Rádio Freamunde

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

A cronologia vitoriosa dos chips das máquinas de lavar…

(Maria Manuela, in Facebook, 23/02/2026, Revisão da Estátua) 

Imagem gerada por IA

Há quatro anos atras, a Rússia avisou os EUA e o Reino unido que não permitiria a inclusão da Ucrânia na NATO, assim como, e após o volte-face do Ocidente aos acordos de Minsk, estava disposta a reconhecer as repúblicas independentes de Luhansk e de Donetsk, ambas alvo de crimes de genocídio étnico por parte de Kiev.

Há quatro anos atrás, Bidé – o senil macabro -, desdenhou dos avisos do Kremlin, crente de que uma invasão da Ucrânia pela Federação Russa seria o epílogo ansiosamente aguardado e amplamente planeado, para acabar com o regime de Moscovo.

Afinal, desde a revolta colorida de Maiden, da destituição do presidente eleito, da nomeação de um comediante corrupto para o seu lugar, das afrontas e dos actos criminosos cirurgicamente planeados e executados contra a população russófona do Donbass, da alteração da constituição ucraniana para incluir a adesão à NATO como requisito fundamental, até à instalação de bases da CIA na fronteira com a Rússia e ao armamento intensivo dos nazis que agora faziam parte do exército de Kiev, TUDO havia sido minuciosamente planeado, aguardando simplesmente o BASTA do Kremlin para esmagar um país que, segundo vários “analistas” sem vergonha mas com muita marreca, possuía um exército sem botas, sem meias, sem mapas atualizados, sem armamento moderno e, cujos soldados, tinham aprendido a usar armas na Wikipédia.

Mesmo a corrupta e belicista alemã da Comissão Europeia chegou a declarar em público que a Rússia “desmanchava máquinas de lavar roupa para conseguir chips para o armamento”.

A REALIDADE, a única realidade, é que volvidos estes quatro anos e agora já TRANSPARENTE e ASSUMIDO o envolvimento da NATO na guerra, os factos mostram-nos:

– Quatro oblasts da Ucrânia integrados na Federação Russa.

– Uma Ucrânia depauperada de soldados e de armamento.

– Kiev no seu esplendor corrupto.

– A EUROPA exaurida económica e militarmente.

– Os EUA a deixarem de financiar a Ucrânia.

– A NATO, ou não fosse representada por um pseudo homem, de cócaras perante os ditames norte-americanos.

– A Federação Russa a manter, e mesmo a aumentar, o seu desenvolvimento militar.

– Cada vez mais países europeus a afastarem-se de Bruxelas cientes da sua incomensurável estupidez e incapacidade.

Há quatro anos atrás, ESTA União Europeia de eunucos incompetentes, deixou que os EUA usassem o seu braço armado – a NATO – para criar uma guerra proxi com a Federação Russa no território ucraniano, relegando quer o facto da VIZINHANÇA imutável da Rússia, quer sobretudo a IMENSA mais-valia que de lá fluía em combustíveis, em capital e em materiais valiosos.

Hoje, Bruxelas, e TODOS NÓS, somos relegados para o canto infame onde coabitam os cobardes com os subalternos, e mandam os lunáticos que tentam desalmadamente polarizar a REALIDADE com lentes virtuais. Uns infelizes.


Os patetas na festa de anos sem força para apagar as velas…

(Maria Manuela, in Facebook, 23/02/2026, Revisão da Estátua)

Imagem gerada por IA

Este aniversário do 4.º ano da operação militar especial da Rússia na Ucrânia contra a NATO está no mínimo a ser hilariante.

Ele é o Bosta, de novo gordo e anafado como um suíno, que em conjunto com a Pústula Vonderlata vão numa excursão sem acompanhantes a Kiev oferecer uma mão cheia de nada.

Ele são os coligados da triste figura a fazerem o que melhor sabem: figura de idiotas.

Ele é o larilas da NATO a fazer peito a Putin mas do aconchego do seu covil.

