Esta é a história que em certos casos pode-se tornar realidade. Como
é sabido, ou devia ser, todos nós pensamos que quando um dia deixarmos o nosso
ofício e passamos à reforma, antes pensamos qual vai ser a nossa habituação a
essa realidade.
Assim, aconteceu num concelho dos muitos que há em Portugal, como podia ter
acontecido no meu.
O presidente da câmara recebeu de um presidente da junta de freguesia um pedido de dinheiro para obras de beneficiação do infantário da sua terra para as crianças terem melhores condições de habitabilidade. Recebeu como resposta que era impossível derivado à crise que atravessava o País e o concelho. Escusado será dizer que esse presidente de junta foi eleito na lista de um partido contrário ao do presidente.
O presidente da câmara recebeu de um presidente da junta de freguesia um pedido de dinheiro para obras de beneficiação do infantário da sua terra para as crianças terem melhores condições de habitabilidade. Recebeu como resposta que era impossível derivado à crise que atravessava o País e o concelho. Escusado será dizer que esse presidente de junta foi eleito na lista de um partido contrário ao do presidente.
Passado dias foi recebida outra carta mas de um presidente de junta do
mesmo partido do presidente da câmara a pedir dinheiro para fazer obras na
cadeia da sua terra que necessitava urgentemente delas.
O presidente da câmara deu ordens para o seu tesoureiro enviar o dito dinheiro. Como o tesoureiro sabia da nega que o presidente da câmara tinha dado à beneficiação das obras no infantário disse: senhor presidente o senhor deu negas à beneficiação do infantário que tinha um custo inferior ao da cadeia e dá autorização às obras na cadeia! Não percebo! Vou-te explicar para perceberes - disse o presidente da câmara: quando eu deixar de ser presidente da câmara para onde julgas que vou? Para o infantário!
Esta história não tem a minha patente. Ouvia da voz de uma senhora anteontem na Antena Aberta, da Antena 1 e resolvi dá-la a conhecer.
Por isso qualquer facto com a realidade é pura coincidência.
O presidente da câmara deu ordens para o seu tesoureiro enviar o dito dinheiro. Como o tesoureiro sabia da nega que o presidente da câmara tinha dado à beneficiação das obras no infantário disse: senhor presidente o senhor deu negas à beneficiação do infantário que tinha um custo inferior ao da cadeia e dá autorização às obras na cadeia! Não percebo! Vou-te explicar para perceberes - disse o presidente da câmara: quando eu deixar de ser presidente da câmara para onde julgas que vou? Para o infantário!
Esta história não tem a minha patente. Ouvia da voz de uma senhora anteontem na Antena Aberta, da Antena 1 e resolvi dá-la a conhecer.
Por isso qualquer facto com a realidade é pura coincidência.
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