Rádio Freamunde

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sexta-feira, 6 de março de 2026

Neste dia, a 6 de Março de 1921:

 

"Festa do Avante!"
Foi fundado o Partido Comunista Português, após uma série de reuniões na sede da Associação de Empregados de Escritório e fruto dos ecos da Revolução de Outubro na Rússia 4 anos antes.

Em 1922 aderiu à Internacional Comunista e em 1923 realizou o seu 1° congresso onde se estruturou nas linhas do modelo Leninista do centralismo democrático. O PCP viria a ser ilegalizado durante 48 anos, após o golpe militar de 1926, que instaurou uma ditadura militar em Portugal, passando por períodos muito difíceis devido às prisões e perseguições. Em alguns momentos contavam-se poucas dezenas de militantes ativos e todo o secretariado na cadeia. Especialmente depois das revoltas de 1934 e 1936, muitos dos seus militantes acabariam enviados para campos de concentração como o Tarrafal, em Cabo Verde, de onde boa parte não saiu com vida, incluindo o próprio secretário-geral (1929-42), Bento Gonçalves. Durante os 20 anos seguintes, devido à repressão, o partido não teve um secretário geral. Este reorganizar-se-ia durante e depois da 2ª guerra mundial e, apesar das vagas de prisões, foi crescendo em atividade, organizando greves com alguns milhares de operários e participando em movimentos antifascistas da época. Após a fuga de Peniche em 1960, Álvaro Cunhal seria eleito secretário-geral e, ainda antes da queda do regime, seria fundada a ARA (Ação Revolucionária Armada), que levaria a cabo ações militares contra a ditadura e de apoio aos movimentos de libertação africanos. Após o 25 de Abril, o PCP teve um papel fundamental no período revolucionário, apoiando os sucessivos governos provisórios que levaram a cabo o desmantelamento do estado fascista, a independência das colónias e a nacionalização de boa parte da economia, mas assumindo posições por vezes contraditórias e contrárias às dos trabalhadores em luta (como nas greves da TAP, CTT e Lisnave). Apesar do declínio, até hoje o PCP mantém uma importante posição na política portuguesa, participando na coligação CDU com Os Verdes. O PCP publica o jornal semanal "Avante!" e a revista bimensal "O Militante", além de possuir a editora "Edições Avante!" e de organizar anualmente a "Festa do Avante!"

Ataque de Trump-Netanyahu ao Irão repete golpe traiçoeiro de Hitler contra URSS:

(Por Atilio A. Boron in Diálogos do Sul, 04/03/2026)

– Donald Trump (cartoon): chrisinphilly5448 / Flickr
– Benjamin Netanyahu (cartoon): stillunusual / Flickr

Trump e Netanyahu são dois larápios que dispõem de um enorme arsenal de armas de todo tipo e que só não vão para a cadeia porque, há anos, travam guerras sem cessar.

Os dois “Estados canalhas” mais perigosos do mundo, Estados Unidos e Israel, lançaram um ataque surpresa contra alvos indiscriminados no Irão, tanto civis quanto militares. Em um ato de infame traição e desprezo pelas regras mais elementares da diplomacia, do Direito Internacional e da Carta das Nações Unidas, a agressão ocorreu enquanto Washington afirmava que seu governo estava negociando com Teerão.

Essa transição para a violência armada, enquanto ainda vigorava um acordo prévio entre os dois países, tem muitos antecedentes na história do sistema internacional. O mais conhecido talvez seja a traiçoeira punhalada pelas costas desferida por Adolf Hitler contra a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), com a fulminante ruptura do Pacto Molotov-Von Ribbentrop e a súbita invasão da URSS na chamada Operação Barbarossa.

Trump e Netanyahu são dois larápios que dispõem de um enorme arsenal de armas de todo tipo e que só não vão para a cadeia porque, há anos, travam guerras sem cessar.

São poucos os dados que permitem avaliar o alcance da agressão sofrida pelo Irão. Tampouco se sabe muito sobre os danos infligidos pela resposta iraniana a diferentes cidades de Israel e às numerosas bases militares que os Estados Unidos mantêm espalhadas pelo Golfo Pérsico. O aiatolá Ali Hoseiní Khamenei, líder supremo do Irão desde 1989, morreu nos ataques. No sábado (28), um mortífero bombardeio a uma escola primária de meninas na cidade de Minab, situada no sul do país, matou 175 pessoas, entre crianças e funcionários. Esse ataque só pode ter sido realizado a partir de uma convicção profunda por parte da liderança israelense: a de que os iranianos são uma “raça inferior”, assim como os palestinos, e que podem — e devem — ser mortos sem qualquer escrúpulo. E que as crianças, desde muito cedo, seriam, sem exceção, terroristas e assassinas em potencial, com as quais não se deve ter nenhum tipo de consideração.

A justificativa para o ataque combinado de Estados Unidos e Israel seria impedir que o Irão tenha acesso à fabricação de um arsenal de bombas atômicas. Para Washington e Tel Aviv, a segurança regional só pode ser garantida pelo monopólio atômico que o Ocidente proporcionou a Israel. Trata-se de uma premissa absurda, que cria as condições ideais para a interminável explosão de guerras e conflitos de toda natureza, além de atentados terroristas e da generalização da violência.

Até os ataques sofridos em junho de 2025, o Irão permitia inspeções periódicas de suas instalações nucleares por especialistas da Organização Internacional de Energia Atômica. Após os ataques lançados por Israel e Estados Unidos contra o país, essas permissões foram suspensas. Sobre isso, a imprensa falou — e muito —, em geral controlada pelo império e pela direita mundial, hoje identificada com o sionismo. O que essa mesma imprensa não destacou, porém, é que Israel jamais permitiu que esse organismo, ou qualquer missão ad hoc das Nações Unidas ou de outro organismo internacional, realizasse inspeções em suas instalações nucleares.

Em relatório recente, a Federação de Cientistas Estadunidenses estimou que Israel dispõe atualmente de 90 ogivas nucleares, contra zero do Irão e de qualquer outro país da Ásia Ocidental. É evidente que uma situação como essa não apenas é injusta, como também promove um nível permanente e crescente de assimetria militar na região. Israel, protegido pelos Estados Unidos, tem direito à defesa e à segurança; os demais países, não. O resultado: uma guerra interminável.

O objetivo da administração Trump e do regime racista israelense é a mudança de regime no Irão. Querem que o país retroceda e restaure a monarquia do xá Mohammad Reza Pahlavi, um sinistro tirano imposto pelos Estados Unidos depois que a CIA derrubou o governo do líder nacionalista e reformista Mohammad Mosaddeq, orquestrando o golpe de Estado de 19 de agosto de 1953 — o primeiro que “a agência” realizaria em sua história; o segundo seria o perpetrado contra Jacobo Arbenz, na Guatemala, em 27 de junho de 1954.

O herdeiro da coroa persa, Reza Ciro Pahlavi, vive em Maryland, perto de Langley (Virgínia), cidade onde se localizam os escritórios da CIA, de modo que tudo está à mão. Do exílio, o príncipe herdeiro inspirou-se no “patriotismo” de María Corina Machado, a inverossímil Prêmio Nobel da Paz que buscou por todos os meios que os Estados Unidos invadissem a Venezuela. Para sua surpresa, quando isso ocorreu em 3 de janeiro do corrente ano, não foi para chamá-la a assumir a presidência do país, mas para relegá-la a um discreto terceiro plano. Roma não paga traidores, diz o ditado — e muito menos alguém tão avarento quanto Trump.

Voltando ao caso iraniano, o príncipe herdeiro aplaudiu o ataque sofrido por seu país e conclamou as massas a se livrarem do “regime dos aiatolás”. Seu apelo parece ter caído em ouvidos moucos, pois os mais velhos lembram muito bem que a monarquia liderada por seu pai deixou para trás um rastro interminável de encarceramentos, exílios, torturas e execuções sumárias, além de colocar as riquezas do país, sobretudo o petróleo, em mãos estadunidenses. A revolução que pôs fim ao regime, em 1979, contou com um impressionante nível de apoio popular justamente em razão das tropelias e da brutalidade de seu pai. Parece pouco provável que o filho possa retornar nos ombros de uma enorme mobilização popular.

A guerra contra o Irão seguirá seu curso. Para os Estados Unidos, acabar com “o regime iraniano” é fundamental porque isso poderia complicar o abastecimento de petróleo à China, objetivo prioritário da política externa estadunidense. O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, condenou na rede social X a agressão dos Estados Unidos e de Israel, mas também, e sem qualquer qualificação, a represália lançada pelo Irão. Tanto aqueles quanto este seriam igualmente culpados, segundo Guterres. O agredido mereceria a mesma sanção que o agressor. O direito à legítima defesa desaparece na declaração de tão alto funcionário.

Quando muitos se perguntam sobre as causas da crise das Nações Unidas, a covardia e a submissão aos ditames do império por parte de seu secretário-geral oferecem uma boa pista para compreender a gênese do problema. Por isso, Trump, aspirante a ditador mundial, propôs-se, com seu clube de amigos — o Conselho da Paz —, a estabelecer em Gaza, a Gaza dos palestinos, um gigantesco Mar-a-Lago, onde se reunirá essa pandilha de megamilionários, estafadores e pedófilos com a pretensão de administrar a terra roubada dos palestinos como se fosse própria, substituindo o Conselho de Segurança da ONU na gestão cotidiana dessa operação imobiliária. Trump e seus sequazes terão um rude despertar, porque os palestinos não cessarão em sua tentativa de recuperar sua terra.

(*) Texto em português do Brasil, de acordo com a fonte aqui

Do blogue Estátua de Sal 

PROMINENTE BILIONÁRIO DOS UAE KHALAF AHMAD AL HABTOOR ACABA DE PUBLICAR UMA CARTA ABERTA PARA TRUMP. É BRUTAL:

“Quem lhe deu autoridade para arrastar a nossa região para uma guerra com o IRAN? Quem te deu permissão para transformar a nossa região num campo de batalha? ”

AL HABTOOR é uma figura importante: bilionário, antigo diplomata, voz política franca no Golfo. Quando ele fala, a liderança dos Emirados Árabes Unidos está ouvindo.
As perguntas dele:
* Essa decisão foi sua ou pressão de NETANYAHU?
* Calculou os danos colaterais antes de disparar?
* Você colocou os países do GCC no coração do perigo que eles não escolheram
* As suas iniciativas do "Board of Peace" foram financiadas pelos estados do Golfo. Agora estamos a ser atacados. Para onde foi aquele dinheiro?
* Você prometeu não wa.rs. Você conduziu operações em 7 países:
SOMÁLIA, IRAQUE, IEMEN, NIGÉRIA, SÍRIA, IRAN, VENEZUELA.
* 658 Airstr! kes no seu primeiro ano de volta = todo o período de BIDEN (que você criticou).
* A guerra custa $40-65 bilhões para operações, possivelmente $210 bilhões no total.
* Sua taxa de aprovação desceu 9% em 400 dias.
* Os AMERICANOS foram prometidos paz. Eles estão a receber wa.r financiados pelos seus impostos
A linha mais afiada: “Antes que a tinta seque na sua iniciativa do Conselho de Paz, encontramo-nos perante uma escalada militar que coloca em perigo toda a região. Então, para onde foram essas iniciativas? ”
AL HABTOOR não é um crítico qualquer. Ele é um estabelecimento. Ligado. Quando as elites dos Emirados Árabes Unidos começam a questionar publicamente a tomada de decisões de TRUMP, são os aliados árabes mais próximos da AMÉRICA dizendo "nós não nos inscrevemos para isto. ”
A carta termina: "A verdadeira liderança não é medida por decisões de guerra, mas sim pela sabedoria, respeito pelos outros e impulsionando para alcançar a paz. ”
Por: Retratos Da África

Hoje, mais uma vez, senti vergonha alheia.

A falta de urbanidade, educação e respeito que o Chega demonstra pelas outras pessoas, pelas instituições democráticas e pela democracia é intolerável!

Hoje, as mulheres presentes no parlamento foram acusas, por André Ventura, de serem coniventes com violadores!
Senti-me tão ofendida, como nunca senti em toda a minha vida.
Uma acusação grave, que reflete muito do caráter ( ou falta dele) de André Ventura.
Se este partido representa os portugueses, há uma reflexão séria a fazer por todos! Que portugueses são estes que votam e defendem estas ideologias.
Como é costume, vão surgir comentários misóginos, de desrespeito, e de total falta de educação ( para não falar de erros ortográficos), mas isso só corrobora a minha teoria sobre este partido e os seus defensores.
Uma vénia à Srª presidente da mesa da AR Teresa Morais, pela lição de cidadania. 

Ana Ferreira

quinta-feira, 5 de março de 2026

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Foi descansar outra vez a cabeça no peito do avô...

O grande escritor português, António Lobo Antunes, partiu hoje, desse plano. Uma tristeza enorme para mim, como admiradora.

Ele revelou nesse texto, que suas raízes estão em Belém do Pará, minha terra também, e a emocionante influência do seu avô, de quem herdou o nome.

Republico em honra ao grande mestre da vida, que foi!

Sempre me emociono com ele e acredito que me emocionarei para sempre!

DEP ANTÓNIO LOBO ANTUNES. TUA VIDA NÃO FOI EM VÃO!

ANTÓNIO LOBO ANTUNES
"Hoje é o dia dos anos do meu avô de quem herdei o nome sem lhe ter herdado as qualidades. Ele era muito moreno, eu loiro. Ele era corajoso, eu um maricas pegado. Como era oficial de Cavalaria obrigava-me a andar a cavalo o que eu detestava. Como o meu pai dizia são perigosos nas duas pontas e desconfortáveis no meio. O meu avô era sociável, eu bicho do mato. Alegre e eu nem por isso. Nunca o vi ler um livro, não se interessava nos livros. Dizia-me, desgostoso
– De mim só tens o nome
mas adorava-me e eu adorava-o. Logo que chegavam as férias ia para casa dele. Vinha ao quarto onde eu dormia fazer-me festas e deixava-me bolachas e um copo de água na mesa de cabeceira. A família dele vinha do Brasil, do norte do Brasil, de Belém do Pará. A minha bisavó, mãe dele, chamava-se Leopoldina que era o nome da Imperatriz e deu o nome a imensas meninas daquela época. Ainda conheci algumas das minhas tias bisavós, tia Biluca, tia Marocas, e o meu avô cantava-me canções brasileiras às vezes ou dizia-me versos sobre a guerra do Paraguai. Há uma fotografia dele a andar de triciclo na fazenda do pai. O meu avô encheu a minha infância de amor e chamava-me
– O meu morgado
como se fazia no Brasil daquele tempo. Morava numa casa enorme em Benfica, com um jardim e uma quinta. Ao voltar da guerra em França fez a revolução monárquica de Paiva Couceiro, em 1918, era um jovem capitão, os monárquicos perderam, o meu avô esteve preso na Penitenciária e depois foi para Tânger com a mulher e os filhos pequenos, até voltar a Portugal. Não quis voltar para o Brasil. Quando me deram o Prémio Camões, em 2007, estava eu à brocha com um cancro no intestino, lembro-me do Presidente Lula, no seu discurso, bradar
“António não é português ele é nosso”
e eu, que nunca tinha pensado nisso, não pensei nisso. O meu avô não lia livros mas os que tinha em casa eram brasileiros, Machado, Aluísio Azevedo, Pompeia, Lobato, etc. Como queria ser escritor papei aquilo tudo, juntamente com os versos e as canções para crianças, do Brasil que ele me cantava. Morreu quando eu tinha dezoito anos e o meu desgosto foi
(continua a ser)
imenso. Eu adorava-o. Adorava a sua alegria e adorava a sua bondade. E admirava imenso a sua enorme coragem física, eu que era um chuchu de primeira apanha. Lá me portei mais ou menos bem na guerra em África, penso eu, até recebi louvores e tudo e que foi para mim uma experiência ao mesmo tempo horrível e vital. E amanhã é dia 13. Em pequeno levava-me à Igreja de Santo António, de quem era muito devoto, buscar os cravos habituais que depois distribuía pelos filhos. Hoje é a noite do dia 12, avozinho, e ainda não parei de pensar em si. De irmos a Pádua de carro para eu fazer a primeira comunhão, do seu sorriso, da sua voz. Demorou a acabar: a minha avó disse
– Ele é uma árvore muito forte que custa muito a abater
e aí está o seu enterro no armão, com os soldados, com o oficial, com os tiros. Mal sabia eu que depois teria várias cerimónias assim pelos meus camaradas, mal sabia eu que haveria de discursar junto ao túmulo do Soldado Desconhecido, no Mosteiro. Pode não acreditar em mim
(porque carga de água não havia de acreditar em mim?)
mas gostei de ser militar, sempre me trataram bem, não manchei a sua memória, acho que, onde está, pode ter algum orgulho em mim. É curioso, avô, como passados tantos anos a sua ausência continua a doer-me. Desculpe não ter herdado a sua paixão pelos cavalos. Sou o filho mais velho do seu filho mais velho, e chamava-me, com orgulho, “o meu morgado”, segundo o costume de Belém do Pará. Não sei se preferia que eu fosse brasileiro ou português. Acho que só queria que eu fosse seu neto. E sou. E amanhã é o dia do seu Santo, do nosso Santo, em cujo túmulo espalmou a minha mão ao lado da sua e me pediu
– Promete que se tiveres um filho o trazes a Pádua a fazer a primeira comunhão e lhe chamas António.
E eu prometi. Foi o momento mais solene da minha vida, eu pequeno, o meu avô enorme e os seus olhos escuros cheios de lágrimas.
Agora olhe estou aqui a escrever isto. Eu não me esqueço avô, eu nunca me esqueço. Tenho ali um Santo António e
(isto é segredo)
às vezes rezo-lhe por nós que eu nunca tive a sua bondade e também preciso de alguma proteção. Espero que continue a amar-me. Espero que continue a tomar conta de mim. Espero que amanhã se lembre de irmos juntos à Igreja do Santo e colocarmos a mão na pedra no sítio onde se conta que o Demónio o tentou. Espero
(espero não, tenho a certeza)

que daqui a uns anos estaremos de novo juntos. E vou descansar outra vez a cabeça no seu peito e deixar que me abrace com muita força. Ouviu bem, avô? Com muita, muita força, com toda a força do mundo. E ficamos assim imenso tempo. A gente os dois, senhor."

ÚLTIMA HORA:

Milhões de americanos estão alegadamente a exigir que o filho mais novo de Donald Trump, Barron Trump, seja convocado para o exército para mostrar o mesmo patriotismo que os jovens que lutam em guerras impulsionadas pelo seu pai - guerras que muitos argumentam não têm a aprovação do país.
Os críticos apontam que ninguém na geração de Trump alguma vez serviu nas forças armadas dos EUA, mas Donald Trump enviou repetidamente soldados para conflitos que dizem que oferecem pouco benefício à América.
As pessoas insistem que, se Trump realmente acredita na sua visão para o país, Barron deveria estar na linha de frente - especialmente porque o próprio Trump reconheceu que muitos soldados poderiam morrer nestes conflitos, chamando-o de "sacrifício" que ele está disposto a fazer.
Muitos americanos estão frustrados, dizendo que estão cansados da morte de cidadãos comuns em guerras que só servem políticos ricos.
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