Rádio Freamunde

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segunda-feira, 16 de março de 2026

Trump passou meses zombando dos aliados europeus:

Disse que os Estados Unidos não precisavam da OTAN, criticou governos do continente e chegou a falar em tomar a Groenlândia, um território ligado à Dinamarca, como se Washington pudesse simplesmente impor sua vontade. O discurso era de força e autonomia total: os Estados Unidos fariam o que quisessem no cenário internacional, com ou sem apoio europeu. Só que a crise atual no Oriente Médio começou a expor um problema que antes ficava escondido nesse tipo de retórica.
Depois da escalada contra o Irã, Trump tentou mobilizar aliados para enviar navios militares e patrulhar o Estreito de Ormuz, uma rota por onde passa cerca de vinte por cento do petróleo do planeta. A resposta europeia foi dura. Alemanha, Itália e Grécia já recusaram participar da operação, deixando claro que não pretendem entrar em uma guerra que consideram não ser deles. Outros países ainda analisam a situação, mas o movimento inicial mostra que a disposição de seguir Washington automaticamente já não é a mesma.

O contraste chama atenção. O mesmo presidente que tratava aliados com desprezo e dizia que não precisava da OTAN agora tenta construir uma coalizão para sustentar uma operação militar sensível no Oriente Médio. E justamente nesse momento começam a aparecer as recusas. Na prática, a situação revela uma realidade da política internacional que nem sempre aparece nos discursos políticos: liderança global não se sustenta apenas com poder militar ou bravatas públicas. Ela depende também de confiança, alianças e disposição de outros países em seguir junto quando a crise realmente começa.

Moz na Diáspora

O FATTAH-2 DO IRÃO PARA NO AR, ESQUVA MAIS DE 10 INTERCEPTORES E ACERTE SEU ALVO COM PRECISÃO LETAL:

Um vídeo viral mostra o que os analistas acreditam ser o míssil hipersônico iraniano Fatah-2 fazendo algo que desafia tudo o que era conhecido sobre defesa antimísseis: parece parar no ar quando os interceptores se aproximam, muda bruscamente de direção, evita-os um a um, e depois lança-se contra seu alvo a uma velocidade que o olho mal consegue seguir.

O Fatah-2, colocado pela primeira vez em combate em 1o de março de 2026 durante a Operação Promessa Verdadeira IV, é a arma mais avançada do arsenal iraniano. Viaja para Mach 13-15 (até 18.000 km/h), tem um alcance de 1.500 km e usa um veículo de planeio hipersônico que desliza pela atmosfera manobrando em todas as direções.
A chave: ao contrário de um míssil balístico convencional que segue uma trajetória previsível, o Fatah-2 voa a baixa altitude, muda de curso em pleno voo e aproxima-se de ângulos inesperados. Interceptores como o Patriot viajam para Mach 4, Fatah-2 para Mach 15: é como tentar apanhar uma bala com as mãos.
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Um vice-presidente de Rafael, a principal empresa de defesa de Israel admitiu: "Mísseis hipersônicos abrem uma nova era. Para interceptar um objeto para Mach 10, precisaria de uma defesa para Mach 30, o que é impossível na atmosfera."
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Um estudo chinês publicado em 7 de março concluiu que os sistemas de defesa dos EUA não podem interceptar este tipo de armas de forma confiável.
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Local exato do vídeo principal não oficialmente confirmado. Mas relatos indicam pelo menos 3 impactos bem-sucedidos do Fatah-2 contra alvos israelenses de alto valor desde 1o de março.

Cimeira das Lajes – 16 de março de 2003:

Se na tarde de hoje, há 23 anos, tivessem estado na Ilha Terceira, na base das Lajes, os da fotografia, em vez dos quatro celerados que todos conhecemos, não teria havido a cimeira da guerra onde, em macabra encenação, foi anunciada a invasão do Iraque.

O mundo não teria evitado os vírus, as guerras e as crises cíclicas do capitalismo, mas ter-se-ia evitado a tragédia cujas ondas de choque nunca mais deixaram de fazer sentir-se no terrorismo, nas tensões entre o sunismo e o xiismo, na instabilidade das fronteiras do Médio Oriente e na paz mundial.
O português que participou no crime ainda hoje se orgulha dele e recentemente apoiou a nova e trágica aventura em curso, ainda mais grave e funesta. Quem hoje for às bombas de combustíveis, talvez comece a duvidar da sanidade mental dos belicistas e comece a reconhecer os inimigos e a saber escolher os amigos.
A covardia do governo português prefere o apoio a Trump e Netanyahu à neutralidade, continuar a delapidar recursos nacionais em armamento e a contrair empréstimos para armas, a preservar os apoios sociais.
No mínimo, podia seguir o governo espanhol cuja coragem e dignidade é hoje uma referência na União Europeia.
Malditos belicistas!

Dominguice:

O Ministério Público está desde Fevereiro a usar um esgoto a céu aberto para pressionar agentes judiciários e políticos com influência no desfecho do julgamento de Sócrates. Os caluniadores profissionais de serviço ampliam e extremam os boatos lançados, repetindo a enésima campanha negra desde 2004 contra o mesmo alvo. Sempre que isto acontece, quantos tipos de crime estão a ser cometidos? Pista: não é só um, nem só dois, nem só três. Ninguém fala nisso na imprensa, a cumplicidade é geral. Ninguém fala disso a nível partidário, a cumplicidade é geral. Ninguém fala disso no convívio social, a cumplicidade é geral.

