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sexta-feira, 3 de julho de 2020

A nacionalização da TAP:

Correu muita tinta e vozes se seria melhor a nacionalização ou a privatização com o Estado com maioria das acções. 
Foi nos Jornais nas Televisões na Assembleia da República em tudo o que era sítio. Pedro Nuno Santos aos olhos destes visionários era um mafarrico. O que queria era dar cabo do sector privado. Queria a nacionalização ou uma maior autonomia na Administração da TAP para dar cabo dos impostos dos portugueses.
Para esses defensores do privado o Estado devia meter dinheiro na TAP e quem devia dirigir os desígnios dela eram os privados. Que bom negócio. O deputado do CDS Gonçalves Pereira era e é um acérrimo defensor desse tipo de gestão. Coitado. De gerência de empresas deve perceber tanto como eu: que é nada. Mas sei distinguir que um sócio maioritário de uma empresa é quem lá tem mais capital. E neste caso era o Estado.
E quem é o Estado? Não somos nós os portugueses? Será que Gonçalves Pereira e quem defende o privado não são portugueses? Acho que não. Devem ser espanhóis pela tomada de posições. Se assim for que venha a Padeira de Aljubarrota e à vassourada que os corra a todos. Não fazem falta ao País.

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