Quando a vinte e sete de Julho de dois mil e dez resolvi dar vida ao
Coisas que Podem Acontecer nunca futurei que a vida dele fosse tão extensa. É
que mil quatrocentos e sessenta dias são muitos dias para dar alimento. Umas
vezes até surgem notícias, outras, tenho que inventar. Mas Freamunde é terra de
cultura e há sempre algo a salientar. Assim aproveitei e aproveito as suas
várias instituições para fazer eco delas e levar o Coisas que Podem Acontecer
ao conhecimento do público para ver se perpetuam na história de Freamunde. Sim!
Uma terra sem história é terra sem significado. E… Freamunde tem muito significado no panorama regional e nacional. Por isso vou ver se consigo alimentar mais um ano, ou outro, o Coisas que Podem Acontecer. Sei que me vai ser difícil.
Uma terra sem história é terra sem significado. E… Freamunde tem muito significado no panorama regional e nacional. Por isso vou ver se consigo alimentar mais um ano, ou outro, o Coisas que Podem Acontecer. Sei que me vai ser difícil.
Não queria que acontecesse a ele o que tem acontecido a vários blogues
Freamundenses: deixaram de respirar. E, sabe-se bem que Freamunde precisa deles
para publicitar as várias notícias e eventos que durante o ano põe em cena.
Mais uma vez digo que vou fazer todos os possíveis para que isso não aconteça.
Talvez muita gente ficasse contente mas julgo que a maioria sentia tristeza. E
termino com uns versos que o meu amigo Rodela fez no primeiro aniversário do
Coisa que Podem Acontecer.
E aconteceu de verdade / o meu amigo Manel / pôs ao dispor da cidade / este instrumento a granel. Todos cá podem entrar / a porta está sempre aberta / se tens notícias p´ra dar / entras sempre à hora certa. Cá ninguém cala ninguém / desde que cumpras e bem / as regras da educação. Que é praxe da nossa gente / e assim isto vai p’rá frente / e honramos este brasão.
E aconteceu de verdade / o meu amigo Manel / pôs ao dispor da cidade / este instrumento a granel. Todos cá podem entrar / a porta está sempre aberta / se tens notícias p´ra dar / entras sempre à hora certa. Cá ninguém cala ninguém / desde que cumpras e bem / as regras da educação. Que é praxe da nossa gente / e assim isto vai p’rá frente / e honramos este brasão.
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