Contempla 30 mulheres, idosos e crianças israelitas e 999 crianças e mulheres palestinianas detidas em Israel. O mais assustador reside no facto de Israel ter encarceradas milhares de crianças entre os 5 e os 12 anos de idade, algumas condenadas a penas de 20 e 30 anos de prisão após sessões expeditas e sem direito a defesa. Ademais, servindo-se do artifício legal de tais pessoas estarem sob jurisdição militar em territórios ocupados, a autorização para torturar os prisioneiros com vista à obtenção de prova é requerida a um juiz e habitualmente concedida. Ou seja, a chamada «única democracia do Médio Oriente» é, de facto, tão desrespeitadora das convenções internacionais como seriam os regimes inscritos no «Eixo do mal». Há, entre nós, quem aplauda um Estado que tortura legalmente e sentencia a décadas de prisão menores inimputáveis. Os nossos jornalistas e políticos deviam ter vergonha por ocultar e censurar tal miséria.
Umas de maior importância que outras. Outrora assim acontecia. É por isso que gosto de as relatar para os mais novos saberem o que fizeram os seus antepassados. Conseguiram fazer de uma coutada, uma aldeia, depois uma vila e, hoje uma cidade, que em tempos primórdios se chamou Fredemundus. «(Frieden, Paz) (Munde, Protecção).» Mais tarde Freamunde. "Acarinhem-na. Ela vem dos pedregulhos e das lutas tribais, cansada do percurso e dos homens. Ela vem do tempo para vencer o Tempo."
Rádio Freamunde
https://radiofreamunde.pt/
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