Umas de maior importância que outras. Outrora assim acontecia. É por isso que gosto de as
relatar para os mais novos saberem o que fizeram os seus antepassados. Conseguiram fazer de uma coutada, uma aldeia, depois uma vila e, hoje uma cidade, que em tempos primórdios se chamou Fredemundus. «(Frieden, Paz) (Munde, Protecção).» Mais tarde Freamunde. "Acarinhem-na. Ela vem dos pedregulhos e das lutas tribais, cansada do percurso e dos homens. Ela vem do tempo para vencer o Tempo."
Rádio Freamunde
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terça-feira, 26 de maio de 2026
Um Seguro com Alzheimer:
(João Gomes, in Facebook, 25/05/2026)
O senhor Presidente de “todos os portugueses” tem uma memória seletiva e deve ter estado – nos últimos 12 anos e antes de se candidatar a PR – depois de no PS ninguém o querer – a ler livros de cowboys e romances de Eça de Queiroz.
Antes de 2022, a guerra pela autonomia do Donbass e os ataques sucessivos da Ucrânia aos pró-russos, já provocara aproximadamente 3900 civis mortos e entre 7 a 9 mil feridos, segundo dados das Nações Unidas. O conflito, iniciado em 2014, ficou marcado por bombardeamentos, fogo cruzado e ataques atribuídos às forças ucranianas, sobretudo nas regiões de Donetsk e Lugansk. Mesmo em 2021, antes da invasão russa em larga escala, a ONU ainda registava vítimas civis ligadas ao conflito. E, como se sabe, a “invasão russa” foi exatamente por causa disso e da falha dos acordos sobre isso.
Após a invasão russa de fevereiro de 2022 e até hoje, a Ucrânia passou também a atacar território russo – incluindo Belgorod, Kursk, Bryansk, Crimeia e até Moscovo com drones e mísseis fornecidos pelo ocidente – causando mortos civis, destruição urbana e ataques a infraestruturas. As autoridades russas falam em centenas de vítimas civis e milhares de ataques.
Neste quadro, o Ocidente e o senhor presidente de Portugal (que andou tão descansado a “pensar” nos últimos 12 anos) aplica uma moral geopolítica seletiva: condena fortemente os ataques russos a civis, mas relativiza ou silencia os ataques ucranianos – desde sempre – contra populações civis do Donbass ou cidades russas.
Portanto – é isto que temos e continuaremos a ter, até que – dentro em breve – a Europa perceba quem andou a gerir e a aproveitar-se da politica da Ucrânia para transformar a Europa num continente sem geopolítica própria, sem entender como foi sendo enganada e como “autorizou” um grupelho nazi a tomar conta e definir como se faz a politica económica, financeira e militar de um continente que fez História e – agora – não serve para nada.
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