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domingo, 28 de março de 2021

Portugal recordista:

Quando há três semanas, a 6 de março, o democrata amordaçado de Boliqueime acusou Portugal da “vergonha” de ser “recordista” da pandemia, já o país saíra há muito do pico da segunda quinzena de janeiro. O patifório pensa au ralenti. Mas agora que Portugal já é há três semanas o país europeu com menos casos novos de Covid-19 por habitante, será que vai retirar o que disse ou elogiar o SNS?

Uma ova! Soube-lhe tão bem o pico da pandemia em janeiro! Filas de ambulâncias à porta dos hospitais, oh maravilhosa visão orgástica! Era a prova de que o gajo desesperadamente precisava para enxovalhar a maldita geringonça, que tinha dado cabo do SNS com “decisões erradas”.

Estava-lhe atravessado desde 2016 o êxito do governo. A última estocada foi o excedente orçamental em 2019 – verdadeira vergonha para um gajo que governou 10 anos com uma conjuntura ultra favorável e nunca conseguiu equilibrar as contas. No passado dia 6 de março só lhe faltou dizer (mas insinuou!) que o surto pandémico de janeiro foi o preço que Portugal pagou pelo excedente orçamental.

Agora a prova do “recordista” foi pelo cano abaixo. E até o tremendo défice de 2020 saiu curto, oh miséria de um corno! Resta ao democrata amordaçado esperar pela estação dos incêndios, alguma inundaçãozeca ou quiçá um terramoto, para sair novamente da cova e voltar a botar asneira.

POR JÚLIO

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Do blogue Aspirina B

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