Ele são uma cambada de prefessorecos de universidades de meia tigela, em cursos sem sequer tigela serem, a fazerem pela viduxa afirmando as maiores bacoradas sobre a Rússia e sobre a realidade da guerra, na esperança de conseguirem subir um degrau numa carreira de merda.

Ele são os pivots televisivos a porem-se em bicos de pés para demonstrar que lambem melhor, que o colega do horário anterior, as partes dos patrões.

Ele são os generais e coronéis de caserna, a esganarem-se por acrescentar um extra à reforma conseguida sem mérito, demonstrando a sua faceta assumidíssima de invertebrados pegajosos.

Ele é, por último, uma catrefa de adeptos e apoiantes do Zé cocaína que percebem, enfim, a figura de imbecis que têm andado a fazer. Ou não, o que é ainda mais lastimável.

Do blogue Estátua de Sal

A IMPOSSÍVEL DEFESA NA OPERAÇÃO MARQUÊS:

Sara Moreira procedeu como um advogado deve proceder em tais - e tão raras - circunstâncias, nas quais o tribunal, com apoio da acusação, inviabiliza simplesmente a defesa.
Desde a hostilização desconsiderante de Pedro Delille, até à pretensa defesa oficiosa, com a qual se visou substituir o segundo defensor mandatado, durante o período de doença deste, até aos dez dias dados a Sara Moreira, do que se trata, agora indesmentivelmente, é da inviabilização da defesa.
O primeiro defensor retira-se e renuncia como forma de protesto, por ter sido alvejado por imputações acrimoniosas, mais características de uma crise de nervos e menos de acto decisório compatível com a preservação de referências normativas mínimas, como em recursos interpostos ficou dito.
Os outros dois defensores fazem o mesmo. Um por ter sido substituído, em período de doença, por figurante que não fazia, nem podia fazer, a menor ideia do processo onde intervinha. Isso forçando o advogado titular a devolver a liberdade aos poderes de constituição de mandato, para pôr termo àquilo. E a terceira, por lhe ser recusado o tempo necessário à preparação da defesa.
Vamos no terceiro defensor constituído cujo exercício é inviabilizado neste tribunal. Em processo com comissão de acompanhamento do CSM.
A comissão de acompanhamento é, no mínimo, o seguimento dos trabalhos pelo organismo competente para a colocação dos juízes, para a sua inspecção, classificação de serviço, sancionamento disciplinar e promoção.
Uma tal comissão, de confessada existência, é aberração em si mesma e por si só, face à exigência normativa do tribunal independente.
De salientar o papel do bastonário Massano, deslocando-se a tribunal (!) para apoiar a defensora oficiosa face à imputação do desempenho do papel de comparsa passiva.
E desde o arremedo de julgamento do assassinado Ceaucescu, que não se via um pretenso defensor a atacar o arguido.
Aqui, veio a pretensa defensora, em declarações públicas, imputar ao arguido a responsabilidade por não estar a ser defendido. Por não a ter contactado, disse, como se isso pudesse exigir-se a quem tinha defensor constituído e como se pudesse fazer alguma diferença pela positiva, naquelas circunstâncias, contactar ou não tal personagem.
E o bastonário veio atacar em público o defensor constituído, doente, ameaçando-o de processo disciplinar. Coisa nunca vista. Felizmente Massano calou-se, quando o atacado dele participou disciplinarmente ao Conselho Superior da Ordem, como não podia deixar de ser.
Agora o tribunal colectivo solicita à Ordem a nomeação de um oficioso, capaz de suprir a impossibilidade de conformação dos advogados face à recusa do tempo necessário à preparação da defesa.
Quer passar do comprometimento implícito, manifestado por Massano, dir-se-ia abusivamente, ao comprometimento expresso da Ordem.
Solicita um oficioso com a aptidão para - à imagem da oficiosa anterior, nisso apoiada pelo bastonário Massano - aceitar o papel de figurante passivo, assegurando uma pretensa defesa, sem tempo para conhecer os autos. E pretende-se agora, ab initio, o apoio da Ordem ao desejado figurante.
Ou seja, pretende-se uma defesa das aparências útil ao tribunal. Na radical impossibilidade, assim assegurada, da defesa material efectiva exigida pela norma.
Isso, a consumar-se uma tal aceitação, não andará longe da indiciação do crime de prevaricação de advogado. Os advogados não podem prejudicar - por conduta livre e voluntária - interesses cuja defesa lhes foi confiada.
Vai ser interessante saber quanto fará a Ordem, porque a pretensão do tribunal, se mais não houvesse, está completamente fora das previsões da Lei do Apoio Judiciário. E estamos em terreno de Direito Público. Onde não haja permissão, há proibição.
Aceitará a Ordem dos Advogados o papel cujo desempenho o tribunal formalmente lhe solicita? O papel de cumplicidade na violação do direito à defesa efectiva, ao processo equitativo e ao tribunal independente, ou seja, o papel da violação dos Direitos Humanos?
Não tardaremos a sabê-lo.
Mas sabemos também que a legitimidade para a defesa dos Direitos do Homem é universal.
Todos os advogados podem recorrer - a meu modesto olhar - de qualquer acto onde tão nefasto comprometimento seja concedido, por qualquer órgão, ou cargo de estrutura, daquela Associação Pública.
Havendo recurso hierárquico isso suspenderá a decisão, se não nos falha o olhar.
E entre todos cuja legitimidade para recorrer não pode discutir-se, está, evidentemente, o próprio José Sócrates, cujos Direitos Fundamentais estão a ser tão obstinadamente violados.
Entretanto, o lumpen brama quanto o ensinaram a dizer: - "manobras dilatórias".
O lumpen exulta quando aprende uma nova expressão a alimentar-lhe a vacuidade moral, permitindo-lhe a sensação de perceber alguma coisa, onde jamais perceberá seja o que for.
Mas quanto restará de tudo isto há-de ser sempre a consistência moral de José Sócrates. A sua capacidade de resistência - porventura única - à indecência de uma perseguição sem nome, arrastada por doze anos.
Isto não é um processo. Realmente não. E a estas perseguições, em regra, só sobrevivem os perseguidos.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

