Quando foi solicitado a Winston Churchill que cortasse o financiamento das artes para colmatar os custos da guerra, ele respondeu: “Então, para que é que estamos a lutar?”
Eu sou pouco celebrativo. Mas também dou má cavalaria. Isto é, não aceito que me aparelhem e façam de mim animal de nem de tiro nem de monte.
Os argumentos contra a cerimónia de comemoração do 25 de Abril são um atentado à minha noção de cidadania. De ser humano. De ser livre. Se não celebramos a liberdade com o argumento de que estamos a viver um momento difícil, por que causa vale a pena celebrar? Se não assinalamos a data que permitiu lutar com armas eficazes contra uma epidemia, a data que está na origem do serviço nacional e universal de saúde, de uma segurança social relativamente eficaz e com direitos universais o que teremos para celebrar?
A direita portuguesa, Salazar em particular, detestava Churchill. E música, e Cultura e Liberdade. O vinho ( e oda sua lavra era reconhecido como péssimo) é que ddava de comer a 1 milhão de portugueses.
Churchill continua a ser, desde o salazarismo, a linha que separa as águas da democracia e da ditadura na sociedade portuguesa.
Já agora, para os hipócritas (e cobardes, ou falsos medrosos) que invocam o perigo do vírus para atacarem a celebração do 25 de Abril, mais uma frase de Churchill: ““Se estiver passando pelo inferno, continue caminhando.”
Os cobardolas e os estúpidos preferem ficar especados…
Eu sou pouco celebrativo. Mas também dou má cavalaria. Isto é, não aceito que me aparelhem e façam de mim animal de nem de tiro nem de monte.
Os argumentos contra a cerimónia de comemoração do 25 de Abril são um atentado à minha noção de cidadania. De ser humano. De ser livre. Se não celebramos a liberdade com o argumento de que estamos a viver um momento difícil, por que causa vale a pena celebrar? Se não assinalamos a data que permitiu lutar com armas eficazes contra uma epidemia, a data que está na origem do serviço nacional e universal de saúde, de uma segurança social relativamente eficaz e com direitos universais o que teremos para celebrar?
A direita portuguesa, Salazar em particular, detestava Churchill. E música, e Cultura e Liberdade. O vinho ( e oda sua lavra era reconhecido como péssimo) é que ddava de comer a 1 milhão de portugueses.
Churchill continua a ser, desde o salazarismo, a linha que separa as águas da democracia e da ditadura na sociedade portuguesa.
Já agora, para os hipócritas (e cobardes, ou falsos medrosos) que invocam o perigo do vírus para atacarem a celebração do 25 de Abril, mais uma frase de Churchill: ““Se estiver passando pelo inferno, continue caminhando.”
Os cobardolas e os estúpidos preferem ficar especados…



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