Qualquer que tenha sido o crime cometido por Sócrates, se algum, inclusive eventuais crimes de corrupção enquanto foi primeiro-ministro, há muito se tornaram menos graves, e depois irrisórios, do que a quantidade e sistematicidade dos crimes cometidos por agentes da Justiça que gozam da conivência da corporação e do sistema político. Mas o mais provável é não ser possível provar lógica e directamente o que até hoje permanece sem demonstração – depois da mais absoluta devassa ter sido transformada num linchamento público e num julgamento de excepção.

 por Valupi

Do blogue Aspirina B

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domingo, 15 de março de 2026

O renomado diretor:

De cinema e veterano da gu*rra Oliver Stone acendeu o debate internacional com uma forte crítica à política externa americana. Em entrevista recente à revista Variety, o vencedor do Oscar afirmou que o seu país está repetindo erros históricos que já custaram milhares de vidas no passado.

Stone, que lutou na Gu*rra do Vietnã antes de se tornar cineasta, afirmou que Washington parece ter voltado a "se apaixonar pela guerra", ignorando as lições de um dos conflitos mais traumáticos do século XX.
▪︎ Stone disse: "É simplesmente ridículo que tenhamos voltado a amar a gu*rra. Não aprendemos nada com o Vietname: continuamos a militarizar e a aumentar o orçamento da defesa. Continuamos dominando, intimidando e am**naçando. "
O diretor de "Platoon" alertou que a situação atual o lembra perigosamente da história dos grandes impérios que acabaram caindo por suas próprias decisões militares.
▪︎ Stone disse: "A gu**rra do Iraque foi a maior bagunça desde o Vietnã... O que ganhamos com o Iraque? Perdemos dinheiro e nos transformou em uma nação cruel. "
Segundo Stone, as tensões atuais com o Irão e as políticas em relação a países como Cuba e Venezuela reflectem um padrão que já foi visto antes: escaladas que podem acabar em conflitos maiores.
▪︎ Stone acrescentou: "Agora Trump está começando uma gu**rra com o Irão e jogando o mesmo jogo com Cuba e Venezuela. É como o Império Romano. Nunca aprendemos a lição. "
Suas palavras reacenderam o debate sobre o papel dos EUA nos conflitos internacionais e se o mundo está entrando em uma nova fase de confrontos geopolíticas.
Um aviso que, vindo de alguém que viveu a gu**rra na linha de frente, muitos consideram impossível de ignorar.

Fuente: "Oliver Stone sobre 40 anos de 'Platoon', a W4r no Irã e Hollywood virando-o sobre política: 'Eu aprendi a minha lição. Mantenha suas vistas silenciosas'", Revista Variety, por: Brent Lang, 11 marzo 2026

𝗢 𝗦𝗮𝗻𝗴𝘂𝗶𝗻𝗮́𝗿𝗶𝗼 𝗕𝗲𝗻𝗷𝗮𝗺𝗶𝗻 𝗡𝗲𝘁𝗮𝗻𝘆𝗮𝗵𝘂 𝗠𝗼𝗿𝗿𝗲𝘂 𝗼𝘂 𝗲́ 𝗔𝗽𝗲𝗻𝗮𝘀 𝗘𝘀𝗽𝗲𝗰𝘂𝗹𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼?

Nos últimos dias, as redes sociais têm fervilhado com rumores sobre a suposta morte do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu. Vídeos e imagens que circulam online apontam detalhes curiosos: gestos considerados estranhos, supostos “seis dedos” e a ausência de novas aparições públicas alimentam a imaginação colectiva. Para muitos, trata-se do cenário perfeito para teorias da conspiração.

Apesar da intensidade dos boatos, não existe qualquer confirmação proveniente de fontes oficiais ou de meios de comunicação credíveis. A última aparição pública verificada ocorreu em 12 de março de 2026, durante uma conferência de imprensa na qual Netanyahu abordou o conflito com o Irão e reafirmou a parceria militar com os Estados Unidos.
Desde então, o relativo silêncio em torno de novas imagens ou vídeos oficiais tem sido interpretado de formas muito diferentes. Alguns consideram que se trata apenas de uma medida de cautela em contexto de guerra. Outros vêem nisso um possível sinal de manobra política ou até de algo mais grave.
A verdade é que a expectativa é enorme. Cada nova publicação, cada vídeo oficial ou comentário do gabinete de Netanyahu é analisado ao detalhe. A população e os observadores internacionais aguardam pela próxima aparição pública que poderá dissipar as dúvidas ou, eventualmente, confirmar as especulações.
Até lá, permanece uma linha ténue entre realidade e fantasia, entre rumor e confirmação.
Entretanto, a pergunta continua a ecoar nas redes sociais e nas conversas em todo o mundo: Netanyahu morreu ou tudo não passa de especulação?
A resposta definitiva só virá com uma nova aparição pública do próprio protagonista.
E, caso se confirmasse tal cenário, Israel teria mais um grande problema político e estratégico para enfrentar ou, para alguns analistas e críticos, poderia até ser visto como um momento de viragem.
Foto: última imagem pública de Benjamin Netanyahu na conferência de 12 de março.

Ventos Semeados: Ambições Desmedidas e Cometas Moribundos

Ventos Semeados: Ambições Desmedidas e Cometas Moribundos:   A História tem uma forma peculiar de ensinar sempre a mesma lição aos que se recusam a aprendê-la: quando a ambição é desmedida e o poder ...