Não aqueles que procuram destruir tudo.
Coisas que Podem Acontecer:
Umas de maior importância que outras. Outrora assim acontecia. É por isso que gosto de as relatar para os mais novos saberem o que fizeram os seus antepassados. Conseguiram fazer de uma coutada, uma aldeia, depois uma vila e, hoje uma cidade, que em tempos primórdios se chamou Fredemundus. «(Frieden, Paz) (Munde, Protecção).» Mais tarde Freamunde. "Acarinhem-na. Ela vem dos pedregulhos e das lutas tribais, cansada do percurso e dos homens. Ela vem do tempo para vencer o Tempo."
Rádio Freamunde
domingo, 5 de julho de 2026
Porque é que milhões se unem no funeral do Líder Supremo do Irão — e porque é que o Ocidente entra em pânico?
Entre a Guerra e a Paz – Com o Major-General Carlos Branco:
(Major-General Carlos Branco, in Youtube, 04/07/2026)

No momento em que a Ucrânia se aproxima da debacle após a queda de Kostyantynivka e do desmoronamento da sua linha de fortificações, Zelensky e o Ocidente continuam em estado de negação. Vi há pouco na CNN dois aldrabões encartados, o Serronha e o pseudo jornalista, Rolando Santos, a jurarem a pés juntos que a Rússia está quase de joelhos!! A vergonha está tão cara, o preço está pela hora da morte, que as duas alimárias – mesmo com as avenças chorudas da CNN/CIA -, não a conseguem comprar e, por isso, vergonha na cara não tem nenhuma.
A verdade sobre a queda de Kostyantynivka e das suas implicações pode ser vista na intervenção de ontem, 04-07, do Major-general Agostinho Costa, que pode ser vista aqui, “uma prenda de Putin para Trump que é do tamanho de Évora”, diz o Major-general.
E num registo mais alargado, análise estratégica do conflito, fica também outro contributo honesto e sabedor do Major-general Carlos Branco entrevistado pelo jornalista Miguel Szymanski, no seu podcast Guerra e Paz.
Estátua de Sal, 05/07/2026
Do blogue Estátua de Sal
Inicio das Sebastianas 2026:
Futebol, a nova religião do Estado português:
Dominguice:
Ventura disse que o Estado não devia pagar qualquer
indemnização a Sócrates, mesmo que ela transitasse em julgado depois de correr
todas as instâncias judiciais. E trazia dois argumentos, este o primeiro: “Há
momentos em que a justiça deve estar acima da lei”. O segundo argumento
consistiu nisto: “[Se for paga alguma indemnização a Sócrates] o Estado estará
a assumir que a corrupção é um método legítimo de governação em Portugal”. Tudo
somado e dividido, Ventura colocou-se não só como um potencial governante que
se considera acima da lei, como juntou a esse estatuto o poder de decidir por
si e sem julgamento se um qualquer cidadão é culpado de um qualquer crime. O
Estado passa a ser ele, foi o que anunciou. Mas isto não é a notícia.
A notícia é que depois, da SIC à TSF, passando por outros órgãos da “imprensa de referência”, surgiram réplicas dos mesmos argumentos. Dos mesmos. E porquê? Porque Ventura não é uma aberração – é uma continuação, uma síntese, do que a direita decadente começou a fazer em Portugal a partir de 2004.
5 Julho 2026 às 9:14 por Valupi
Do blogue Aspirina B


