Rádio Freamunde

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sexta-feira, 17 de julho de 2026

Estado da Nação:

Luís Neves está em apuros por causa de obras com um certo empreiteiro. Não está, não esteve nem estará por causa do seu papel no que foi feito a Ivo Rosa.

por Valupi

Do blogue Aspirina B

Para perceber o que se está a passar na Ucrânia:

(Miguel Castelo Branco, in Facebook, 16/07/2026, Revisão da Estátua)


Continuam por toda a Ucrânia manifestações de apoio ao recém-demitido ministro Fedorov e espera-se para muito breve a detenção do ex-titular da Defesa que rompeu publicamente com Zelensky.

O que sobressai nas manifestações é o elemento burguês da sociedade ucraniana, ou seja, aqueles que estão alinhados com Bruxelas, que não querem ser mobilizados e que de algum modo têm beneficiado com a cornucópia de dinheiros e negócios que rodeiam o esforço de guerra.

Zelensky apoia-se em Sirsky e no exército e avança para uma ditadura sem máscaras e, talvez, para a não realização de quaisquer eleições no outono, usando as prerrogativas que o estado de sítio lhe confere para governar por decreto.

É agora claro que Fedorov tem o apoio da UE/NATO e que representa os avultados investimentos nas tecnologias em detrimento dos defensores de uma guerra popular e da mobilização geral defendida por Zelensky e o seu grupo.

Com a intensificação da destruição sistemática do aparelho industrial, assim como de Odessa pelos russos, a Ucrânia está à beira do abismo. Os patrocinadores e co-beligerantes europeus não sabem o que fazer, pois Zelensky é a cabeça de cartaz e Fedorov o representante dos negócios em ascensão.

O que de pior poderia agora acontecer seria a eclosão de graves distúrbios e, até, de enfrentamentos armados entre facções ucranianas.

Do blogue Estátua de Sal 

quinta-feira, 16 de julho de 2026

Ventos Semeados: O Marketing e a Fancaria

Ventos Semeados: O Marketing e a Fancaria:   Contratar uma conhecida empresa de marketing político parecia predispor o Governo ao sucesso de imagem capaz de iludir o fracasso das polí...

Transportes Bloco de Esquerda lança petição por mais e melhor transporte público no Porto e Tâmega e Sousa:

Partido saúda gratuitidade dos transportos mas quer reforço da oferta pública para melhorar assiduidade, amplitude e capacidade.

A Comissão Coordenadora Distrital do Porto do Bloco de Esquerda lançou uma petição pública a exigir uma rede de transportes coletivos de qualidade e territorialmente coesa na Área Metropolitana do Porto (AMP) e na Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa (CIM-TS). A iniciativa surge num momento em que o tema dos transportes públicos ganha cada vez mais destaque, seja pelo aumento do preço dos combustíveis, seja pelas alterações climáticas, seja ainda pelo anúncio da gratuitidade dos transportes na cidade do Porto - uma medida que o Bloco saúda, mas que considera insuficiente enquanto não for alargada a toda a região.

Assina aqui a petição

Centenas de milhares de pessoas que residem, trabalham e estudam na AMP e na CIM-TS continuam a enfrentar diariamente supressões de comboios, sobrelotação, atrasos e uma oferta de autocarros insuficiente, sobretudo nos concelhos mais periféricos. O Bloco de Esquerda recorda que, apesar dos avanços conseguidos com o Programa de Apoio à Redução Tarifária e, mais recentemente, com o Passe Verde, estas medidas têm de ser acompanhadas de investimento público substancial e equilibrado, capaz de corrigir as desigualdades entre municípios com receitas próprias distintas.

Entre as principais reivindicações da petição estão o reforço do material circulante da CP e da Metro do Porto, com um plano público e calendarizado que ponha fim às supressões e à sobrelotação, e a garantia de maior fiabilidade e pontualidade no serviço, incluindo climatização de todas as composições. O documento exige ainda a estabilização da rede UNIR, com cumprimento integral dos horários e reforço de autocarros, bem como a criação de uma rede intermunicipal de transporte rodoviário no Tâmega e Sousa, articulada com a rede LINHAS, que reduza a dependência dos operadores privados nas zonas menos densamente povoadas.

