Rádio Freamunde

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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Declaração de voto:

Estas presidenciais são uma desgraça. Se Ventura tiver tantos ou mais votos do que a AD, transformam-se num pesadelo. Só não chegam a ser uma tragédia porque Seguro vai ganhar.

O clima foi a interferência externa que condicionou imprevisivelmente a segunda volta. Mas mesmo sem ele, nada garante que Seguro tivesse tido a capacidade de suscitar entusiasmo abrangente, popular. Porque o homem nunca foi capaz de o fazer, desde os tempos da JS, e porque ele se convenceu que a sua mediocridade contentinha e soberba é, afinal, o que tem de melhor. Dá para o gasto face a um opositor abjecto. Promete 5 a 10 anos de penoso aborrecimento e inutilidade em Belém.

Mas Seguro não será um Cavaco, Seguro não será um Marcelo. Isso é uma evidência que, em boa justiça, justifica ir votar convictamente em quem não se revelou um patriota ao ter concorrido.

 por Valupi

Do blogue Aspirina B

Que grande patranha e que grande sarilho em que estamos metidos:

 (Whale Project, in Estátua de Sal, 04/02/2026, revisão da Estátua)

(Este texto resulta de um comentário a um artigo que publicámos de Alexandre Dugin sobre os ficheiros de Epstein e o impacto da sua revelação (ver aqui). Pelas ideias manifestadas e pela acutilância manifestada, resolvi dar destaque.

Estátua de Sal, 05/02/2026)

Muito do que está nos ficheiros de Epstein faz Os 120 dias de Sodoma, a obra maldita do Marquês de Sade, parecer um livro para toda a família.

Noutros tempos, condutas desviantes não eram punidas com demissão, ou simples perda de títulos. Isto quando alguém tinha o azar de ser apanhado, já que as elites eram praticamente impunes e isso permitia muita coisa. Mas, Sade caiu na asneira de escrever o que realmente lhe ia na alma, pelo que foi apanhado e sofreu um destino do pior.

Não estou a dizer que os que participaram em orgias – de fazer uma pessoa, que ainda se preze de ser normal, vomitar as tripas -, deva ser tratada com a crueldade com que foi tratado o Marques de Sade que, por ser acusado de chicotear criadas, acabou enfiado num manicómio onde foi torturado até à morte, durante quase duas décadas. Mas, que muitos mereciam acabar os dias na cadeia, isso de certeza.

Sade deu o nome ao prazer da crueldade mas, também ele sofreu crueldade extrema por parte de uma sociedade que era, toda ela, cruel.

Ora, na segunda metade do Século XIX e no Século XXI dizíamos que as nossas elites eram modernas, esclarecidas, iluminadas, solidárias, em resumo, muito melhor que isto. Acreditávamos numa “aldeia global” em que seríamos todos vizinhos uns dos outros e sabíamos o que eles andavam a fazer. Afinal, não sabíamos porra nenhuma.

Agora, cabe perguntar quantas das crianças que, nos anos 80 e 90, desapareceram na Europa não acabaram na Ilha de Epstein ou outros antros semelhantes. Cabe perguntar quantas ilhas dessas haverá. Cabe perguntar quantas crianças estão ainda a esta hora a ser violadas, torturadas e mortas. Epstein chegou a dizer que a morte de Fidel Castro lhe tinha aberto muitas possibilidades. Sabemos, agora, a que possibilidades ele se referia…

A verdade é que os ficheiros Epstein explicam muita coisa.

Explicam porque é que as nossas elites continuam a achar normal que se ataquem países para sacar recursos, não importa quantos morram, tal como no tempo de Sade.

Explicam porque é que elas querem fazer os direitos dos trabalhadores regredir ao tempo de Sade, com a treta de que isso é liberdade e modernidade.

Explicam porque assistiram de camarote a um genocídio.

Explicam porque Trump diz, à cara podre, que quer voltar a mergulhar o Irão numa monarquia absoluta, sob o comando de um demente, e ninguém se indigna.

Explicam a crueldade dos anos da troika.

Explicam a nossa transformação em cobaias, com resultados terríveis para muitos.

