Alguns sectores da sociedade russa manifestam uma impaciência compreensível perante a moderação de Putin em desferir golpes decisivos contra um inimigo que recorre sistematicamente a operações não convencionais, muitas delas de claro cariz terrorista. A pressão sobre o Presidente tem sido constante e crescente, pelo que os ataques de drones provenientes dos países bálticos e as ameaças de Zelensky visando a cerimónia do Dia da Vitória terão levado o governo russo a um nível de resposta sem precedentes, mobilizando todo o seu poderio militar. Na eventualidade de os serviços secretos ucranianos, apoiados pelos britânicos, lançarem ataques a Moscovo no dia da parada, o governo russo desferirá um ataque devastador de Oreshnik a Kiev. Fala-se em seis, pelo que a ocorrer tal retaliação, todo o centro de Kiev seria destruído num ápice. A Rússia sempre poupou alvos civis. Os ataques a Odessa, Lviv, Kharkov e outras cidades foram sempre muito selectivos e causaram feridos civis, mas raramente mortes. A Rússia, ao contrário de norte-americanos e israelitas, não faz guerra a populações, nem recorre ao terrorismo de bombardeamentos de terror. Contudo, há quem na Europa, queira uma guerra e aposte em soluções extremas para precipitar um conflito militar, sendo que um ataque a Moscovo seria interpretado como uma declaração de guerra à Rússia. Os próximos dias revelarão o grau de insanidade da clique de irresponsáveis criminosos que dirige a UE.
Umas de maior importância que outras. Outrora assim acontecia. É por isso que gosto de as relatar para os mais novos saberem o que fizeram os seus antepassados. Conseguiram fazer de uma coutada, uma aldeia, depois uma vila e, hoje uma cidade, que em tempos primórdios se chamou Fredemundus. «(Frieden, Paz) (Munde, Protecção).» Mais tarde Freamunde. "Acarinhem-na. Ela vem dos pedregulhos e das lutas tribais, cansada do percurso e dos homens. Ela vem do tempo para vencer o Tempo."
Rádio Freamunde
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