A petição defende também a universalização da gratuitidade dos transportes públicos a todos os residentes da AMP e da CIM-TS, num esforço conjunto entre os municípios, as duas entidades intermunicipais e o Governo, além do aumento da oferta e cobertura da rede - mais frequências, maior amplitude horária e novas ligações intermunicipais  - e um financiamento público estável e plurianual para a mobilidade metropolitana. Para o Bloco de Esquerda, o transporte coletivo deve ser tratado como um serviço público essencial e como um instrumento central de coesão social, justiça territorial e ação climática.

Na apresentação da iniciativa, a estrutura do partido sublinha que o Grande Porto "merece um sistema de transportes em que se possa confiar: pontual, acessível, confortável e justo para todos os seus concelhos", resumindo o objetivo da petição como "menos supressões e mais comboios, menos atrasos e mais autocarros, menos desigualdade e mais direitos partilhados".

16 de julho 2026 - 18:33

Do blogue da Esquerda

A Terceira Guerra Mundial ainda está a ser preparada:

 (Por Chris Pantelimon, in Reseau International, 16/07/2026, Trad. Estátua)


A única forma de os Estados Unidos manterem o controlo dos assuntos mundiais é através de uma guerra mundial — isto é, um conflito de grande escala em que os Estados Unidos assumam o papel de árbitro, e não de participante direto.

Os estrategas americanos não têm imaginação, razão pela qual repetem padrões de há um século — por exemplo, o rearmamento da Alemanha e a sua preparação para o combate contra a URSS.

Hoje, o inimigo designado, à primeira vista, é a Rússia, porque a Rússia está activa, mas o verdadeiro alvo é sobretudo a China, o principal rival estratégico dos Estados Unidos.

Um ponto deve ser realçado: para os americanos, não importa quem ganhe a guerra.

O rearmamento da Europa, supostamente concebido para a sua defesa contra Putin, pode muito bem levar à ruína da Europa. Tanto melhor! O que importa é a guerra e o árbitro (os Estados Unidos) na sombra, não o seu resultado.

Da mesma forma, o rearmamento do Japão, que só pode ocorrer em oposição à China, não significa que os americanos desejem realmente — ou esperem — que o Japão prevaleça (tal como não esperam que a Ucrânia prevaleça sobre a Rússia). A estratégia é mais cínica: o importante é provocar a guerra.

E os Estados que produzem ou compram armas (os infames 5% do PIB), outrora saturados de tecnologia militar, podem ser facilmente colocados uns contra os outros.

O caso ucraniano é um excelente exemplo. Uma Ucrânia bem armada será sempre um alvo para a Rússia. Mas o mesmo se aplica à Polónia ou a um Estado báltico. As tensões estão a aumentar e a história europeia, com todas as suas tragédias passadas, aguardava por isto: uma corrida ao armamento entre vizinhos. Nunca faltam motivos para a guerra!

Eis o que o CEO da Palantir escreve num livro de um franchise tipicamente americano sobre a política de armamento dos aliados dos Estados Unidos:

  1. Alemanha

A resistência a novos investimentos militares tem sido, naturalmente, particularmente disseminada na Alemanha. Günter Grass, romancista e autor de ‘O Tambor de Lata’, opôs-se veementemente à reunificação da Alemanha Oriental e Ocidental, argumentando que um Estado alemão unificado poderia abrir as portas a outro Auschwitz. Em 1991, escreveu: ‘Nada — nem o sentimento de pertença nacional, por mais idílico que seja retratado, nem a certeza da boa vontade das gerações do pós-guerra — pode alterar ou apagar a experiência que nós, criminosos, juntamente com as nossas vítimas, partilhamos enquanto Alemanha unida’.