O BRICS Pay:

Deixou de ser ideia distante e virou estrutura concreta. Não é uma “moeda única” do bloco, como muitos imaginam, mas um sistema de pagamentos que conecta os países do BRICS para que negociem entre si usando suas próprias moedas. Isso muda muita coisa. Significa menos dependência do dólar nas transações internas e mais autonomia para economias que representam uma fatia gigantesca da população e do comércio mundial.
O projeto ganha peso porque nasce inspirado no PIX brasileiro, que já provou na prática que pagamentos instantâneos podem funcionar em larga escala. O BRICS Pay usa tecnologia blockchain, promete processar milhares de transações por segundo e conectar bancos centrais e instituições financeiras dos países membros. A lógica é simples e estratégica: real, yuan, rúpia e outras moedas podem circular diretamente entre os parceiros, sem precisar passar pelo dólar como intermediário obrigatório.
Aqui entram dois nomes centrais. Lula, no plano político, sustenta a narrativa de que o Sul Global precisa mudar a lógica da economia mundial e negociar em condições mais equilibradas. Dilma Rousseff, à frente do Novo Banco de Desenvolvimento, dá base institucional ao projeto, organizando essa engrenagem financeira dentro do próprio bloco. Um articula, a outra estrutura.
Com a expansão do BRICS e a entrada de novos membros relevantes em energia e comércio, o sistema ganha ainda mais sentido. Não é um movimento explosivo de curto prazo, mas uma construção gradual que pode alterar a dinâmica das transações internacionais ao longo dos próximos anos. O BRICS Pay não é discurso. É infraestrutura. E infraestrutura, quando funciona, redefine poder.

QUATRO ANOS DEPOIS:

Quatro anos depois de fevereiro de 2022, a guerra já não é apenas uma guerra. É um espelho. E como todos os espelhos geopolíticos, não reflete apenas tanques e mapas - reflete erros estratégicos, ilusões acumuladas e a arrogância estrutural de blocos que acreditaram poder moldar a história à sua vontade.

