quinta-feira, 28 de julho de 2016

Somos uma terra hospitaleira:

Há dias escrevi um texto em que referia que aqui em Freamunde tinha-mos o efeito talismã. Consistia no fontanário do Agrêlo porque qualquer forasteiro que bebesse daquela água nunca mais queria deixar de viver em Freamunde. Tivemos milhares de exemplos. Acontece que há anos a água do fontanário secou.

Julgavam os Freamundenses que a partir daí os forasteiros nunca mais queriam aqui viver. Mas não. Mesmo assim continuam com o seu poiso. Não sei o que esta terra tem. Da água do Agrêlo já não é.

Actualmente aparece de tudo. E tudo por aqui fica. De há uns tempos a esta parte apareceram por aqui uns Romenos e aqui fazem a sua segunda terra. Não querem outra vida ou as entidades competentes não lha dão. Não trabalham não tem meios de sustento e mesmo assim compraram viaturas portuguesas.

No Inverno ocupam o Coreto da Música situado no Centro da "Cidade" para se valerem do frio e da chuva. Agora no Verão e com as temperaturas a rondar os trinta e sete graus o seu poiso é no antigo campo da Feira no lugar com o mesmo nome.

Ali existem uns frondosos Plátanos que abastece de sombra quem por ali pára e ainda serve para parque de estacionamento. Coisa melhor não podia aparecer para os Romenos fazer dali o seu dia a dia.

Antigamente os nómadas tinham um certo tempo para acampar em qualquer terra. Julgo que o máximo de setenta e duas horas. Estes, há vários dias que ali se encontram sem que ninguém intervenha. Ou seja as forças vivas do concelho.

Não sou racista mas entendo que esta forma de vida não favorece os Romenos nem quem por ali viva ou faz do campo da Feira local de ócio. Nem uns nem outros se sentem à vontade.
É o fazer fogueira para prepararem as refeições. É o deitar mantas e farrapos no chão para fazer de cama. Não sei onde fazem a sua higiene.

Naquele lugar existe um quiosque que está ao abandono e que serve para guarida de ratos e demais bichos. Agora apareceram os Romenos para lhes fazer companhia.
Sei que por este Mundo fora haverá portugueses na mesma situação. Estou em crer que as entidades daqueles Países fazem qualquer coisa por eles.
Assim como a Segurança Social do concelho de Paços de Ferreira já devia ter intercedido por esta situação. Estamos no século XXI mas parece que estamos na pré-história.
Já pus este problema à Presidente da Junta de Freguesia mas disse-me que já expôs esta situação à Guarda Nacional Republicana de Freamunde mas dizem que não podem actuar.
Julgo que se esta situação se desse em frente ao Paços do Concelho de Paços de Ferreira este assunto há muito que estava resolvido. Mas como se usa dizer: enquanto o pau vai e vem folga as costas. Aproveito este texto para solicitar aos responsáveis da Câmara Municipal para intervir nesta situação.
Assim como dar proveito ao quiosque ou levá-lo para outro lugar onde seja mais rentável. Uma coisa é certa. Nem os Romenos nem o quiosque dão valor acrescentado a Freamunde.

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