Rádio Freamunde

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sábado, 7 de março de 2026

O povo norte-americano:

Foi vilmente traído nas suas mais profundas aspirações de trabalho, prosperidade e paz, pelo que as mil manifestações de náusea que brotam espontaneamente nas classes populares que fizeram o MAGA, só poderão ser consequentes se Trump for quanto antes afastado, afastado de qualquer maneira, pois a sua permanência no topo do regime de Washington acarreta mil perigos, não só para a sociedade norte-americana, como para a paz no mundo. De outro modo, paira o espectro de uma grande catástrofe sobre todos nós.

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Miguel Castelo Branco

Imagina que a Democracia tem um “final feliz”:

(Luis Rocha, in Facebook, 05/03/2026, mural de António Reis, revisão Estátua ) 

Imagina que um homem extremamente bem relacionado te convida para almoçar. Não um almoço qualquer, claro. Um daqueles almoços onde a lista de convidados parece saída de um encontro entre a realeza, Wall Street, Hollywood e meia dúzia de políticos que juram nunca ter estado ali. Imagina que o anfitrião é educado, inteligente, simpático, daqueles que conhecem toda a gente e que, curiosamente, toda a gente parece conhecer.

Imagina que, a meio da tarde, o anfitrião te pergunta com a naturalidade de quem oferece café se queres uma massagem. Nada de estranho. Stress, agenda cheia, o mundo é duro para quem tem responsabilidades. Depois mostra-te uma sala com jovens raparigas que parecem ter saído de um catálogo de spa tropical.

Imagina que aceitas. Imagina que a massagem termina com um daqueles chamados “finais felizes” que, convenhamos, transformam rapidamente qualquer spa numa tese prática sobre hipocrisia humana. Oral, manual, talvez mais do que isso. Um momento breve de decadência privada entre adultos que, naquele instante, acreditam que ninguém está a ver.

Agora imagina que dias depois o teu anfitrião telefona. E com uma voz perfeitamente tranquila te informa que as jovens eram menores. E que, por acaso, tudo foi gravado. Parabéns. Acabaste de ser promovido a marioneta.

Agora imagina que és juiz. Estás a decidir um processo delicado do tipo pedofilia, corrupção, tráfico de influências ou evasão fiscal. O tipo de caso que aparece nos jornais, e faz os discursos sobre moralidade pública florescer como papoilas em Maio. Imagina que o telefone toca. Do outro lado está o teu antigo anfitrião. Não pede nada de forma direta, claro. Pessoas sofisticadas não fazem chantagem de forma vulgar. Limitam-se a recordar-te que a memória digital é uma coisa extraordinária. E que certos vídeos envelhecem muito mal.

Imagina agora que és político. Tens de votar legislação sobre controlo de armas, direitos laborais ou regulação ambiental. Discursos inflamados no parlamento, entrevistas televisivas, promessas de integridade. Tudo muito digno. Até te lembrares da sala de massagens. E da câmara no canto.

Imagina que és editor de um grande jornal. Um desses guardiões da verdade que escrevem editoriais sobre ética pública e civilização ocidental. E imagina que sabes que existe um ficheiro com o teu nome. Um ficheiro onde a tua dignidade aparece reduzida a meia hora de spa altamente comprometedora.

Agora imagina que o teu simpático anfitrião afinal não era apenas um milionário excêntrico com amigos influentes. Imagina que era um operador. Um ativo. Alguém financiado para recolher segredos, fragilidades e pecados de gente poderosa. Um colecionador de compromissos humanos embalados em vídeo. Um homem chamado Jeffrey Epstein.

Imagina também que a sua companheira, Ghislaine Maxwell, não era apenas uma socialite elegante, mas também filha de Robert Maxwell, figura rodeada durante décadas pela aura de colaboração com os serviços de inteligência israelitas. E imagina que, quando Robert Maxwell morreu, recebeu funeral com honras em Israel.

Mas claro, tudo isto são coincidências. A História adora coincidências. Imagina agora a dimensão da coleção. Príncipes, bilionários, senadores, governadores, jornalistas, juízes, académicos e até presidentes. Um verdadeiro museu das elites ocidentais. Alguns desses nomes surgiram publicamente. Outros ficaram convenientemente protegidos pela névoa jurídica e pelo silêncio institucional.

Depois imagina que um dia o colecionador morre numa prisão. Oficialmente suicídio. Câmaras que não funcionam. Guardas que dormem. Protocolos que falham todos ao mesmo tempo, como se a incompetência tivesse decidido fazer uma festa. E imagina que, pouco depois, desaparecem gravações. Desaparecem documentos. Desaparecem provas.

Porque revelar tudo seria… inconveniente. Não para a justiça, naturalmente, essa gosta de luz, mas para uma certa elite global que descobriria, de repente, que a moralidade pública tinha sido administrada por um clube privado de pecadores gravados em alta definição.