No entanto, a neutralização de facto do país nos últimos cinquenta anos teve consequências. A ausência de uma Alemanha forte e assertiva contribuiu, sem dúvida, para a invasão da Ucrânia pela Rússia em Fevereiro de 2022. Vladimir Putin calculou corretamente que não pagaria um preço significativo por essa ação. Após décadas de autoflagelação, o exército alemão passou a assemelhar-se mais a uma caricatura de uma força armada genuína”,

2. Japão

O mesmo se aplica, em grande parte, ao Japão. A democracia mais rica da região necessitaria ainda hoje do apoio dos EUA para repelir — quanto mais sobreviver — a uma invasão em grande escala. (…)

O erro não foi dissolver o Exército Imperial Japonês e adotar salvaguardas legais destinadas a impedir a sua reconstituição no período imediatamente a seguir à guerra. O erro foi manter esta política durante três quartos de século, apesar da transformação da ordem mundial, incluindo a ascensão de uma China cada vez mais poderosa e assertiva, bem como um renovado sentido de ambição na Rússia.

O desarmamento e a privação das significativas capacidades militares da Alemanha constituíram uma reação excessiva, pela qual a Europa paga agora um preço elevado. Um compromisso semelhante, em grande parte teatral, com o pacifismo japonês ameaça, a manter-se, alterar também o equilíbrio de poder na Ásia”.

A conclusão é simples, como a história recente demonstrou!

Fonte aqui

Do blogue Estátua de Sal

REFLEXÃO – O QUE FAZ UM POLÍTICO SER SÉRIO É A SUA FORÇA DA RAZÃO:

Há uma diferença enorme entre um político popular e um político sério. A popularidade pode nascer de uma boa campanha de comunicação, de frases eficazes ou da capacidade de alimentar emoções coletivas. A seriedade, porém, mede-se por outro critério: pela coerência entre aquilo que se afirma, aquilo que se decide e os resultados que, ao longo dos anos, essas decisões produzem. Ora, a História raramente julga os homens pelos títulos que lhes atribuíram os jornais do seu tempo. Julga-os pelos efeitos das suas políticas.
Durante décadas, Vladimir Putin foi apresentado no Ocidente quase exclusivamente através de um retrato psicológico. O "homem frio", o "novo czar", o "autocrata", o "ex-agente do KGB". Pouco espaço existiu para compreender porque razão, apesar dessa imagem, continua a manter níveis significativos de apoio interno segundo diversas sondagens realizadas na Rússia.
Há um facto difícil de ignorar. Quando Putin chegou ao poder, a Federação Russa atravessava um dos períodos mais difíceis da sua história moderna. A década de 1990 ficou marcada por uma profunda recessão económica, privatizações controversas, fortalecimento dos oligarcas, enfraquecimento do Estado, elevada inflação, conflitos armados internos, terrorismo e uma acentuada perda de influência internacional.
É igualmente um facto que a Rússia recuperou grande parte da sua capacidade financeira, reorganizou as suas instituições, voltou a assumir um papel relevante no mercado energético mundial, modernizou parte das suas forças armadas e recuperou peso diplomático em diversas regiões do planeta.
Hoje torna-se intelectualmente pobre reduzir vinte e cinco anos de governação a uma caricatura construída apenas sobre adjetivos. A seriedade política exige mais do que slogans. Exige compreender. Exige estudar. Exige comparar. Enquanto muitos governos ocidentais parecem viver presos ao ciclo das eleições seguintes, alterando prioridades ao sabor das sondagens e das redes sociais, há dirigentes que desenvolvem estratégias nacionais para décadas. Goste-se ou não dessas estratégias, elas existem, obedecem a uma lógica e procuram servir objetivos definidos. É precisamente aí que reside uma das grandes diferenças entre governar e apenas administrar.
Nos últimos anos, muitos países ocidentais atravessam dificuldades económicas, perda de competitividade industrial, aumento do custo da energia, crise da habitação, envelhecimento demográfico, endividamento crescente e uma perceção de afastamento entre governantes e governados. Perante estes problemas, o discurso político surge frequentemente recheado de promessas vagas, conceitos abstratos e explicações que parecem transferir sempre a responsabilidade para fatores externos. E a força da razão desaparece quando a política passa a viver da gestão da narrativa.
Um dirigente sério não convence apenas porque fala bem. Convence porque as suas decisões seguem uma linha coerente durante anos, porque explica os seus objetivos e porque aceita ser julgado pelos resultados. Isso não quer dizer que tenha sempre razão. Significa apenas que existe uma arquitetura política identificável.
Também Xi Jinping, na China, é frequentemente apontado como exemplo de uma liderança assente em planeamento estratégico de longo prazo. Tal como acontece com Putin, há quem veja nisso estabilidade e visão; outros consideram que essa estabilidade é alcançada à custa de limitações significativas às liberdades políticas e civis. São interpretações distintas, mas ambas reconhecem que existe uma estratégia nacional claramente definida.
E talvez seja precisamente isso que falta a muitas democracias ocidentais. Não falta inteligência. Não faltam recursos. Não falta capacidade técnica. Falta, muitas vezes, uma ideia consistente de futuro que sobreviva às alternâncias partidárias e que coloque os interesses permanentes do país acima da conveniência eleitoral do momento.
A verdadeira força de um político não nasce do número de discursos que faz. Nem do número de entrevistas. Nem do número de fotografias. Nasce da capacidade de convencer pela razão, de manter uma linha coerente perante as dificuldades e de deixar que seja o tempo - e não a propaganda - a avaliar o valor das suas decisões.
Porque a História pode demorar. Mas acaba sempre por fazer a distinção entre quem governou para o instante... e quem governou para uma geração.

