho e a Maria nus, a tomar banho de mangueira no quintal.
Cansada de ver o Joãozinho a brincar com o seu "brinquedo" a Maria diz:
- Joãozinho… também quero mexer no teu brinquedo!
Olhando desconfiado, o Joãozinho responde:
- Nem pensar! Já partiste o teu a meio, agora queres partir o meu...
Um homem chega a casa do trabalho e diz para a esposa: tenho uma dor aqui. A esposa perguntou? - Aí … aonde!
Depois de acenar-lhe a dizer o sítio, diz a esposa: - tens de ir ao médico porque isso também me pertence. O marido recusou-se. A insistência da mulher convenceu-o.
No outro dia a esposa acompanhou o marido na ida à consulta porque o marido era bastante púdico.
Já no consultório, depois de saber que era por causa de uma dor, o médico pergunta?
- Qual é era o sítio ao que o homem acenava para baixo.
Pergunta o médico: - Nos joelhos? O paciente continuava a acenar para baixo.
Diz o médico.- Nos pés?
Ao que a esposa respondeu. - Senhor doutor é nos deputados.
- Diz o médico, se é isso receito uns comprimidos e passa dentro de dias.
Passado uns dias o médico encontrou a esposa do paciente na rua e perguntou se tinha resultado, ao que a esposa respondeu: - senhor doutor nos deputados resultou mas o “primeiro-ministro” não levanta a cabeça!

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