Imagina agora a última cena. Milhares de pessoas poderosas continuam nos seus cargos. Fazem discursos, votam leis, escrevem editoriais, tomam decisões sobre guerras, economia e liberdade. E talvez algumas delas, quando o telefone toca à noite, sintam aquele frio muito particular na espinha.

Não é culpa. Não é arrependimento. É apenas a lembrança de que algures pode existir um vídeo.

E que, no grande teatro da política mundial, a democracia pode até parecer um sistema de governo. Mas às vezes funciona mais como um espectáculo de marionetas.

Do blogue Estátua de Sal 

A decisão de Donald Trump:

De reunir líderes da América Latina sem convidar o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva levantou questionamentos imediatos no cenário diplomático internacional. Oficialmente, o encontro reúne aliados considerados próximos da estratégia política da Casa Branca na região. No entanto, nos bastidores da política internacional, muitos analistas interpretam a ausência de Lula de outra forma: mais do que uma simples escolha de convidados, pode ser uma tentativa clara de evitar a presença de um dos líderes mais experientes da diplomacia latino-americana.

Isso porque Lula construiu ao longo dos anos uma imagem de articulador internacional capaz de dialogar com diferentes blocos de poder, desde países do Ocidente até nações do chamado Sul Global. Em um momento de forte tensão geopolítica no mundo, principalmente envolvendo conflitos internacionais e disputas de influência entre grandes potências, a presença de um líder com perfil diplomático forte poderia alterar o tom de determinadas discussões dentro de um encontro político organizado por Washington.
Outro ponto que chama atenção é que o encontro promovido por Trump reúne principalmente líderes alinhados à sua visão política na região. Ao excluir o Brasil, a maior economia da América Latina e um dos países mais influentes do continente, a reunião acaba transmitindo a impressão de que o objetivo não é exatamente construir um diálogo amplo com toda a região, mas sim consolidar um grupo de governos mais próximos da estratégia geopolítica americana.
Por isso, para muitos observadores, a ausência de Lula pode estar longe de ser um simples detalhe. Ela pode indicar que Washington prefere evitar um interlocutor que tem histórico de negociar com diferentes polos de poder global, inclusive países como China, Rússia e membros do BRICS. Em outras palavras, em um cenário internacional cada vez mais complexo, a presença de um diplomata experiente como Lula poderia trazer para a mesa discussões que talvez não estivessem nos planos de quem organizou o encontro.

sexta-feira, 6 de março de 2026

Neste dia, a 6 de Março de 1921:

 

"Festa do Avante!"
Foi fundado o Partido Comunista Português, após uma série de reuniões na sede da Associação de Empregados de Escritório e fruto dos ecos da Revolução de Outubro na Rússia 4 anos antes.

Em 1922 aderiu à Internacional Comunista e em 1923 realizou o seu 1° congresso onde se estruturou nas linhas do modelo Leninista do centralismo democrático. O PCP viria a ser ilegalizado durante 48 anos, após o golpe militar de 1926, que instaurou uma ditadura militar em Portugal, passando por períodos muito difíceis devido às prisões e perseguições. Em alguns momentos contavam-se poucas dezenas de militantes ativos e todo o secretariado na cadeia. Especialmente depois das revoltas de 1934 e 1936, muitos dos seus militantes acabariam enviados para campos de concentração como o Tarrafal, em Cabo Verde, de onde boa parte não saiu com vida, incluindo o próprio secretário-geral (1929-42), Bento Gonçalves. Durante os 20 anos seguintes, devido à repressão, o partido não teve um secretário geral. Este reorganizar-se-ia durante e depois da 2ª guerra mundial e, apesar das vagas de prisões, foi crescendo em atividade, organizando greves com alguns milhares de operários e participando em movimentos antifascistas da época. Após a fuga de Peniche em 1960, Álvaro Cunhal seria eleito secretário-geral e, ainda antes da queda do regime, seria fundada a ARA (Ação Revolucionária Armada), que levaria a cabo ações militares contra a ditadura e de apoio aos movimentos de libertação africanos. Após o 25 de Abril, o PCP teve um papel fundamental no período revolucionário, apoiando os sucessivos governos provisórios que levaram a cabo o desmantelamento do estado fascista, a independência das colónias e a nacionalização de boa parte da economia, mas assumindo posições por vezes contraditórias e contrárias às dos trabalhadores em luta (como nas greves da TAP, CTT e Lisnave). Apesar do declínio, até hoje o PCP mantém uma importante posição na política portuguesa, participando na coligação CDU com Os Verdes. O PCP publica o jornal semanal "Avante!" e a revista bimensal "O Militante", além de possuir a editora "Edições Avante!" e de organizar anualmente a "Festa do Avante!"

