Correu muita tinta e vozes se seria melhor a nacionalização ou a privatização com o Estado com maioria das acções.
Foi nos Jornais nas Televisões na Assembleia da República
em tudo o que era sítio. Pedro Nuno Santos aos olhos destes visionários era um
mafarrico. O que queria era dar cabo do sector privado. Queria a nacionalização
ou uma maior autonomia na Administração da TAP para dar cabo dos impostos dos
portugueses.
Para esses defensores do privado
o Estado devia meter dinheiro na TAP e quem devia dirigir os desígnios dela
eram os privados. Que bom negócio. O deputado do CDS Gonçalves Pereira era e é
um acérrimo defensor desse tipo de gestão. Coitado. De gerência de empresas
deve perceber tanto como eu: que é nada. Mas sei distinguir que um sócio
maioritário de uma empresa é quem lá tem mais capital. E neste caso era o
Estado.
E quem é o Estado? Não somos nós os
portugueses? Será que Gonçalves Pereira e quem defende o privado não são portugueses?
Acho que não. Devem ser espanhóis pela tomada de posições. Se assim for que
venha a Padeira de Aljubarrota e à vassourada que os corra a todos. Não fazem falta
ao País.
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