O Conselho de Ministros aprovou mais uma verba. Desta vez para a NATO e para a Ucrânia. Milhões. Outra vez.
E cá dentro? Urgências fechadas por todo o país. Gente a morrer à porta dos hospitais. Professores sem progressão na carreira, salários de miséria, escolas a cair de podres.
Famílias que não conseguem pagar a renda. Jovens a viver na casa dos pais até aos 40 anos. Idosos em filas de espera para lares. Reformas que mal dão para comer. E o Governo? A aprovar milhões para fora. O dinheiro aparece sempre. Milagrosamente. Para a guerra dos outros, para os compromissos da NATO, para agradar a Bruxelas. Para os portugueses? Nada
Cada milhão que sai para a Ucrânia é um milhão que não entra no SNS. A primeira obrigação de um governo é com o seu próprio povo. Não com exércitos estrangeiros.
Querem apoiar a Ucrânia? Façam um referendo. Perguntem aos portugueses se estão dispostos a pagar por isso. Enquanto não o fizerem, isto não é solidariedade. É subserviência. Já basta de fingir que Portugal não existe.

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