Explicam porque é que um ministro deste nosso governo disse que a gente que ficou sem casa, que use o ordenado de Janeiro para a reconstruir, dado que é suposto ter de esperar até ao fim de Fevereiro, por uns apoios que ninguém sabe bem quais são.

Porque a diferença entre as nossas elites e as do tempo de Sade é apenas tecnológica. E, é também o acesso à tecnologia, que faz a plebe, que somos nós, viver melhor e viver mais tempo que na Idade Média ou no tempo de Sade.

Mas, a mentalidade dessa gente não mudou e é por isso que comeram barbaridades, e é também por isso que nenhum vai para onde merece ir: a cadeia.

Não são só os sionistas que desprezam todos os outros povos. Para as nossas elites também não valemos uma casca de alho. E, é por isso, que houve crianças que acabaram na Ilha de Epstein.

Que grande patranha e que grande sarilho em que estamos metidos.

Do blogue Estátua de Sal

O Irã decidiu jogar o jogo no tabuleiro real, onde força é linguagem e soberania não se pede, se impõe:

 

O que aconteceu no Golfo Pérsico não é um “incidente isolado”, nem um episódio aleatório de tensão marítima. É resposta. É espelho. Durante anos, Estados Unidos normalizaram o sequestro de petroleiros como instrumento político, travestindo pirataria de “sanção”, violação de direito internacional de “aplicação da lei”, e roubo de carga de “segurança global”. Navios ligados à Venezuela foram tomados no Caribe e no Atlântico, cargas desviadas, tripulações detidas, tudo com discurso jurídico improvisado e aplauso silencioso de aliados. Esse método virou regra. O Irã observou. Aprendeu. E agora respondeu no mesmo idioma, sem pedir licença a ninguém.

Quando a Guarda Revolucionária do Irã anuncia a apreensão de dois petroleiros estrangeiros no Golfo Pérsico, ela não está apenas recolhendo combustível supostamente roubado. Está enviando uma mensagem clara ao sistema internacional: se o mar virou território sem lei quando convém às grandes potências, então o Irã também sabe operar nesse terreno. A diferença é que Teerã faz isso à vista de todos, assume o ato, apresenta acusação, leva tripulantes ao sistema judicial e transforma o gesto em recado estratégico. Não é improviso. É doutrina. É demonstração de controle regional em uma das rotas energéticas mais sensíveis do planeta.
O ponto que incomoda Washington não é o combustível apreendido, nem os navios específicos. O incômodo real é perceber que o Irã, mesmo sob sanções, ataques indiretos, pressão econômica e desgaste político, mantém capacidade operacional, comando territorial e poder de dissuasão real. O regime iraniano segue funcionando, com hierarquia clara, cadeia de comando sólida e uma Guarda Revolucionária que combina força naval, inteligência, apoio de milícias regionais e domínio geográfico do estreito mais estratégico do petróleo mundial. Quem controla o Golfo Pérsico não precisa anunciar poder. Ele simplesmente age, e o mundo reage.
Há um cálculo frio por trás desse movimento. O Irã sabe que um ataque direto dos EUA teria custo alto, imprevisível e regionalizado. Sabe também que a retórica de “ataque rápido e cirúrgico” já falhou em outros teatros. Por isso, Teerã prefere mostrar força onde dói mais: na segurança energética global. Cada petroleiro apreendido, cada rota tensionada, cada seguro encarecido é um lembrete de que o equilíbrio do sistema depende do reconhecimento do poder iraniano. O Irã não pede espaço. Ele ocupa.
No fundo, o que vemos é a virada de um ciclo. Durante décadas, potências ocidentais ditaram regras no mar, no comércio e na energia. Agora enfrentam atores que não aceitam mais esse monopólio. O Irã entra nesse jogo com clareza estratégica, consciência histórica e disposição para confronto calculado. Isso gera revolta em uns, admiração em outros e medo em muitos. E é exatamente esse efeito que define superioridade geopolítica: quando suas ações obrigam todos os outros a se posicionarem.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Por favor, entendam que nada será feito em relação aos arquivos de Epstein:

(Caitlin Johnstone, 03/02/2026, Trad. Estátua de Sal)

É preciso que você entenda que nada será feito em relação a alguma coisa que vem nos arquivos de Epstein. Nada.

