Serve este título o propósito do que deparei hoje no Parque de Lazer. Ao
chegar ali deparei com um caixote do lixo tombado no chão com o lixo espalhado
em volta dele. Pensei para mim: como tem estado vento talvez fosse o caso. Mas
não.
Olhei e num raio de cem metros quadrados deparei com uns quatro ou
cinco na mesma posição e o lixo espalhado no chão como o primeiro. Voltei a
pensar para mim: não é vento mas sim mãos de uns energúmenos que se querem
afirmar como adultos e não passam de umas crianças. E talvez seja.
Hoje como é dia mundial da criança houve uns quantos que quiseram
demonstrar isso. Mas as crianças têm mais juízo que estas que só têm cabeça de
criança e corpo de adulto. É uma pena estarmos rodeados de gente assim.
Ainda há pouco tempo quebraram os apetrechos onde as crianças
brincavam. Não sei que prazer sente ao destruir um bem público. Em lugar de
esmerar pelo que é dado às nossas crianças estes energúmenos sentem prazer com
a sua destruição.
E depois dizemos que somos uma terra civilizada. Assim não.
E depois dizemos que somos uma terra civilizada. Assim não.
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