Bom dia!  

Já me cansei de escrever sobre isto mas…Tomem lá mais uma vez…. :

As vossas professoras da primária devem te sofrido horrores, livra…Custava a entrar não?

“Carlos Lourenço isso é o que dá fazer pesquisas simples no Google, no mínimo perguntava a seguir quem foi que formou o Batalhão Azov em 2014, a origem dos ditos e desde quando actuavam na Ucrânia.
Na prática os Azov, ou os nazis que formaram os Azov (os tais nazis a quem vocês agora chamam de heróis) começaram a actuar na Ucrânia nos anos 90, logo após a queda da URSS, discretamente, aliás, nazis na Ucrânia existem desde a 2ª Guerra Mundial, andavam era controlados. Vocês têm fraca memória, é pena, provavelmente até desconhecem que a Ucrânia Ocidental colaborou com a Alemanha Nazi e que Rivne foi a capital Nazi ucraniana durante a 2ª Guerra Mundial, ainda hoje é um ninho de Nazis e ultranacionalistas, tal como Lviv e toda aquela zona Ocidental da Ucrânia.
Os movimentos nazis que formaram os Azov na verdade criaram maior fôlego em 2005, não por acaso obviamente, após a revolução Laranja e já com financiamento externo, sobretudo norte americano, nenhuma das revoluções Ucranianas aconteceu por acaso. Os Nazis na Ucrânia cresceram com apoio e financiamento externo sempre. Os EUA, desde a queda da URSS fizeram o que fazem sempre, criam conflitos sempre que lhes interessa com a sua mão supostamente invisível…
Dizerem que os Azov foram criados em 2014 não deixa de ser verdade porque foi nessa altura que mudaram de nome, mas é pouco honesto e até ignorante dizerem isso como se até então não existissem com outros nomes e já não actuassem na Ucrânia. A mudança de nome para Azov apenas fez parte da estratégia da já então propaganda Norte Americana e Nazi.
Tenho dúvidas se vocês são mesmo ingénuos e pouco informados ou se efectivamente lá no fundo até admiram nazis. Gostava muito de acreditar que são apenas ingénuos e tolos.
Em 2014 o tal de Batalhão Azov foi criado pelos seguintes:
Logo à cabeça foi liderado por Andriy Biletsky (o primeiro comandante dos Azov), um nacionalista de extrema direita que liderava até então os grupos Patriota da Ucrânia e a Assembleia Social Nacional (SNA). Andriy Biletsky deixou o comando dos Azov ainda no final de 2014 para seguir carreira política, como deputado no Parlamento Ucraniano, lindo não acham? Isto logo na altura em que o Batalhão começou a ser integrado nas forças oficiais do Estado.