As pessoas mencionadas nos documentos não sofrerão nenhuma consequência. As instituições responsáveis ​​pelos abusos que você descobriu não mudarão em nada o seu modo de operar. O seu governo não mudará absolutamente nada nas suas políticas e condutas.

Nada será feito se você votar no partido político adversário. Nada será feito se você eleger novos políticos. Nada será feito se você escrever cartas para os seus senadores e representantes. Nada será feito se você realizar protestos em frente a edifícios do governo.

Nenhuma lei significativa será aprovada. Nenhuma condenação de qualquer consequência significativa ocorrerá.

Não acredita em mim? Basta assistir e prestar atenção.

A estrutura de poder que deu origem aos abusos de Epstein não fará nada a respeito desses abusos. A única coisa que talvez mude é que algumas pessoas podem radicalizar-se contra essa estrutura de poder.

O único benefício real que pode advir destas divulgações de Epstein, que o público vem exigindo há anos.é que mais algumas pessoas percebam o quão assustadoras e perversas são as pessoas que estão no comando da sociedade.

Quão assustadores e malignos são o capitalismo e o império ocidental. Quão assustadores e malignos são Israel e o sionismo. Que a sociedade possa conscientizar-se um pouco mais de que vivemos numa distopia que eleva os piores dentre nós a posições de liderança e controle.

É isso. Essa é a única mudança positiva que pode surgir de tudo isto. Os nossos governantes não farão nada para corrigir os erros, mas o povo pode tornar-se um pouco mais disposto a derrubá-los.

Essa é a única maneira de a sanidade e a humanidade vencerem essa batalha. Acordando para a realidade, um par de pálpebras de cada vez, e percebendo que a razão pela qual tudo está uma merda é porque vivemos sob um sistema corrupto que eleva pessoas corruptas ao poder, e que não teremos um mundo saudável até abolirmos o sistema corrupto que colocou pessoas corruptas no poder.

As divulgações dos arquivos de Epstein não mudarão o caráter abusivo do sistema. Mas podem incentivar as pessoas a desmantelá-lo.

Fonte aqui.

Do blogue Estátua de Sal 

Tempos de outrora:

Hoje ao passar na Gandarela, Freamunde, mais propriamente no lugar da Fonte dos Moleiros, vi uma carinha de caixa aberta a vender peixe. De imediato fui ao meu subconsciente buscar tempos antigos e lembrei-me que há muitos anos, o lugar da Fonte dos Moleiros, era o ponto de reabastecimento de peixe, sendo a maioria sardinha, vinda de Matosinhos, para ser distribuída pelas sardinheiras da Gandarela que depois a iam vender por Freamunde e freguesias circundantes. Por isso a Gandarela era conhecida pelo lugar de sardinheiras. Agora que me conste não há uma única sardinheira.
Para termos o prazer de comer peixe ou vamos aos hipermercados ou às peixeiras que vem em carrinhas de Penafiel para o vender em Freamunde.
O que nos levou a este ponto: tempos modernos.
Ainda bem.
Por que havia quem nos alcunhasse como terra de sardinheiros. Não era isso que nos menosprezava. Até nos sentíamos envaidecidos. E dizíamos: vendemos a sardinha, mas comemos a galinha.
Só que andamos saturados de comer galinha. Outrora alimento de rico, hoje alimento de pobre. Quem nos dera a sardinha.
Só que com os fenómenos - tempestades - com que somos assolados os pescadores não vão à pesca do peixe.

Foi isto que me fez ir ao subconsciente para lembrar à juventude o que eram esses tempos de outrora.

Manuel Pacheco 

Ventos Semeados: Trump e o caminho para a decadência imperial

Ventos Semeados: Trump e o caminho para a decadência imperial:   Trump deve imaginar-se imperador. Já há quem fale em neorrealeza. As declarações, os gestos, a retórica — tudo aponta para alguém que se v...

Presidentes pedófilos e os arquivos de Epstein:

(A l e x a n d r e D u g i n, in Substack, 02/02/2026, Trad. Estátua)

Alexander Dugin sobre a implosão da legitimidade ocidental e a tempestade geopolítica que se aproxima.

