Acho que chamamos a isso propaganda e lavagem cerebral ao serviço de crimes de guerra — a maioria das pessoas que trabalham nos portais de comunicação ocidentais devem sentar-se no banco dos réus em Haia por conspirarem para facilitar crimes contra a humanidade."
Umas de maior importância que outras. Outrora assim acontecia. É por isso que gosto de as relatar para os mais novos saberem o que fizeram os seus antepassados. Conseguiram fazer de uma coutada, uma aldeia, depois uma vila e, hoje uma cidade, que em tempos primórdios se chamou Fredemundus. «(Frieden, Paz) (Munde, Protecção).» Mais tarde Freamunde. "Acarinhem-na. Ela vem dos pedregulhos e das lutas tribais, cansada do percurso e dos homens. Ela vem do tempo para vencer o Tempo."
Rádio Freamunde
https://radiofreamunde.pt/
domingo, 29 de março de 2026
Já reparou que, no The Guardian:
Mas quando os Estados vassalos dos EUA discutem a forma de avançar com os objetivos de guerra dos EUA/Israel, ponderando (por exemplo) como forçar a abertura do Estreito de Ormuz, diz-se que estão empenhados em tomar «medidas adequadas» [e todas as imagens mostram pessoas calmas em fatos sóbrios]
Reparem como o Ocidente chama incessantemente à invasão da Ucrânia pela Rússia um crime «brutal, não provocado e ilegal», mas nunca consegue dizer o mesmo sobre os ataques dos EUA/Israel ao Irão?
Reparem como os meios de comunicação ocidentais consideram o lançamento de mísseis pelo Iémen uma «escalada perigosa», mas sorriem alegremente com a ideia de Volodymyr Zelenskyy comprometer a Ucrânia a ajudar militarmente os Emirados Árabes Unidos? Os mesmos EAU que mantêm um apoio brutal e ilegal ao genocídio das RSF em Darfur?
Reparem como Zelenskyy se enfurece contra as restrições (muito limitadas) impostas (pelos seus patrocinadores) à Ucrânia na sua guerra contra a Rússia, com o argumento de que lhes deveria ser permitido fazer o que quisessem para resistir a uma invasão ilegal, mas junta-se ao coro de condenação contra o Irão quando este tenta defender-se?
Reparem como Zelenskyy se faz de vítima na Ucrânia, mas se posiciona contra as vítimas na Palestina, no Irão, no Líbano, na Síria e no Sudão?
Reparem como a classe política e mediática ocidental ficou indignada com a repressão contra os manifestantes iranianos, mas não tem nada a dizer sobre os manifestantes anti-guerra israelitas que são espancados, detidos e dispersados em Telavive?
É quase como se as únicas pessoas que alguma vez são legitimadas nos meios de comunicação ocidentais fossem os EUA e Israel e as únicas vidas que REALMENTE IMPORTAM fossem as vidas israelitas.
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