É com a certeza que fica a maioria dos portugueses que ouviram o
discurso do Presidente da República, Cavaco Silva, menciono (Presidente da
República), pelo motivo se fosse o cidadão Cavaco Silva nem me dava ao trabalho
de escrever este texto e nem falava da sua amnésia.
Sendo assim, faço aqui o meu protesto, pois o Presidente da República,
Cavaco Silva e, aqui volto a referir Cavaco Silva, porque pode haver alguém que
leve para outro Presidente da República. De certeza que não.
Que me lembre na democracia portuguesa nunca houve presidente tão
mesquinho e rasca como Cavaco Silva. Mas tenta com a sua demagogia lavar a sua
imagem como lavadeira a roupa com Omo. Mas não vale a pena.
Se Cavaco Silva sofre de amnésia a maioria dos portugueses não sofre
dessa doença e faz lembrar o quanto ele é mesquinho. Lembram-se bem como tratou
José Sócrates e o partido Socialista quando era governo. O conflito com os
Açores que fez parar o País para o ouvir a cuidar da sua imagem. A maneira como
tratou José Samarago, Prémio Nobel da literatura, a quem teve o desplante de
nunca o homenagear e nem ir ao seu funeral. O mesmo aconteceu com Carlos do
Carmo quando homenageado com um prémio internacional sobre fado. Não é que eles
não remediassem sem a figura de tão sinistra pessoa. Entendo que sim. Era o que
eu faria. Não queria estragar o momento com tal personagem a assistir.
Depois fala em consensos quando é ele que os quebra todos. A amnésia
leva-o a esquecer-se que esteve como Primeiro-ministro durante oito anos e como
Presidente da República já vai em nove. Critica e, chama a várias
personalidades, profissionais da política. É preciso ter lata.
Falta pouco tempo para lhe
dizermos adeus. Só os amigos “fidegais” nos vários negócios é que se vão
lembrar dele porque a maioria do povo humilde vai fazer uma festa com a
devolução a Boloqueime desta triste figura que desgraçou Portugal.
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