E não, ao contrário do que diz a Wikipédia e afins os Azov não foram criados para combater os separatistas, os separatistas sabiam e conheciam bem os grupos e movimentos de extrema direita na Ucrânia, já iam sendo vítimas deles, sabiam também que Maidan tinha sido provocado por entidades externas e levado a cabo por esses grupos de extrema direita e nazis que com financiamento externo e propaganda arrastaram milhares de tolos que vieram a arrepender-se. Ainda por estes dias eu entrevistei um jornalista Ucraniano, actualmente exilado político nos EUA (não, não vive na Rússia e sim nos EUA) que admitiu ter sido pro Maidan mas que logo a seguir percebeu os meandros e as aberrações feitas por parte das bestas nazis a quem vocês agora chamam de heróis, aberrações feitas ao povo, ao povo que agora reclamam como seu mas apenas para o massacrarem, oprimirem, matarem e explorarem.
Vocês deviam era ter vergonha quando escrevem esses disparates, ainda por cima no meu perfil.
Os Azov (os vossos heróis) não foram criados em 2014 foram sim reformulados com mudança de nome e com a desculpa de terem surgido para combater os separatistas, a estratégia foi essa. Convém relembrar que membros do movimento Setor de Direita também integraram os Azov.
O lema era a criação de uma cruzada de “raças brancas”, e utilizavam símbolos com forte ligação ao Nazismo e ao neo-nazismo como o Wolfsangel e o Sol negro.
O wolfsangel é frequentemente usado nas bandeiras ucranianas envergadas pelos nacionalistas tal como Pavlo Sadokha o Nazi ucraniano que é Presidente da Associação de Ucranianos em Portugal e que foi adoptado pela direita portuguesa e por Carlos Moedas, até integrou as listas das autárquicas. Também são usadas bandeiras da UPA, um grupo armado nacionalista ucraniano criado em 1942, durante a 2ª Guerra Mundial, obviamente colaboradores nazis, violentos e que cometeram horrores, nomeadamente o massacre de milhares de polacos em Volinia. O Nazi Pavlo Sadokha também gosta muito dessa bandeirinha negra e vermelha.
Aliás, recentemente a crise diplomática entre a Polónia e a Ucrânia, a Polónia que tem sido tão “amiguinha” da Ucrânia, surgiu exactamente porque Zelensky concedeu o título honorário de “heróis da UPA” a uma unidade de forças especiais da Ucrânia, unidade essa formada exactamente por Nazis ou neo nazis (nem vale a pena distinguir ambos, só o cheiro muda).
Zelensky o tal democrático e a quem vocês chamam de herói, nunca foi menos do que um Nazi corrupto, com capacidade de comunicação para enganar tolinhos e com muitos milhões por trás a pagarem-lhe a propaganda, a propaganda que o levou a Presidente e a propaganda que o mantém como palhaço e fantoche de um conflito provocado por forças externas, o tal Ocidente democrático que é muito decente claro.
Oh seus tolos, não me abram essa pestana não….
Errar e ser enganado é humano, mas também é humano o arrependimento e é muito digno e de carácter assumirem os vossos erros, sobretudo pela responsabilidade do futuro dos vossos filhos e netos.
Informem-se e estudem, não pela Wikipédia ou blogs marados, estudem a História, os factos reais, as manchetes dos jornais durante 8 anos até 2022. Não sejam anjinhos nem asnos.”