A seguinte notícia recolheu 5 comentários:
Trata-se apenas da mais importante prova da estratégia de continuada mentira que o PSD e o CDS seguiram na preparação para o derrube do anterior Governo, na campanha eleitoral e mesmo depois de terem conquistado o poder. Vindo da UTAO, um grupo de técnicos independentes, a informação confirma que a execução orçamental de 2011 ia no caminho certo da redução das despesas quando foi interrompida por uma crise política que foi catastrófica para as receitas.
Eis a evidência: caso o actual Presidente da República – que se pavoneia como mestre de Economia e Finanças, e que, portanto, sabia melhor do que ninguém quais seriam as consequências de ir para eleições naquele tempo e naquelas circunstâncias – tivesse algum tipo de respeito por Portugal e pelos portugueses, jamais teria patrocinado o derrube do Governo no pior momento para os nossos interesses, antes teria feito das tripas coração de forma a promover uma solução que permitisse atravessar a tempestade europeia nas melhores condições possíveis. Cavaco teria realmente cumprido com a sua palavra, tantas vezes repetida, em vez de a violar literalmente na primeira oportunidade.
Eis a evidência: caso o actual Presidente da República – que se pavoneia como mestre de Economia e Finanças, e que, portanto, sabia melhor do que ninguém quais seriam as consequências de ir para eleições naquele tempo e naquelas circunstâncias – tivesse algum tipo de respeito por Portugal e pelos portugueses, jamais teria patrocinado o derrube do Governo no pior momento para os nossos interesses, antes teria feito das tripas coração de forma a promover uma solução que permitisse atravessar a tempestade europeia nas melhores condições possíveis. Cavaco teria realmente cumprido com a sua palavra, tantas vezes repetida, em vez de a violar literalmente na primeira oportunidade.
E eis outra evidência: caso os actuais políticos que lideram o PSD e o CDS tivessem algum tipo de respeito a Portugal e aos portugueses, pediriam desculpa pelos colossais prejuízos causados pela sua colossal cobiça.
Finalmente, eis a última evidência: fazer política neste país, para o bem ou para o mal, passa por compreender o humilhante fenómeno de apenas se encontrarem 5 comentários nesta notícia e 500 ou 1000 numa outra qualquer que permita a orgia populista dos assassinatos de carácter apontados a políticos seleccionados.
Sem comentários:
Enviar um comentário