Ataque de Trump-Netanyahu ao Irão repete golpe traiçoeiro de Hitler contra URSS:

(Por Atilio A. Boron in Diálogos do Sul, 04/03/2026)

– Donald Trump (cartoon): chrisinphilly5448 / Flickr
– Benjamin Netanyahu (cartoon): stillunusual / Flickr

Trump e Netanyahu são dois larápios que dispõem de um enorme arsenal de armas de todo tipo e que só não vão para a cadeia porque, há anos, travam guerras sem cessar.

Os dois “Estados canalhas” mais perigosos do mundo, Estados Unidos e Israel, lançaram um ataque surpresa contra alvos indiscriminados no Irão, tanto civis quanto militares. Em um ato de infame traição e desprezo pelas regras mais elementares da diplomacia, do Direito Internacional e da Carta das Nações Unidas, a agressão ocorreu enquanto Washington afirmava que seu governo estava negociando com Teerão.

Essa transição para a violência armada, enquanto ainda vigorava um acordo prévio entre os dois países, tem muitos antecedentes na história do sistema internacional. O mais conhecido talvez seja a traiçoeira punhalada pelas costas desferida por Adolf Hitler contra a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), com a fulminante ruptura do Pacto Molotov-Von Ribbentrop e a súbita invasão da URSS na chamada Operação Barbarossa.

Trump e Netanyahu são dois larápios que dispõem de um enorme arsenal de armas de todo tipo e que só não vão para a cadeia porque, há anos, travam guerras sem cessar.

São poucos os dados que permitem avaliar o alcance da agressão sofrida pelo Irão. Tampouco se sabe muito sobre os danos infligidos pela resposta iraniana a diferentes cidades de Israel e às numerosas bases militares que os Estados Unidos mantêm espalhadas pelo Golfo Pérsico. O aiatolá Ali Hoseiní Khamenei, líder supremo do Irão desde 1989, morreu nos ataques. No sábado (28), um mortífero bombardeio a uma escola primária de meninas na cidade de Minab, situada no sul do país, matou 175 pessoas, entre crianças e funcionários. Esse ataque só pode ter sido realizado a partir de uma convicção profunda por parte da liderança israelense: a de que os iranianos são uma “raça inferior”, assim como os palestinos, e que podem — e devem — ser mortos sem qualquer escrúpulo. E que as crianças, desde muito cedo, seriam, sem exceção, terroristas e assassinas em potencial, com as quais não se deve ter nenhum tipo de consideração.

A justificativa para o ataque combinado de Estados Unidos e Israel seria impedir que o Irão tenha acesso à fabricação de um arsenal de bombas atômicas. Para Washington e Tel Aviv, a segurança regional só pode ser garantida pelo monopólio atômico que o Ocidente proporcionou a Israel. Trata-se de uma premissa absurda, que cria as condições ideais para a interminável explosão de guerras e conflitos de toda natureza, além de atentados terroristas e da generalização da violência.

Até os ataques sofridos em junho de 2025, o Irão permitia inspeções periódicas de suas instalações nucleares por especialistas da Organização Internacional de Energia Atômica. Após os ataques lançados por Israel e Estados Unidos contra o país, essas permissões foram suspensas. Sobre isso, a imprensa falou — e muito —, em geral controlada pelo império e pela direita mundial, hoje identificada com o sionismo. O que essa mesma imprensa não destacou, porém, é que Israel jamais permitiu que esse organismo, ou qualquer missão ad hoc das Nações Unidas ou de outro organismo internacional, realizasse inspeções em suas instalações nucleares.

Em relatório recente, a Federação de Cientistas Estadunidenses estimou que Israel dispõe atualmente de 90 ogivas nucleares, contra zero do Irão e de qualquer outro país da Ásia Ocidental. É evidente que uma situação como essa não apenas é injusta, como também promove um nível permanente e crescente de assimetria militar na região. Israel, protegido pelos Estados Unidos, tem direito à defesa e à segurança; os demais países, não. O resultado: uma guerra interminável.

O objetivo da administração Trump e do regime racista israelense é a mudança de regime no Irão. Querem que o país retroceda e restaure a monarquia do xá Mohammad Reza Pahlavi, um sinistro tirano imposto pelos Estados Unidos depois que a CIA derrubou o governo do líder nacionalista e reformista Mohammad Mosaddeq, orquestrando o golpe de Estado de 19 de agosto de 1953 — o primeiro que “a agência” realizaria em sua história; o segundo seria o perpetrado contra Jacobo Arbenz, na Guatemala, em 27 de junho de 1954.