Tudo começou muito antes de 2022. Muito antes das colunas militares atravessarem a fronteira da Ucrânia. Começou quando o espaço pós-URSS deixou de ser visto como zona de transição e passou a ser tratado como território disputável. Quando a expansão da NATO deixou de ser apenas um movimento defensivo e passou a ser percebida - em Moscovo - como avanço estrutural sobre a sua profundidade estratégica.

E depois veio 2014. A Crimeia - onde a frota russa já estava instalada há décadas - mudou de estatuto. O Donbass entrou em combustão lenta. Os acordos de Minsk tornaram-se papel diplomático sem executor real. A guerra começou ali, mas o mundo fingiu que ainda não era guerra.

Quatro anos depois da invasão em larga escala, a narrativa ocidental inicial - “sanções devastadoras”, “colapso iminente”, “isolamento total” - não produziu o desfecho prometido.

A Rússia não colapsou. Adaptou-se. Redirecionou energia para a Ásia. Expandiu laços com o BRICS. Militarizou a economia. Absorveu sanções. Converteu-se numa fortaleza estratégica. Tornou-se mais dependente da China? Sim. Mais fechada? Também. Mas não implodiu. A expectativa de que a pressão económica produziria mudança de regime revelou-se, no mínimo, otimista.

E a Europa? A União Europeia perdeu gás barato. Perdeu previsibilidade energética. Perdeu competitividade industrial relativa. Ganhou inflação, fragmentação política e um debate interno permanente sobre “até quando”. Reuniões sucessivas. Declarações firmes. Pacotes adicionais. Mais ajuda. Mais sanções. E sempre a sensação de que a solução está na próxima cimeira.

A ironia estratégica é esta: ao procurar enfraquecer Moscovo, a Europa expôs a sua própria vulnerabilidade estrutural - energética, industrial e até psicológica.

E Washington? Sob a administração de Joe Biden, a aposta foi clara: sustentar Kiev, preservar a coesão atlântica e transformar a Ucrânia num ponto de contenção estratégica. A leitura crítica sustenta que houve algo mais: a crença de que a guerra prolongada poderia esgotar a Rússia internamente.

Mas guerras de desgaste são jogos perigosos. Elas não obedecem a planos lineares. E os EUA, enquanto projetam poder externo, enfrentam fraturas internas profundas - políticas, sociais e fiscais - que limitam a capacidade de sustentar conflitos indefinidamente.

E a Ucrânia? É o território onde a tragédia é concreta. Economia devastada. Infraestruturas destruídas. Dependência financeira externa. Mobilização prolongada. Um Estado que sobrevive porque é financiado. O discurso moral internacional convive com uma realidade brutal: quanto mais a guerra se prolonga, mais o país se esgota.

Há quem diga que tudo isto poderia ter sido evitado se o Ocidente tivesse reconhecido as “linhas vermelhas” russas. Mas também há quem sustente que ceder teria sido legitimar esferas de influência e sacrificar soberania. A verdade desconfortável é que ambas as leituras contêm elementos válidos, mas a realidade prova que a segunda delas criou mais influência da Rússia no resto do Mundo. Ou seja, o medo do capitalismo ocidental de que a Rússia fosse demasiado boa economicamente para a Europa, transferiu-se para a economia global: China, Índia, Irão, etc.

Mas a expansão ocidental foi percebida em Moscovo como ameaça existencial. E, se a reação russa desprezou o princípio de integridade territorial foi porque temeu exatamente o contrário para o seu território e... antecipou-se. Duas lógicas estratégicas incompatíveis colidiram - e a Ucrânia tornou-se o campo de prova.

Quatro anos depois, o mundo parece mais dividido. De um lado, o bloco atlântico reforçado militarmente, mas economicamente pressionado. Do outro, uma Rússia mais isolada do Ocidente, porém integrada num eixo euroasiático em consolidação. E ao fundo, a China cresce, observa, negocia, acumula influência e evita envolvimento direto. A Multipolaridade apareceu e cresceu? Mas, se ainda não está estável, para lá caminha.

