A revolta dos meus ais
Os meus poemas não são mais
que o saldo do meu passado,
a revolta dos meus ais
e este Freamunde amado.
É esta grande alegria,
que espremida dá o sumo,
que chamam filosofia
nestes versos que eu resumo.
Quem tiver esta riqueza
é rico por natureza
só tem é que trabalhar,
ao contrário dos ricos
porque se largar os picos
não pode filosofar.

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