Tenho lido e ouvido comentar sobre a realização da feira quinzenal que
é celebrada dia treze, domingo de festas Sebastianas. Como é sabido quando o
dia treze calha ao domingo a feira é transferida do domingo para segunda-feira.
Acontece que neste dia o espaço onde se vai celebrar a feira é preciso para o
grupo Macedo Pirotecnia, preparar o fogo que vai ser queimado na segunda-feira
de festas. Antes a feira era realizada noutro espaço ali próximo.
Segundo os dizeres de muitos fazedores de notícias houve um diferendo entre os donos do terreno e a junta de freguesia de Freamunde ou câmara municipal de Paços de Ferreira. Não sei as razões mas entendo que a altura não foi a mais correcta.
Não sei quem são os donos mas Freamundenses não são de certeza. Quem esteve tanto tempo nesta situação esperava mais uns dias e a feira podia ser realizada na segunda-feira dia catorze. Mas não aconteceu assim. E faz-me pensar que houve mão atrás do “arbusto”. Falo nisto com razões de causa. Mas explico-me melhor.
Segundo os dizeres de muitos fazedores de notícias houve um diferendo entre os donos do terreno e a junta de freguesia de Freamunde ou câmara municipal de Paços de Ferreira. Não sei as razões mas entendo que a altura não foi a mais correcta.
Não sei quem são os donos mas Freamundenses não são de certeza. Quem esteve tanto tempo nesta situação esperava mais uns dias e a feira podia ser realizada na segunda-feira dia catorze. Mas não aconteceu assim. E faz-me pensar que houve mão atrás do “arbusto”. Falo nisto com razões de causa. Mas explico-me melhor.
Um Freamundense há tempos numa conversa sobre política local
confidenciou-me que um dia num texto que eu escrevi no facebook sobre a
dinâmica da nova junta a que eu referi e comparei com as juntas cessantes do
PSD, disse-me, que estava em Vila do Conde na praia e viu esse meu comentário
no seu telemóvel. Diz de que gostou e pôs “gosto”. Quando chegou a sua casa em
Freamunde tinha à sua espera duas senhoras que lhe vieram reclamar a retirada
do “gosto” porque sendo ele um simpatizante do PSD não devia concordar com
notícias a elogiar a vereação do PS.
Revelou-me que uma tinha sido candidata na lista do PSD para a junta de
freguesia e a outra também na lista do PSD à câmara Municipal. É evidente que
não lhe perguntei quem eram. Disse a essas tais "senhoras" que ia
retirar o “gosto” mas que o ia também fazer nos posts do PSD. Que para ele
quando se trata de política local não olha a partidos.
Por isso o eu dizer que de certeza há mão atrás do “arbusto” na questão
da não cedência dos terrenos para a realização das feiras quinzenais. Sim! Se
em coisas de menos importância usam a sua influência porque não em coisas de
maior importância.
Talvez os donos do terreno não conseguem ter as benesses que tinham com
a outra vereação. E como se costuma dizer que não há almoços grátis aqui está a
demonstração. E uma câmara municipal ou uma junta de freguesia não pode estar
ao sabor de donos de terrenos. Por isso concordo com a tomada de posição da
câmara municipal ou da junta de freguesia com a passagem da feira para o
domingo dia treze e para o novo local. Certamente houve concordância entre fazendeiros e junta de freguesia.
Agora não concordo com a crítica à junta de freguesia por esta decisão. Houve tempo de sobra das outras vereações resolveram o caso do terreno para a realização das feiras. Dizia-se à boca cheia que logo que estivesse a Escola Secundária pronta a feira voltava novamente para o lugar de Outeiro. Mas não veio a acontecer e não houve resolução para um novo terreno. É que isto de se andar a viver de favores mais tarde fica-se mal.
Agora não concordo com a crítica à junta de freguesia por esta decisão. Houve tempo de sobra das outras vereações resolveram o caso do terreno para a realização das feiras. Dizia-se à boca cheia que logo que estivesse a Escola Secundária pronta a feira voltava novamente para o lugar de Outeiro. Mas não veio a acontecer e não houve resolução para um novo terreno. É que isto de se andar a viver de favores mais tarde fica-se mal.
Agora o problema é a ocupação dos terrenos destinados ao Parque de
Lazer para a realização das feiras quinzenais. Mas aos anos que isso é falado e
continua-se na mesma. Aliás, nos placardes que noticiavam esse evento já não se
vê nenhuma letra. Esfumaram-se como se esfumou o projecto. Pois não se vê luz
ao fundo do túnel.
Por isso enquanto a obra não é realizada, não há dinheiro para isso, porque não usar esse terreno. Assim não se vive de favores. E uma câmara municipal ou junta de freguesia que esteja a viver de favores dos seus munícipes não vai a lado nenhum. A sua independência torna-as donas das suas decisões.
Por isso enquanto a obra não é realizada, não há dinheiro para isso, porque não usar esse terreno. Assim não se vive de favores. E uma câmara municipal ou junta de freguesia que esteja a viver de favores dos seus munícipes não vai a lado nenhum. A sua independência torna-as donas das suas decisões.
.jpg)
Sem comentários:
Enviar um comentário