E de que maneira. De treze a
quinze deste mês Freamunde lembrou-se, ou seja, um punhado de homens e mulheres
pertencentes a várias associações, Junta de Freguesia e Câmara Municipal,
tomaram a iniciativa de lembrar as Feiras Antigas, antes eram feitas nos
cruzamentos de caminhos, transportados os utensílios e víveres pelos
denominados Almocreves. Não era uma venda mas sim uma troca directa: artigo por
artigo.
Mas não foi este tipo de mercado
que Freamunde quis lembrar. Quis sim, lembrar as Feiras Antigas que aqui
tiveram lugar nos dias treze e vinte e sete de cada mês. E como recordo as
feiras a que tive acesso. Nada como o que foi mostrado nestes três dias. Estes dias
foi de mais interioridade.
Esteve bem lembrado os artefactos
desse tempo para a miudagem: perna de pau, rolo de madeira, cestinhas que foi
um sucesso e outros mais.
Na mostra de animais vivos
tivemos os bois, porcos, ovelhas, burros, cavalos, galos e como não podia
deixar de ser o capão.
Muita variedade de artigos
frutíferos e como não podia de deixar de existir os comes e bebes para deliciar
os foliões.
No aspecto artístico houve um
pouco de tudo principalmente nos cantares tradicionais, música pela Orquestra
Infantil de Freamunde e Banda Musical, assim como o desfile de Ranchos
Folclóricos concelhios.
Há dias li de um Freamundense que
pela celebração das Sebastianas se vai contratar cantores portugueses, música
pimba, quando temos cá agrupamentos, só para exemplificar os vários da
Associação Cultural e Recreativa Pedaços de Nós que bem representavam a parte
recreativa das Sebastianas.
Por isso é com orgulho que saúdo
quantos fizeram parte para que os trezentos anos da Feira Antiga de Freamunde
fosse um sucesso.
E que sucesso!
Sem comentários:
Enviar um comentário