A publicação de três milhões de arquivos de Epstein é um evento fundamental de tal magnitude que provoca genuína perplexidade: por que razão os meios de comunicação nacionais não lhe dão a atenção merecida? Este é um evento real — por assim dizer, um “cisne negro” – previsto, mas ainda assim chocante -, ou aquilo que a análise política designa como “divisor de águas”, uma transformação das condições do jogo.

Vamos por partes. Primeiro, a publicação dos arquivos de Epstein foi um dos elementos-chave da campanha eleitoral de Trump. Ele prometeu divulgá-los para expor uma rede de pedofilia dentro da liderança dos Estados Unidos, implicada em crimes hediondos. Até certo momento, o assunto da ilha de Epstein — com as suas orgias monstruosas, missas satânicas, abuso de menores, canibalismo e experimentação humana — pertencia apenas a círculos conspiratórios. Era tratado com leviandade, como uma teoria da conspiração, mas com o passar do tempo ficou claro que a questão era muito mais séria.

Em determinado momento, o conjunto de provas tornou-se tão substancial que o próprio Jeffrey Epstein foi preso, juntamente com a sua sócia mais próxima, Ghislaine Maxwell — filha de um dos chefes da Mossad nos Estados Unidos. O facto de Epstein supostamente ter cometido suicídio na sua cela da prisão em circunstâncias obscuras (embora haja uma forte probabilidade de que ele tenha sido eliminado) apenas intensificou as suspeitas.

Ficou claro que círculos extremamente influentes — que haviam estabelecido controlo não apenas sobre os Estados Unidos, mas também sobre as elites globais — foram atraídos para a sua rede obscura de total degeneração, povoada por maníacos, assassinos, violadores e espiões.

A princípio, apenas teóricos da conspiração faziam tais alegações; depois, os eleitores de Trump juntaram-se a eles, acreditando que, com sua ascensão ao poder, toda a verdade viria à tona. Contudo, no ano passado, após a publicação de uma pequena parte do dossiê que praticamente não continha nada, a deceção surgiu. O Departamento de Justiça dos EUA tentou satisfazer os apoiantes de Trump com uma versão “falsa”. Quando todos declararam isso insuficiente, Trump passou para a próxima etapa: começou a afirmar que o dossiê Epstein não existia, prometeu clemência para Ghislaine Maxwell e, na prática, tentou enterrar o caso.

Isso mesmo desencadeou uma divisão entre os apoiantes do movimento MAGA. A partir desse momento, começou o declínio de Trump, que agora se encontra no ponto mais baixo de seu segundo mandato presidencial. Grande parte das razões desse declínio está ligada precisamente à sua posição sobre o dossiê Epstein (que Trump acabou alegando ter sido “inventado pelos democratas”). Surgiram acusações de que o próprio Trump teria participado em orgias na ilha e, portanto, estaria a retardar o processo de publicação.

Finalmente, apesar das vergonhosas manobras políticas que se realizaram em torno desses documentos, os arquivos foram libertados. Em grande medida, figuras como Thomas Massie e Ro Khanna apoiaram essa decisão, insistindo que o caso não deveria ser suprimido.

A publicação tornou-se uma verdadeira bomba. O Departamento de Justiça, sob a liderança de Pamela Bondi, nomeada por Trump, divulgou durante várias horas um fragmento do dossiê contendo depoimentos sobre a participação pessoal de Trump nessas orgias com pedófilos e a intimidação das vítimas pela sua equipe de segurança. Fotografias de Melania Trump abraçada a Epstein foram tornadas públicas, implicando-a numa rede de tráfico envolvendo mulheres e crianças que foram abusadas e assassinadas. Embora os documentos referentes a Trump tenham sido removidos após algumas horas, os três milhões de arquivos restantes permaneceram online (possivelmente apenas uma parte deles).

Só isso já basta para entender que não apenas Trump, mas também Elon Musk, assim como muitos representantes do Partido Republicano e até mesmo membros de famílias reais europeias, que faziam parte desse sistema. Toda a elite ocidental foi desacreditada. Epstein funcionava como uma espécie de “departamento de pessoal” para um governo mundial. Candidatos ao poder global passavam por certos rituais e crimes ali — incluindo abuso de menores, assassinato e canibalismo —, tudo registrado em vídeo para posterior controlo.

