Coisas que Podem Acontecer:
Umas de maior importância que outras. Outrora assim acontecia. É por isso que gosto de as relatar para os mais novos saberem o que fizeram os seus antepassados. Conseguiram fazer de uma coutada, uma aldeia, depois uma vila e, hoje uma cidade, que em tempos primórdios se chamou Fredemundus. «(Frieden, Paz) (Munde, Protecção).» Mais tarde Freamunde. "Acarinhem-na. Ela vem dos pedregulhos e das lutas tribais, cansada do percurso e dos homens. Ela vem do tempo para vencer o Tempo."
Rádio Freamunde
sábado, 20 de junho de 2026
Ventos Semeados: O Golaço na Própria Baliza
Há qualquer coisa de curiosa na forma como algumas pessoas olham para o dinheiro público:
Partilha. Divulga. Porque a coerência não devia depender do saldo bancário de quem recebe o dinheiro.
RiseUP PortugalPRÉMIO NOBEL DA ECONOMIA DEFENDE TRIBUTAR OS MAIS RICOS PARA COMBATER DESIGUALDADE:
Afinal, a “autocracia” era a liberdade:
(Miguel Castelo Branco, in Facebook, 19/06/2026, Revisão da Estátua)

Estão finalmente na defensiva os hiper-adaptados da ideologia dos anos 90, aqueles que no quadro da trilogia liberalismo político, economia de mercado e “direitos do homem” apontavam o futuro de liberdade, enquanto legitimavam no plano interno o permanente recurso à violência social e no plano externo justificavam a aplicação sistemática da força bruta, fosse por via das chamadas revoluções coloridas ou por recurso à invasão militar.
Para essa falange de fanáticos, a destruição de tudo o que contrariasse a marcha para a liberdade era o mal necessário a pagar para o aceleramento da instauração do paraíso da abundância, do consumo e do indivíduo autodeterminado.
Desde 1991, não houve agressão, seguida de espoliação de regiões inteiras e o caudal de milhões de mortes em que não estivesse presente a desgraçada fórmula da libertação pelas bombas, cujos fautores superaram largamente Robespierre, o exaltado da Liberdade, que não obstante condenava a exportação da revolução se esta contrariasse a vontade dos povos.
A junção das seitas neoliberal e neoconservadora provocou catástrofes humanitárias sem precedentes desde a Segunda Guerra Mundial, pelo que muitos ainda mostram surpresa perante a resoluta determinação do Irão e do eixo da resistência em não quererem “ser livres”.
A derrota americana na Guerra do Irão de 2026 é o marco miliário que fixa o princípio do fim deste quase meio século em que aos EUA foram dadas todas as condições para a instalação da pax americana.
Queixam-se amargamente do retorno das “autocracias” e dos “homens fortes”, pelo que não percebem que foi o Ocidente que ao mobilizar o medo em regiões inteiras do planeta inviabilizou a globalização de uma prática democrática afeiçoada aos caracteres culturais específicos de cada povo.
A “autocracia” foi a fórmula mais eficaz de resistência à expansão do caos, o antídoto contra o jugo que impendia sobre Estados-civilização ameaçados. Neste particular, as “autocracias” foram o garante da liberdade para povos inteiros.
Do blogu Estátua de Sal
Quantas histórias destas haverá pelo, cada vez mais miserável, mundinho ocidental e ocidentalizado?
E quantos jornalistas a sério, como a da história, e activistas que as denunciam e que lutam para que histórias destas, e outras do mesmo foro, não aconteçam, estarão nas listas, de alvos a abater, dos nazi-fascistas?

