pazes de igualar. Não estou a ser “pai coruja”, estou a ser realista.
Obrigado
Manuel Pacheco
Umas de maior importância que outras. Outrora assim acontecia. É por isso que gosto de as relatar para os mais novos saberem o que fizeram os seus antepassados. Conseguiram fazer de uma coutada, uma aldeia, depois uma vila e, hoje uma cidade, que em tempos primórdios se chamou Fredemundus. «(Frieden, Paz) (Munde, Protecção).» Mais tarde Freamunde. "Acarinhem-na. Ela vem dos pedregulhos e das lutas tribais, cansada do percurso e dos homens. Ela vem do tempo para vencer o Tempo."
Obrigado
Manuel Pacheco
Sessão de fogo de artifício treze de julho de 2026 nas Sebastianas de Freamunde.
Só visto! E... só em Freamunde.
ROSINHA
(In Facebook de Manuel Barreira, 14/07/2026, Revisão da Estátua)

A resposta de um cidadão australiano às baboseiras de Trump sobre a “NATO não estar ao lado da América” é perfeita, letal e uma descrição do modo de vida cruel de milhões de americanos. Mas claro, como diz o Albarda-mos: “eles estarem a defenderem os nossos valores“…
Estátua de Sal, 15/07/2026
Ó meu, tu governas um país com 600.000 pessoas sem-abrigo que estão a dormir nas ruas esta noite. Um país onde 40% dos adultos não conseguem pagar uma emergência de 400 dólares, sem pedir dinheiro emprestado.
Um país onde a insulina custa mais do que a prestação de um carro e por isso as pessoas têm que a racionar para sobreviver.
Um país onde as dívidas médicas são a principal causa do número elevado de falências pessoais.
Um país onde muitas mulheres morrem, nos parques de estacionamento dos hospitais, porque os médicos têm muito medo das leis sobre o aborto, evitando tratar um aborto espontâneo.
Tu prendes mais cidadãos do teu próprio país do que qualquer nação da Terra. Mais do que a China. Mais do que a Rússia. Mais do que a Coreia do Norte. A ‘terra da liberdade‘ tem 2 milhões de pessoas atrás das grades sendo que, um quarto das mesmas, nem sequer foi condenado por nada. São simplesmente demasiado pobres para pagar a fiança que lhes é exigida.
A vossa esperança de vida está a regredir. Vocês são a única nação desenvolvida onde isso está a acontecer. A taxa de mortalidade infantil também está a diminuir e é pior do que a de Cuba. As vossas crianças fazem simulações de ataques a tiro, entre as aulas de matemática e de inglês, enquanto tu vendes ações de fabricantes de armas aos teus amigalhaços.
O vosso salário mínimo não varia há 15 anos. Há professores a trabalhar em dois empregos e veteranos a dormir debaixo das pontes, mas acabaste de gastar um trilião de dólares para arrasar um país que não te atacou.
Um país onde um insurrecionista condenado pela justiça, declarado culpado de violação, protetor de pedófilos e que se envolve com estrelas porno, lidera a campanha de guerra mais caótica e desastrosa desde que os talibãs te agradeceram muito por perderes de novo.
E és tu que ainda dizes que a Gronelândia é mal administrada?!
A Gronelândia tem saúde pública universal. Educação gratuita. Uma das taxas de encarceramento mais baixas do mundo. E ninguém vai à falência na Gronelândia por ficar doente.
Ninguém morre numa sala de espera porque o plano de saúde lhe negou o atendimento.
‘A NATO não estava lá quando precisávamos deles’ – dizes tu. Mas quando é que exatamente aconteceu isso, campeão? No 11 de setembro? Sim, porque aí a NATO invocou o Artigo 5º pela primeira e única vez na história, POR Vós. Soldados de dezenas de países foram mobilizados, lutaram, sangraram e morreram no Afeganistão POR Vós. A Austrália nem fazia parte da NATO e nós comparecemos mesmo assim.
E tu, desta vez, recolheste às duas da manhã sem dizer nada a ninguém e deixaste-os a lidar com a asneirada.
Por isso, talvez antes de começares a dizer que os outros países são mal geridos, devesses olhar para o teu próprio quintal, seu vendedor de revestimentos de alumínio com bronzeado de spray. A única coisa mal gerida nesta imagem é a puta da tua boca.
Do blogue Estátua de Sal
Aqui está um vídeo picante para Fernando Alexandre. Quando ele o vê, até deve fraquejar das pernas.
As questões seguintes não interessam para nada perante este aparato de modernidade (apesar de parecer modernidade do tempo da revolução industrial).
1. Este esforço todo para algo efémero, que perde valor em algumas semanas, é justificável?
2. Acrescenta algo à anterior classificação manual, quando, com esta, apenas 1.52% das provas tinham a classificação alterada devido aos pedidos de revisão dos alunos? (dados do PÚBLICO; 2*0.76=1.52)
Dantes: trabalho feito com os recursos já existentes no Estado, a tempo e horas e com fiabilidade. Agora: investimentos em crescendo, qualidade duvidosa e prazos a resvalarem. Mas, atenção, é moderno.
Tive a sorte de entrar para a Universidade no ano anterior à PGA. Sorte porque pude fazer o secundário do princípio até ao fim sem grandes alterações de programa, com a mesma fórmula de cálculo da média do secundário e sabendo ao longo do secundário qual seria a forma de concorrer à universidade. Que luxo. A partir de 1989, foi um constante corrupio de experimentação, sempre feito a meio do ano para entrar em vigor no ano lectivo prestes a começar.
Esta digitalização dos exames é mais um desses experimentalismos. Com a agravante de, no exame de filosofia do ano passado, já ter revelado os mesmos problemas que agora se repetem.
O ministro escolheu este processo. Bem ou mal (eu acho mal devido a não termos equipamentos adequados nas escolas), estava previsto que a realização dos exames fosse 100% digital. Fernando Alexandre resolveu alterar esta decisão vinda do governo de Costa e trouxe a digitalização das folhas de resposta dos exames.
O anterior sistema de classificação dava origem, em média, a 1.52% de exames com problemas na classificação. Um valor baixo, longe de justificar uma urgente mudança de sistema. A razão que Carlos Coelho, vestindo a camisola do PSD no programa Geometria Variável, usou para justificara a mudança era que a inovação estava em diminuir a parcialidade da classificação por haver vários classificadores na prova. Um argumento, portanto, de quem não confia nos professores e que, como vemos, não tem fundamento.
Todos os que justificam a mudança com o argumento da inovação continuam sem demonstrar onde é que ela existe. E porque é que devemos pagar milhões por algo que antes não tinha custo adicional, dado que as classificações eram feitas pelos professores já existentes.
Foi implementado um processo centralizador, substituindo o anterior que era descentralizado. E que funcionava sem problemas há décadas. Onde está então essa modernização? Que valor traz que ainda não existisse?
Estas são as questões centrais a colocar ao ministro e tocam directamente na sua responsabilidade. É a decisão política que está em causa, somada à incomplete execução.
Independentemente de haver ou não pautas fixadas no dia 17, o mal está feito. A credibilidade do sistema educativo está em causa devido a uma decisão do ministro sem que a devida preparação tivesse sido feita. É por isso uma falha grave na actuação do ministro, que atinge o essencial da sua responsabilidade e que, por isso, se deve demitir.
14/07/2026 by j. manuel cordeiro
Do blogue Aventar
14 Julho 2026 às 9:28 por Valupi
Do blogue Aspirina B