O herdeiro da coroa persa, Reza Ciro Pahlavi, vive em Maryland, perto de Langley (Virgínia), cidade onde se localizam os escritórios da CIA, de modo que tudo está à mão. Do exílio, o príncipe herdeiro inspirou-se no “patriotismo” de María Corina Machado, a inverossímil Prêmio Nobel da Paz que buscou por todos os meios que os Estados Unidos invadissem a Venezuela. Para sua surpresa, quando isso ocorreu em 3 de janeiro do corrente ano, não foi para chamá-la a assumir a presidência do país, mas para relegá-la a um discreto terceiro plano. Roma não paga traidores, diz o ditado — e muito menos alguém tão avarento quanto Trump.

Voltando ao caso iraniano, o príncipe herdeiro aplaudiu o ataque sofrido por seu país e conclamou as massas a se livrarem do “regime dos aiatolás”. Seu apelo parece ter caído em ouvidos moucos, pois os mais velhos lembram muito bem que a monarquia liderada por seu pai deixou para trás um rastro interminável de encarceramentos, exílios, torturas e execuções sumárias, além de colocar as riquezas do país, sobretudo o petróleo, em mãos estadunidenses. A revolução que pôs fim ao regime, em 1979, contou com um impressionante nível de apoio popular justamente em razão das tropelias e da brutalidade de seu pai. Parece pouco provável que o filho possa retornar nos ombros de uma enorme mobilização popular.

A guerra contra o Irão seguirá seu curso. Para os Estados Unidos, acabar com “o regime iraniano” é fundamental porque isso poderia complicar o abastecimento de petróleo à China, objetivo prioritário da política externa estadunidense. O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, condenou na rede social X a agressão dos Estados Unidos e de Israel, mas também, e sem qualquer qualificação, a represália lançada pelo Irão. Tanto aqueles quanto este seriam igualmente culpados, segundo Guterres. O agredido mereceria a mesma sanção que o agressor. O direito à legítima defesa desaparece na declaração de tão alto funcionário.

Quando muitos se perguntam sobre as causas da crise das Nações Unidas, a covardia e a submissão aos ditames do império por parte de seu secretário-geral oferecem uma boa pista para compreender a gênese do problema. Por isso, Trump, aspirante a ditador mundial, propôs-se, com seu clube de amigos — o Conselho da Paz —, a estabelecer em Gaza, a Gaza dos palestinos, um gigantesco Mar-a-Lago, onde se reunirá essa pandilha de megamilionários, estafadores e pedófilos com a pretensão de administrar a terra roubada dos palestinos como se fosse própria, substituindo o Conselho de Segurança da ONU na gestão cotidiana dessa operação imobiliária. Trump e seus sequazes terão um rude despertar, porque os palestinos não cessarão em sua tentativa de recuperar sua terra.

(*) Texto em português do Brasil, de acordo com a fonte aqui

Do blogue Estátua de Sal 

PROMINENTE BILIONÁRIO DOS UAE KHALAF AHMAD AL HABTOOR ACABA DE PUBLICAR UMA CARTA ABERTA PARA TRUMP. É BRUTAL:

“Quem lhe deu autoridade para arrastar a nossa região para uma guerra com o IRAN? Quem te deu permissão para transformar a nossa região num campo de batalha? ”

AL HABTOOR é uma figura importante: bilionário, antigo diplomata, voz política franca no Golfo. Quando ele fala, a liderança dos Emirados Árabes Unidos está ouvindo.
As perguntas dele:
* Essa decisão foi sua ou pressão de NETANYAHU?
* Calculou os danos colaterais antes de disparar?
* Você colocou os países do GCC no coração do perigo que eles não escolheram
* As suas iniciativas do "Board of Peace" foram financiadas pelos estados do Golfo. Agora estamos a ser atacados. Para onde foi aquele dinheiro?
* Você prometeu não wa.rs. Você conduziu operações em 7 países:
SOMÁLIA, IRAQUE, IEMEN, NIGÉRIA, SÍRIA, IRAN, VENEZUELA.
* 658 Airstr! kes no seu primeiro ano de volta = todo o período de BIDEN (que você criticou).
* A guerra custa $40-65 bilhões para operações, possivelmente $210 bilhões no total.
* Sua taxa de aprovação desceu 9% em 400 dias.
* Os AMERICANOS foram prometidos paz. Eles estão a receber wa.r financiados pelos seus impostos
A linha mais afiada: “Antes que a tinta seque na sua iniciativa do Conselho de Paz, encontramo-nos perante uma escalada militar que coloca em perigo toda a região. Então, para onde foram essas iniciativas? ”
AL HABTOOR não é um crítico qualquer. Ele é um estabelecimento. Ligado. Quando as elites dos Emirados Árabes Unidos começam a questionar publicamente a tomada de decisões de TRUMP, são os aliados árabes mais próximos da AMÉRICA dizendo "nós não nos inscrevemos para isto. ”
A carta termina: "A verdadeira liderança não é medida por decisões de guerra, mas sim pela sabedoria, respeito pelos outros e impulsionando para alcançar a paz. ”
Por: Retratos Da África