Obrigado, Pedro Nuno Santos.
Coisas que Podem Acontecer:
Umas de maior importância que outras. Outrora assim acontecia. É por isso que gosto de as relatar para os mais novos saberem o que fizeram os seus antepassados. Conseguiram fazer de uma coutada, uma aldeia, depois uma vila e, hoje uma cidade, que em tempos primórdios se chamou Fredemundus. «(Frieden, Paz) (Munde, Protecção).» Mais tarde Freamunde. "Acarinhem-na. Ela vem dos pedregulhos e das lutas tribais, cansada do percurso e dos homens. Ela vem do tempo para vencer o Tempo."
Rádio Freamunde
quarta-feira, 14 de outubro de 2026
Obrigado por ter salvado a TAP, por ter preservado os postos de trabalho e defendido os interesses de Portugal:
Ventos Semeados: Nem ingénuos, nem aterrados
terça-feira, 13 de outubro de 2026
Ai Costa, Costa – que bosta!
(João Gomes, in Facebook, 13/10/2026, Revisão da Estátua)

Ao fim de tantos anos de político, António Costa nada aprendeu ou, aliás, aprendeu que a política era para ser aproveitada para floreados europeus maciços porque lhe ia enchendo a conta bancária e tinha oportunidade de privar com os “grandes” dirigentes.
Uma desilusão completa entre o autarca que passeava pelas ruas do Intendente para aferir das necessidades de Lisboa e o posterior chefe de governo que se agarrou á geringonça para fingir que queria resolver os problemas estruturais do país e os sociais. Se alguma coisa fez, nessa época, foi graças às insistências do PCP e do BE que só lhe dariam apoio na AR se ele fizesse “obra”.
Alguma coisa se conseguiu por essa via, mas agora percebem-se os objetivos “costistas”: apoio popular para se guindar a uma posição política no centro esquerda internacional. O “esquema” foi o famoso parágrafo da PGR que, hoje, se percebe ter sido a forma de sair airosamente do governo e ser considerado um “injustiçado”.
Hoje apresenta-se como um claro vendido ao poder dos grupos da UE que estão a conduzir a Europa para a sua maior crise financeira e económica das últimas décadas, com hipótese inclusive de criar uma crise social de dimensão ainda imprevisível e uma adesão á Terceira Guerra Mundial que a Europa pode vir a enfrentar.
O que escrever no epitáfio deste sujeito? Talvez isto: “deu à costa e apodreceu estirado na areia”.
Do blogue Estátua de Sal
DEMISSÃO HISTÓRICA NO RECORD: ADVOGADO DE JORGE JESUS BATE COM A PORTA POR CAUSA DE CRISTIANO RONALDO!
Ventos Semeados: O regresso do morto-vivo
Ventos Semeados: A casamentos não se vai sem convite
segunda-feira, 12 de outubro de 2026
Putin e Trump a banhos, de óleo:
(Tiago Franco, in Facebook, 11/10/2026, Revisão da Estátua)

Não sou rapaz de andar muito atento aos detalhes ou de pregar moral. Falta-me tempo, paciência e, lá está, moral. Mas aprecio, e cada vez mais, duas qualidades neste mundo de repetidas ilusões: coerência e honestidade.
Quando ouvi o ignorante laranja a grunhir de emoção, a propósito do acordo para fornecimento de diesel russo, não consegui evitar um sorriso. Da mesma intensidade do sorriso que fiz antes da deliberação do VAR nos Barreiros, ontem.
É irritante, mas reconfortante, quando sabes antecipadamente o que vai acontecer. Há anos que escrevo que a Europa está entalada, e a pagar, um conflito entre dois impérios com um terceiro à espreita. Desde que Trump regressou à Casa Branca, a guerra na Ucrânia deixou a nu todo o desprezo que as elites sentem pelos povos e como os interesses financeiros se sobrepõem à sobrevivência de uma geração.
Enquanto a Europa decide empobrecer a sua população, os EUA vão jogando dos dois lados. Ora vendem armas, ora vendem energia. Com o preço do combustível a disparar, sem solução à vista e com eleições à porta, Trump pede uma ajudinha ao Vladimir.
De uma assentada financia o esforço de guerra russo, fortalece o apoio ao Irão e, com algum jeito, ainda vende mais uns barris à UE.
Por cá continuamos a ouvir o fanatismo de quem acha que devemos continuar a apoiar a Ucrânia, “as long as it takes“, mesmo que os donos da NATO e alguns países da UE já tenham restabelecido relações comerciais com Moscovo.
Trump ri-se disto tudo, depois de ter causado uma crise mundial com a guerra do Irão e ainda dá sugestões sobre uma mudança de regime na Ucrânia. Não há ninguém, entre os idiotas que se sentam no Conselho Europeu, que pense na figura que estão a fazer? Não há quem meta mão nesta gente e nos arranje líderes com um bom par deles e algum cérebro para acompanhar?
O que é que falta para fecharem a torneira da guerra e começarem a olhar para os problemas internos da UE? E cá no burgo, os fanáticos que andam há quase 5 anos a defender a NATO, a UE, os EUA e a ameaça russa, sempre com aquela pérola escondida do apoio do PCP, o que vos apetece dizer agora?
Gente como o Joaquim Vieira, o Moita de Deus, a Inês Pedrosa, o João Almeida Marques, o José M. Fernandes, a Ferro Gouveia, a Helena Matos, o Miguel Morgado, a Soler, a Meireles, o Ireneu, o Milhazes e todos aqueles deputados da IL, PSD, CDS e Chega, com assento nas televisões, que mentiram, vezes sem conta, sobre o apoio do PCP ao Putin…não se sentem um pouco mais embrutecidos quando vos roubam nas taxas de juro ou no custo de vida, depois de andarem anos a defender o apoio dos EUA e agora percebem que, no fim, só importa o negócio?
O PCP terá muitos defeitos, que me escuso a enumerar aqui para não fazer favores à facharia. Mas não tem falta de coerência ou de honestidade. Coisas que, nos dias de hoje, já valem um programa. Como sempre, ou quase sempre, o tempo voltou a dar razão a quem escreveu, no dia 24 de Fevereiro de 2022, que o apoio a esta guerra seria um erro.
Dia 24 de Fevereiro, para os mais distraídos, foi o primeiro dia da invasão em grande escala da Ucrânia. Está lá escrito, desde o primeiro dia, o erro que seria este apoio, os interesses dos impérios e a oposição do PCP ao regime oligarca russo.
Os avençados, que passaram quase 5 anos numa alucinação coletiva, a mentir e a incentivar a chacina de uma geração, numa guerra impossível de ganhar, como reagem ao acordo do diesel? Fingem que não aconteceu? Olham para ele como um dano colateral? Isolam a UE? Procuram uma avença nova? Ganham bom senso? Dobram mais um bocado da espinha?
As long as it takes, o caralho. Acabem com essa merda, já!
Do blogue Estátua de Sal

