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Coisas que Podem Acontecer:
Umas de maior importância que outras. Outrora assim acontecia. É por isso que gosto de as relatar para os mais novos saberem o que fizeram os seus antepassados. Conseguiram fazer de uma coutada, uma aldeia, depois uma vila e, hoje uma cidade, que em tempos primórdios se chamou Fredemundus. «(Frieden, Paz) (Munde, Protecção).» Mais tarde Freamunde. "Acarinhem-na. Ela vem dos pedregulhos e das lutas tribais, cansada do percurso e dos homens. Ela vem do tempo para vencer o Tempo."
Rádio Freamunde
domingo, 8 de março de 2026
O CHEGA quer agora fazer o país acreditar que não sabia de nada:
Dominguice:
Passos Coelho disse que Montenegro era irresponsável, incapaz e que andava a querer brincar com o País. Isto aconteceu, e aconteceu depois de outras declarações assassinas contra o actual líder do PSD nas últimas semanas. Que significa? Que Passos acredita no que a sua claque anda a repetir desde 21 de Novembro de 2014: com ele no comando, é possível derrotar o 25 de Abril. Basta estar disponível para ir introduzindo cada vez mais violência na sociedade portuguesa. O Chega e a IL são os parceiros ideais para isso, o primeiro com os broncos na mão, o segundo com os patrões a babar. Não faltam polícias, procuradores e juízes prontos para repetirem o que se tornou a praxe desde 2004 – crimes cometidos por quem tem acesso a poderes totalitários que ficam sistematicamente impunes. O resto está controlado, uma imprensa toda alinhada à direita, sem excepção. Passos quer levar a sua criatura para S. Bento, ela provou ser capaz de explorar com inaudita eficácia os instintos mais sórdidos e desumanos. É a hora.
Como outros já disseram, vem aí o Diabo. No caso, um demónio que é a maior fraude da política portuguesa.
8 Março 2026 às 8:46 por Valupi
Do blogue Aspirina B
sábado, 7 de março de 2026
O povo norte-americano:
Foi vilmente traído nas suas mais profundas aspirações de trabalho, prosperidade e paz, pelo que as mil manifestações de náusea que brotam espontaneamente nas classes populares que fizeram o MAGA, só poderão ser consequentes se Trump for quanto antes afastado, afastado de qualquer maneira, pois a sua permanência no topo do regime de Washington acarreta mil perigos, não só para a sociedade norte-americana, como para a paz no mundo. De outro modo, paira o espectro de uma grande catástrofe sobre todos nós.
Imagina que a Democracia tem um “final feliz”:
(Luis Rocha, in Facebook, 05/03/2026, mural de António Reis, revisão Estátua )

Imagina que um homem extremamente bem relacionado te convida para almoçar. Não um almoço qualquer, claro. Um daqueles almoços onde a lista de convidados parece saída de um encontro entre a realeza, Wall Street, Hollywood e meia dúzia de políticos que juram nunca ter estado ali. Imagina que o anfitrião é educado, inteligente, simpático, daqueles que conhecem toda a gente e que, curiosamente, toda a gente parece conhecer.
Imagina que, a meio da tarde, o anfitrião te pergunta com a naturalidade de quem oferece café se queres uma massagem. Nada de estranho. Stress, agenda cheia, o mundo é duro para quem tem responsabilidades. Depois mostra-te uma sala com jovens raparigas que parecem ter saído de um catálogo de spa tropical.
Imagina que aceitas. Imagina que a massagem termina com um daqueles chamados “finais felizes” que, convenhamos, transformam rapidamente qualquer spa numa tese prática sobre hipocrisia humana. Oral, manual, talvez mais do que isso. Um momento breve de decadência privada entre adultos que, naquele instante, acreditam que ninguém está a ver.
Agora imagina que dias depois o teu anfitrião telefona. E com uma voz perfeitamente tranquila te informa que as jovens eram menores. E que, por acaso, tudo foi gravado. Parabéns. Acabaste de ser promovido a marioneta.
Agora imagina que és juiz. Estás a decidir um processo delicado do tipo pedofilia, corrupção, tráfico de influências ou evasão fiscal. O tipo de caso que aparece nos jornais, e faz os discursos sobre moralidade pública florescer como papoilas em Maio. Imagina que o telefone toca. Do outro lado está o teu antigo anfitrião. Não pede nada de forma direta, claro. Pessoas sofisticadas não fazem chantagem de forma vulgar. Limitam-se a recordar-te que a memória digital é uma coisa extraordinária. E que certos vídeos envelhecem muito mal.
Imagina agora que és político. Tens de votar legislação sobre controlo de armas, direitos laborais ou regulação ambiental. Discursos inflamados no parlamento, entrevistas televisivas, promessas de integridade. Tudo muito digno. Até te lembrares da sala de massagens. E da câmara no canto.
Imagina que és editor de um grande jornal. Um desses guardiões da verdade que escrevem editoriais sobre ética pública e civilização ocidental. E imagina que sabes que existe um ficheiro com o teu nome. Um ficheiro onde a tua dignidade aparece reduzida a meia hora de spa altamente comprometedora.
Agora imagina que o teu simpático anfitrião afinal não era apenas um milionário excêntrico com amigos influentes. Imagina que era um operador. Um ativo. Alguém financiado para recolher segredos, fragilidades e pecados de gente poderosa. Um colecionador de compromissos humanos embalados em vídeo. Um homem chamado Jeffrey Epstein.
Imagina também que a sua companheira, Ghislaine Maxwell, não era apenas uma socialite elegante, mas também filha de Robert Maxwell, figura rodeada durante décadas pela aura de colaboração com os serviços de inteligência israelitas. E imagina que, quando Robert Maxwell morreu, recebeu funeral com honras em Israel.
Mas claro, tudo isto são coincidências. A História adora coincidências. Imagina agora a dimensão da coleção. Príncipes, bilionários, senadores, governadores, jornalistas, juízes, académicos e até presidentes. Um verdadeiro museu das elites ocidentais. Alguns desses nomes surgiram publicamente. Outros ficaram convenientemente protegidos pela névoa jurídica e pelo silêncio institucional.
Depois imagina que um dia o colecionador morre numa prisão. Oficialmente suicídio. Câmaras que não funcionam. Guardas que dormem. Protocolos que falham todos ao mesmo tempo, como se a incompetência tivesse decidido fazer uma festa. E imagina que, pouco depois, desaparecem gravações. Desaparecem documentos. Desaparecem provas.
Porque revelar tudo seria… inconveniente. Não para a justiça, naturalmente, essa gosta de luz, mas para uma certa elite global que descobriria, de repente, que a moralidade pública tinha sido administrada por um clube privado de pecadores gravados em alta definição.
Imagina agora a última cena. Milhares de pessoas poderosas continuam nos seus cargos. Fazem discursos, votam leis, escrevem editoriais, tomam decisões sobre guerras, economia e liberdade. E talvez algumas delas, quando o telefone toca à noite, sintam aquele frio muito particular na espinha.
Não é culpa. Não é arrependimento. É apenas a lembrança de que algures pode existir um vídeo.
E que, no grande teatro da política mundial, a democracia pode até parecer um sistema de governo. Mas às vezes funciona mais como um espectáculo de marionetas.
Do blogue Estátua de Sal
A decisão de Donald Trump:
sexta-feira, 6 de março de 2026
Neste dia, a 6 de Março de 1921:




