Luís Neves está em apuros por causa de obras com um certo empreiteiro. Não está, não esteve nem estará por causa do seu papel no que foi feito a Ivo Rosa.
17 Julho 2026 às 8:35 por Valupi
Do blogue Aspirina B
Umas de maior importância que outras. Outrora assim acontecia. É por isso que gosto de as relatar para os mais novos saberem o que fizeram os seus antepassados. Conseguiram fazer de uma coutada, uma aldeia, depois uma vila e, hoje uma cidade, que em tempos primórdios se chamou Fredemundus. «(Frieden, Paz) (Munde, Protecção).» Mais tarde Freamunde. "Acarinhem-na. Ela vem dos pedregulhos e das lutas tribais, cansada do percurso e dos homens. Ela vem do tempo para vencer o Tempo."
Luís Neves está em apuros por causa de obras com um certo empreiteiro. Não está, não esteve nem estará por causa do seu papel no que foi feito a Ivo Rosa.
17 Julho 2026 às 8:35 por Valupi
Do blogue Aspirina B
(Miguel Castelo Branco, in Facebook, 16/07/2026, Revisão da Estátua)

Continuam por toda a Ucrânia manifestações de apoio ao recém-demitido ministro Fedorov e espera-se para muito breve a detenção do ex-titular da Defesa que rompeu publicamente com Zelensky.
O que sobressai nas manifestações é o elemento burguês da sociedade ucraniana, ou seja, aqueles que estão alinhados com Bruxelas, que não querem ser mobilizados e que de algum modo têm beneficiado com a cornucópia de dinheiros e negócios que rodeiam o esforço de guerra.
Zelensky apoia-se em Sirsky e no exército e avança para uma ditadura sem máscaras e, talvez, para a não realização de quaisquer eleições no outono, usando as prerrogativas que o estado de sítio lhe confere para governar por decreto.
É agora claro que Fedorov tem o apoio da UE/NATO e que representa os avultados investimentos nas tecnologias em detrimento dos defensores de uma guerra popular e da mobilização geral defendida por Zelensky e o seu grupo.
Com a intensificação da destruição sistemática do aparelho industrial, assim como de Odessa pelos russos, a Ucrânia está à beira do abismo. Os patrocinadores e co-beligerantes europeus não sabem o que fazer, pois Zelensky é a cabeça de cartaz e Fedorov o representante dos negócios em ascensão.
O que de pior poderia agora acontecer seria a eclosão de graves distúrbios e, até, de enfrentamentos armados entre facções ucranianas.
Do blogue Estátua de Sal
Partido saúda gratuitidade dos transportos mas quer reforço da oferta
pública para melhorar assiduidade, amplitude e capacidade.
A Comissão Coordenadora Distrital
do Porto do Bloco de Esquerda lançou uma petição pública a exigir uma rede de
transportes coletivos de qualidade e territorialmente coesa na Área
Metropolitana do Porto (AMP) e na Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa
(CIM-TS). A iniciativa surge num momento em que o tema dos transportes públicos
ganha cada vez mais destaque, seja pelo aumento do preço dos combustíveis, seja
pelas alterações climáticas, seja ainda pelo anúncio da gratuitidade dos
transportes na cidade do Porto - uma medida que o Bloco saúda, mas que
considera insuficiente enquanto não for alargada a toda a região.
Centenas de milhares de pessoas
que residem, trabalham e estudam na AMP e na CIM-TS continuam a enfrentar
diariamente supressões de comboios, sobrelotação, atrasos e uma oferta de
autocarros insuficiente, sobretudo nos concelhos mais periféricos. O Bloco de
Esquerda recorda que, apesar dos avanços conseguidos com o Programa de Apoio à
Redução Tarifária e, mais recentemente, com o Passe Verde, estas medidas têm de
ser acompanhadas de investimento público substancial e equilibrado, capaz de
corrigir as desigualdades entre municípios com receitas próprias distintas.
Entre as principais
reivindicações da petição estão o reforço do material circulante da CP e da
Metro do Porto, com um plano público e calendarizado que ponha fim às
supressões e à sobrelotação, e a garantia de maior fiabilidade e pontualidade
no serviço, incluindo climatização de todas as composições. O documento exige
ainda a estabilização da rede UNIR, com cumprimento integral dos horários e
reforço de autocarros, bem como a criação de uma rede intermunicipal de
transporte rodoviário no Tâmega e Sousa, articulada com a rede LINHAS, que
reduza a dependência dos operadores privados nas zonas menos densamente
povoadas.
A petição defende também a
universalização da gratuitidade dos transportes públicos a todos os residentes
da AMP e da CIM-TS, num esforço conjunto entre os municípios, as duas entidades
intermunicipais e o Governo, além do aumento da oferta e cobertura da rede -
mais frequências, maior amplitude horária e novas ligações intermunicipais
- e um financiamento público estável e plurianual para a mobilidade
metropolitana. Para o Bloco de Esquerda, o transporte coletivo deve ser tratado
como um serviço público essencial e como um instrumento central de coesão
social, justiça territorial e ação climática.
Na apresentação da iniciativa, a estrutura do partido sublinha que o Grande Porto "merece um sistema de transportes em que se possa confiar: pontual, acessível, confortável e justo para todos os seus concelhos", resumindo o objetivo da petição como "menos supressões e mais comboios, menos atrasos e mais autocarros, menos desigualdade e mais direitos partilhados".
16 de julho 2026 - 18:33
Do blogue da Esquerda
(Por Chris Pantelimon, in Reseau International, 16/07/2026, Trad. Estátua)

A única forma de os Estados Unidos manterem o controlo dos assuntos mundiais é através de uma guerra mundial — isto é, um conflito de grande escala em que os Estados Unidos assumam o papel de árbitro, e não de participante direto.
Os estrategas americanos não têm imaginação, razão pela qual repetem padrões de há um século — por exemplo, o rearmamento da Alemanha e a sua preparação para o combate contra a URSS.
Hoje, o inimigo designado, à primeira vista, é a Rússia, porque a Rússia está activa, mas o verdadeiro alvo é sobretudo a China, o principal rival estratégico dos Estados Unidos.
Um ponto deve ser realçado: para os americanos, não importa quem ganhe a guerra.
O rearmamento da Europa, supostamente concebido para a sua defesa contra Putin, pode muito bem levar à ruína da Europa. Tanto melhor! O que importa é a guerra e o árbitro (os Estados Unidos) na sombra, não o seu resultado.
Da mesma forma, o rearmamento do Japão, que só pode ocorrer em oposição à China, não significa que os americanos desejem realmente — ou esperem — que o Japão prevaleça (tal como não esperam que a Ucrânia prevaleça sobre a Rússia). A estratégia é mais cínica: o importante é provocar a guerra.
E os Estados que produzem ou compram armas (os infames 5% do PIB), outrora saturados de tecnologia militar, podem ser facilmente colocados uns contra os outros.
O caso ucraniano é um excelente exemplo. Uma Ucrânia bem armada será sempre um alvo para a Rússia. Mas o mesmo se aplica à Polónia ou a um Estado báltico. As tensões estão a aumentar e a história europeia, com todas as suas tragédias passadas, aguardava por isto: uma corrida ao armamento entre vizinhos. Nunca faltam motivos para a guerra!
Eis o que o CEO da Palantir escreve num livro de um franchise tipicamente americano sobre a política de armamento dos aliados dos Estados Unidos:
“A resistência a novos investimentos militares tem sido, naturalmente, particularmente disseminada na Alemanha. Günter Grass, romancista e autor de ‘O Tambor de Lata’, opôs-se veementemente à reunificação da Alemanha Oriental e Ocidental, argumentando que um Estado alemão unificado poderia abrir as portas a outro Auschwitz. Em 1991, escreveu: ‘Nada — nem o sentimento de pertença nacional, por mais idílico que seja retratado, nem a certeza da boa vontade das gerações do pós-guerra — pode alterar ou apagar a experiência que nós, criminosos, juntamente com as nossas vítimas, partilhamos enquanto Alemanha unida’.
No entanto, a neutralização de facto do país nos últimos cinquenta anos teve consequências. A ausência de uma Alemanha forte e assertiva contribuiu, sem dúvida, para a invasão da Ucrânia pela Rússia em Fevereiro de 2022. Vladimir Putin calculou corretamente que não pagaria um preço significativo por essa ação. Após décadas de autoflagelação, o exército alemão passou a assemelhar-se mais a uma caricatura de uma força armada genuína”,
2. Japão
“O mesmo se aplica, em grande parte, ao Japão. A democracia mais rica da região necessitaria ainda hoje do apoio dos EUA para repelir — quanto mais sobreviver — a uma invasão em grande escala. (…)
O erro não foi dissolver o Exército Imperial Japonês e adotar salvaguardas legais destinadas a impedir a sua reconstituição no período imediatamente a seguir à guerra. O erro foi manter esta política durante três quartos de século, apesar da transformação da ordem mundial, incluindo a ascensão de uma China cada vez mais poderosa e assertiva, bem como um renovado sentido de ambição na Rússia.
O desarmamento e a privação das significativas capacidades militares da Alemanha constituíram uma reação excessiva, pela qual a Europa paga agora um preço elevado. Um compromisso semelhante, em grande parte teatral, com o pacifismo japonês ameaça, a manter-se, alterar também o equilíbrio de poder na Ásia”.
A conclusão é simples, como a história recente demonstrou!
Fonte aqui
Do blogue Estátua de Sal
Bom dia!
As vossas professoras da primária devem te sofrido horrores, livra…Custava a entrar não?