O mundo ocidental entrou em colapso. Nenhum líder político ocidental, seja nos Estados Unidos ou na União Europeia, mantém qualquer autoridade moral. É uma revelação: praticamente todo o Ocidente global apresenta-se como uma organização satânica pedófila. É o fim de qualquer pretensão de liderança.

Agora, qualquer pessoa que faça acordos com um político ocidental precisa de entender que pode estar sentada ao lado de um maníaco e assassino (e muitos intelectuais, especialistas, cientistas e outras figuras proeminentes do Ocidente — tanto da esquerda quanto da direita — estão implicados nessa rede de pedofilia). Este é o Ocidente. Portanto, após a publicação dessas evidências, ou a humanidade destrói esse sistema, essa seita totalitária monstruosa, ou o Ocidente destruirá a humanidade transformando o planeta inteiro em algo semelhante à ilha de Epstein, que já se tornou um símbolo do Ocidente moderno como um todo.

O segundo ponto fundamental e igualmente chocante é o papel preponderante dos serviços de inteligência israelitas no esquema de Epstein. Os documentos mostram que Epstein era um representante do racismo sionista, zombando arrogantemente dos “goyim” (não judeus percebidos como “subumanos”) que participavam nas suas orgias. Perante os acontecimentos recentes em Gaza, o sionismo perdeu, mais uma vez, qualquer legitimidade moral.

Durante décadas após os horrores do Holocausto nazi, o mundo simpatizou com o povo judeu. No entanto, a humanidade está agora chocada com a forma como esse culto de reverência à memória do sofrimento judaico foi usado pelo Estado de Israel e por uma rede sionista global para construir um sistema de chantagem e governação à escala mundial. Ao racismo dos nazis, os sionistas responderam com a mesma superioridade racial em relação a toda a humanidade (mais visivelmente na Palestina). Isso é uma verdadeira explosão — um choque para a sociedade americana.

As diversas forças políticas começarão agora a manipular estes dados. Democratas que não foram afetados pelo dossiê Epstein tentarão usá-lo contra Trump. Talvez até mesmo alguns ativistas republicanos do MAGA tentem destituir Trump, entendendo que um pedófilo idoso não pode liderar a América rumo à grandeza, nem servir como um qualquer símbolo de autoridade moral. Os democratas podem sacrificar Bill Gates, Barack Obama, o casal Clinton, conhecido pelas suas práticas desviantes, e muitos outros representantes das suas próprias fileiras que estiveram envolvidos nas orgias de Epstein, ainda que apenas com o fito de derrubar Trump.

O facto de materiais que desacreditam Trump terem aparecido no site do seu próprio departamento é considerado por muitos como obra da Mossad, numa tentativa de pressionar Trump a atacar diretamente o Irão — algo que ele até agora se absteve de fazer. Mas isso são detalhes. Em termos globais, trata-se do fracasso total do Ocidente, que se transformou num braço do lobby pedófilo.

Repito: neste contexto, é muito estranho que a nossa comunicação social permaneça em silêncio, mesmo não havendo qualquer “vestígio russo” nessas publicações (além de algumas figuras insignificantes, incluindo prostitutas, bem como declarações russofóbicas de alguns indivíduos no dossiê). Dá a impressão de que alguém deu instruções para não causar problemas.

No entanto, tudo isso parece absolutamente insignificante em comparação com a dimensão do abismo que se abriu — comparável em magnitude aos crimes revelados nos julgamentos de Nuremberga contra criminosos de guerra nazis.

A única diferença é que, para condenar os criminosos de hoje, a humanidade teria que, na prática, conquistar o Ocidente coletivo. Esses pervertidos jamais se arrependerão. Prefeririam recorrer a uma provocação global, a uma guerra nuclear ou, no mínimo, a uma explosão no Capitólio, uma operação de falsa bandeira, para ocultar as provas.

Na prática, este é o fim do Ocidente. Ao publicar os arquivos de Epstein, esta civilização assinou a sua própria sentença de morte. Contudo, se nós — toda a humanidade sã — não derrotarmos agora essa elite satânica, ela continuará a governar-nos.

Fonte aqui.

Do blogue Estátua de Sal