Há quarenta anos tudo era negro e triste. Depois veio o 25 de Abril e a
luz raiou sobre Portugal e fez florir os cravos vermelhos sobre os canos das
espingardas G3. Trocaram-se balas por cravos. Mas hoje sabemos que os cravos
murcharam e vieram os “algozes” que não olhando a meios estão a dar cabo dos
idosos, das crianças e do povo mais humilde. Ah se hoje houvesse a hipótese de
um novo 25 de Abril os capitães de Abril não eram benevolentes com estas
criaturas que tem a desdita de nos governar.
Umas de maior importância que outras. Outrora assim acontecia. É por isso que gosto de as relatar para os mais novos saberem o que fizeram os seus antepassados. Conseguiram fazer de uma coutada, uma aldeia, depois uma vila e, hoje uma cidade, que em tempos primórdios se chamou Fredemundus. «(Frieden, Paz) (Munde, Protecção).» Mais tarde Freamunde. "Acarinhem-na. Ela vem dos pedregulhos e das lutas tribais, cansada do percurso e dos homens. Ela vem do tempo para vencer o Tempo."
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