Coisas que Podem Acontecer:
Umas de maior importância que outras. Outrora assim acontecia. É por isso que gosto de as relatar para os mais novos saberem o que fizeram os seus antepassados. Conseguiram fazer de uma coutada, uma aldeia, depois uma vila e, hoje uma cidade, que em tempos primórdios se chamou Fredemundus. «(Frieden, Paz) (Munde, Protecção).» Mais tarde Freamunde. "Acarinhem-na. Ela vem dos pedregulhos e das lutas tribais, cansada do percurso e dos homens. Ela vem do tempo para vencer o Tempo."
Rádio Freamunde
sexta-feira, 29 de maio de 2026
O ELEVADOR DA INGLÓRIA DA JUSTIÇA:
Ventos Semeados: A Operação e o Calendário
duas ou três coisas: Devoções
Tamir Pardo, ex-director da Mossad, tem vergonha de ser judeu:
Tamir Pardo foi director da Mossad entre 2011 e 2016. Aparentemente, ter-se-á convertido num perigoso antisemita, pese embora seja judeu. A brutalidade sionista atingiu uma patamar de obscenidade tal que começa a ser difícil encontrar argumentos para a defender. Haja esperança nos israelitas com espinha dorsal.
29/05/2026 by João Mendes
Do blogue Aventar
O Ministério Público é um descanso:
Teria sido muito fácil ao Ministério Público ligar o lançamento público de investigações de arrebimba o malho ao PS com o calendário político. Já o fez no passado, obtendo sucesso espectacular. É uma cena que eles fazem bem e com gosto. Mas tal não se passou neste caso do “Imergente”.
Ter-se escolhido a semana em que a sede do PSOE foi alvo de buscas, Ivo Rosa deu entrevistas a queixar-se de ter sido espiado, e depois o dia preciso em que saía uma sondagem muito favorável ao PS e Amadeu Guerra ia ao Parlamento falar de umas coisitas sem importância nenhuma, só pode ter si uma banal coincidência. E como é que nós podemos ter a certeza disso para além de qualquer dúvida razoável? Muito simples. Porque foi o próprio Amadeu quem o garantiu: “Podem ficar descansados que nunca tive timings políticos.“
E é mesmo isso, podemos e devemos ficar descansados. Porque este homem sabe do que fala. Foi ele quem, há uns meses, garantiu que Sócrates tinha todo o direito a ter uma oportunidade para tentar provar a sua inocência. Ora, acaso quem assim se manifesta misericordioso seria capaz de usar os poderes totalitários do Ministério Público para brincar aos políticos, ou até para lhes meter medo e apertar os túbaros?
Claro que não, mano. Aliá, dúvidas que haja é falarem com o senhor, perguntarem-lhe cenas e das cenas. Ele deixa-nos descansados, adormecidos.
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PS (pun intended) – E a graça de ter calhado a 28 de Maio? Uma feliz coincidência, mais uma!
29 Maio 2026 às 8:32 por Valupi
Do blogue Aspirina B
quinta-feira, 28 de maio de 2026
Não deem audiência a quem chama democracia a um genocídio!
(Tita Alvarez, in Facebook, 23/05/2026)

Eles não me enganam. Apenas me enojam.
Há princípios que não se negociam.
O genocídio, a intenção sistemática de destruir um grupo nacional, étnico, racial ou religioso, é o aniquilamento absoluto de cada um desses pilares. Não é uma “falha” ou uma “imperfeição”. É a rutura total.
Um Estado que pratique, auxilie ou permita o genocídio não pode, sob qualquer artifício retórico, ser chamado de democrático. Nem sequer de “democracia imperfeita” ou “falha”. É, pura e simplesmente, um regime criminoso.
E. no entanto, todos os dias, comentadores televisivos vão aos ecrãs, em horário nobre, afirmar que Israel é um Estado democrático. Repetem como um mantra: “é a única democracia no Médio Oriente”.
Estes comentadores não são ingénuos. São pagos para mentir. São pagos para normalizar o anormal. São pagos para chamar “democracia” a um regime que, perante a lei internacional e a evidência factual, é acusado de cometer o maior dos crimes.
Não vou dar audiência a quem recebe um salário para branquear horrores. Não vou sentar-me no sofá a ouvir alguém que, com factos e seriedade fingida, tenta convencer-me de que o que estou a ver com os meus olhos não é verdade.
A democracia morre quando as palavras perdem o sentido. Morre quando nos habituamos à mentira repetida até à exaustão.
Eles não me enganam. Apenas me enojam.
Não vou dar audiência a quem é pago para mentir. Quem normaliza o horror não tem lugar no meu ecrã, nem no meu tempo, nem na minha consciência.
Se ainda tem um mínimo de decência e de clareza moral, faça o mesmo. Desligue. Não valide. Não alimente quem mente ao serviço do poder.
A Democracia não se diz. Pratica-se. Genocídio também não se esconde. Vê-se. E quem vê e continua a chamar democracia ao que está a acontecer… não é comentador. É cúmplice.
Do blogue Estátua de Sal
Quando os comentários nas redes sociais sobre Vladimir Putin, a primeira reação é de espanto:
A questão mais profunda é outra: que tipo de ordem internacional está a ser construída no meio deste conflito e que mundo surgirá quando a guerra terminar.
Do blogue Estátua de Sal

