Quando a Pandemia alastrou ao
nosso País na Assembleia da República, num debate quinzenal, Rui Rio disse que
estava ao lado do Governo porque primeiro estava o País e os Portugueses.
Palavras bonitas que caíram bem nos Portugueses, na Comunicação Social e até
além-fronteiras.
Não passaram dois meses o mesmo
Rui Rio que antes tinha pugnado pelo apoio ao Governo, ontem, após o debate no
Parlamento, veio para a Comunicação Social pedir a demissão do Ministro das
Finanças, Mário Centeno.
Só que palavra bonitas leva-as o
vento.
Se queria a união do Governo este
não era o momento ideal para tal pedido. O País está em crise e dentro de dias
no Eurogrupo vai ser discutido e votado a ajuda aos países que mais sofreram
com a Pandemia do vírus do Covid19. Assim como vai ser elaborado o Orçamento
Suplementar para combater a dita crise.
Rui Rio vê-se a braços com as
vozes discordantes dentro do seu partido. Por isso há que deixar de pensar no
País e pensar na sua vida. A distância que as sondagens dão do PSD para o PS
dão a Rui Rio dores de cabeça e noites de insónias.
E assim há que mandar às malvas
as prioridades do País. Isto é que é ser patriota.

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