A tese mais controversa é esta: a continuidade da guerra já não depende apenas de Moscovo. Depende da disposição do Ocidente em reconhecer que a estratégia inicial - pressionar até à exaustão - não produziu a rendição esperada. Se a meta implícita foi forçar a Rússia a ceder ou fragmentar-se, o cálculo falhou. Se a meta foi preservar a Ucrânia como Estado soberano, o custo humano e material é colossal. Se a meta foi enfraquecer Moscovo, o resultado foi ambíguo: enfraquecida no Ocidente, viu-se reforçada na Ásia e no resto do Mundo.

Quatro anos depois, resta uma constatação irónica: O conflito que deveria reafirmar a ordem internacional acelerou a sua fragmentação. A tentativa de contenção produziu consolidação alternativa. A guerra que prometia solução rápida transformou-se em estrutura permanente.

E talvez a pergunta mais desconfortável não seja “quem ganhará?”, mas sim: Quem terá coragem de reconhecer que o erro estratégico foi mais do ocidente do que do coletivo - e que, embora nenhuma das potências envolvidas saia ilesa da sua própria convicção, quem está a pagar mais pela incongruência é a Europa e é, sobretudo, a Ucrânia?

Porque a História raramente pune apenas um lado.

João Gomes 

Que belos cromos à pala do orçamento:

(Eduardo Maltez Silva, in Facebook, 23/02/2026, Revisão da Estátua)

O Governo contrata por 11 mil euros, em ajuste direto, maquilhadores e cabeleireiros para embelezar a imagem do Governo. (é mesmo verdade, não é sátira, ver notícia aqui).

Porque quando a substância falha, entra a maquilhagem. Quando a política rebenta tudo, entra o styling. Quando a governação é incompetente, entra o verniz.

Este executivo especializou-se nisso: Cosmética Política.

Pegou no que estava a funcionar e implodiu. Pegou no que já estava frágil e deixou degradar.

E, no meio disto tudo, investe na única área onde tem mostrado verdadeira consistência: gestão de imagem e PowerPoints.

Tal como a Spinumviva operava na lógica do balcão de interesses, este Governo move-se com a mesma fluidez entre o público e o privado — sempre com uma bússola muito clara: quem ganha com isto no topo da pirâmide?

Enquanto isso:

— a saúde pública ficou muito pior.

— as negociatas e transferência de dinheiro da classe média para os mais ricos está nos máximos.

— os pacotes laborais para esmagar quem trabalha em nome dos lucros de quem manda são desenhados às escondidas.

— a habitação transforma-se num parque de extração para especuladores e bilionários.

Mas calma — a franja está impecável para a conferência de imprensa.

Isto não é governar…tal como a chuva falsa nos vídeos do CHEGA, isto é performance para enganar patetas.

Muito ruído. Muito enquadramento. Muito spin. Muito “a culpa era dos outros” E cada vez menos Estado a funcionar.

No fim do dia, a mensagem implícita é simples: não te veem como cidadão — veem-te como dador de votos que precisa de uma boa imagem no ecrã para não olhar demasiado para os números.

É o CHEGA 2.0, com menos tom de taberna, mais bem barbeado e com melhor maquilhagem.

Do blogue Estátua de Sal 

Ventos Semeados: Montenegro e a Cartada Desesperada

Ventos Semeados: Montenegro e a Cartada Desesperada:   A indigitação de Luís Neves como ministro da Administração Interna é mais uma demonstração do carácter de Luís Montenegro: um chico-espert...

Que escândalo!

 

Fonte: SICN

Um escândalo. Chamar conferências de impressa àquelas comunicações sem direito a perguntas.

Ah sim, e também há estes 11K em cabeleireiro e os 20K em Sport TV para o primeiro-ministro.

Mas conferências de imprensa?!

23/02/2026 by  

Do blogue Aventar